Ajudei o sobrinho da minha esposa a tirar o cabaço da irmã
Engatei num "trenzinho" com o Adré e a irmã enquanto ele a deflorava.
Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada. André, seu filho do primeiro casamento, mora com a mãe, e quase não visitava o pai, até que nas férias descobriu os prazeres carnais (a dois, pois até então era “solo”), e passou a vir com mais frequência.
Subi depois do almoço para comer pudim que a sogra me ofereceu.
“Óh quem resolveu aparecer. Muitos afazeres escolares, ou tua mãe que não queria te liberar?” Perguntei ao André, que estava no pai e desceu para também comer a sobremesa da avó.
“Afazeres? Bastante. E também minha mãe precisa de ajuda na loja”.
“Veio saborear o pudim da vovó também?”. Perguntei à Luna, que acabara de chegar na porta.
“Estava descendo para estudarmos, e escutei a conversa”. Respondeu. E continuou: “E não dá para perder um pudinzinho da vovó, né!?”
Foi uma risada geral.
“Então, guri, foi boa a experiência com teu colega?”. Perguntei ao André. Os irmãos se olharam, e ele, pigarreando, devolveu a pergunta: “Que experiência?”. “Da química, que rolou no sítio do pai dele”. Falei. “Ah! Foi agradável e satisfatória”. Respondeu, sem ter certeza do que eu estava falando.
Agradeci pelo pudim, e falei “espero vocês lá em casa”, indo em direção à porta.
“Estudem aqui. Tem espaço e é mais tranquilo”. Falou Beth (minha sogra). “Obrigado, mas já ajeitei tudo lá em baixo”. Falei, já sendo seguido pelos irmãos.
“Crianças”. Chamou a avó. “Abram os olhos com esse tio postiço, hein!?”. Continuou.
Rimos, e eles disseram que sabiam se cuidar, pois já eram bem crescidinhos.
“Vou fazer um bolo e depois levo para o café da tarde”.
“Ah, vovó, não precisa se preocupar”. Falou Luna, ao mesmo tempo em que eu falava: “Que bom, Beth. Vamos apreciar com satisfação”.
“Onde estão as roupas que ficaram aqui aquele dia?” Perguntou Luna ao entrarmos em casa. Respondi que estavam guardadas, e que agora faziam parte da minha coleção. Arregalou os olhos e falou que a mãe daria falta, principalmente da calcinha, que era dela e nova.
“Só entregarei pessoalmente”. Retorqui. Corou, e arregalou ainda mais os olhos, e esbravejou: “Tá louco? Como vou explicar?”
Dei de ombros e mandei inventar alguma história, ou contar a verdade.
Atirou o material sobre a mesa e se jogou no sofá, resmungando que não faria mais nada comigo.
Nem liguei, e chamei o André para fora.
“Imagino que conheces os riscos de transar sem camisinha, principalmente com estranhos”. Comecei, ao que fui interrompido: “Sei sim, mas foi só uma vez”.
Fui continuar, mas ele falou que não se repetirá, e que já leu e o pai também o alertou quanto a prevenção no sexo.
Fiz algumas perguntas sobre o colega. Disse que no sítio da família rola uns troca-troca entre primos (de Minas), que não estavam nesse dia, e que o colega garantiu que sempre usam preservativos.
“Tá bom, não sei como, mas vou falar com minha mãe”. Vociferou Luna, ao retornarmos. Falei “Beleza”. E disse que depois a gente via isso.
Tirei a bermuda e a cueca juntas, ajoelhei no sofá por cima dela, tirei sua camiseta, fazendo os peitinhos tremerem e os mamilos se eriçarem. Dei uma mamada em cada um, e juntei nossos lábios num beijo quente e molhado. Enfiei minha língua na sua boca e senti a dela explorar o interior da minha, enquanto roçava meu pau entre suas pernas, e ela arqueava o quadril em busca de mais contato.
Voltei a mamar seus peitinhos e mandei o irmão dar um trato na xereca da irmã.
Foi só afastar o short e cair de boca, pois ela estava sem calcinha.
“Com carinho, e do jeito que te ensinei”. Falei. E continuei: “aproveite a posição”. E dei um tapinha na minha bunda, indicando que poderia me usar, também.
O guri usou e abusou dos nossos orifícios. Chupou os lábios da xereca e enfiou a língua nela que já estava molhada. Bolinou o clitóris com a língua, e depois desceu para o cuzinho enquanto dedilhava o botão sagrado. Salivou um dedo e penetrou entre as pregas da irmã, meteu a cara entre minhas nádegas, e enfiou a língua o mais fundo possível no meu cú.
Retornei minha boca para a dela, passei a bolinar seus mamilos com os dedos e deitei sobre ela, pressionando meu pau entre nossos ventres.
André enfiou dois dedos lambuzados pelos líquidos da irmã em mim, e voltou com a boca para a xereca da irmã.
Ela, por sua vez, gemendo e se contorcendo, anunciou o gozo, que lhe provocou tremores por todo o corpo.
Prendeu a cabeça do irmão entre as pernas, mordeu meus lábios e me arranhou as costas, enquanto quicava feito uma cabrita.
Precisei diminuir o contato do meu pau com o abdômen dela para não despejar minha gala ali mesmo.
Então deu um urro, empurrou nós dois e se amoleceu toda, permanecendo assim por vários minutos.
Enquanto ela se recuperava, eu e André fizemos uma 69 ali mesmo no chão.
Só não nos prolongamos para não estragar o que estava por vir.
Dei uns beijinhos nos peitinhos da Luna, fazendo-a estremecer, e fui beijando ela todinha, até seu baixo ventre. Chupei e lambi os lábios vaginais, e voltei beijando até sua boca.
Sugeri que nos arrumássemos, pois já dava para sentir o cheiro do bolo, “e a vó de vocês deve aparecer a qualquer momento”. Concluí.
Abri um livro e um caderno e espalhei lápis e canetas na mesa, para simular alguma atividade.
Eu e André tínhamos acabado de sentar e Luna vindo do banheiro quando Beth chegou.
“Um santinho e dois anjinhos”. Pensei
Agradeci à minha sogra, e perguntei se iria comer com a gente.
“Não. Deixei um pedaço lá em cima, e não quero atrapalhar a diversão”. Respondeu ela, me olhando de lado.
Fui trancar o portão depois de comer, e ao retornar eles já estavam peladinhos e se beijando no sofá, com André sobre a irmã. Tirei minha roupa, afastei ele e a posicionei com o cóccix no braço do sofá, como no outro dia. Enfiei a cara entre suas pernas, ela escorou os pés nos meus ombros e entrelaçou os dedos nos meus cabelos, puxando minha cabeça contra sua xereca, enquanto André roçava seu pau nas minhas nádegas, subindo e descendo pelo rego, e forçando de leve no meu orifício anal.
Deixei ela incendiando. Dei uma camisinha para o André que estava ávido para deflorar sua irmã.
Deu uma lambidinha nas partes baixas dela, e posicionou seu membro ente os lábios maiores, enquanto eu metia minha língua e salivava bastante as pregas dele.
Indagou o que eu ia fazer. Respondi que iríamos brincar de trenzinho.
Encapei meu pau e besuntei ele e o cuzinho do André, que seguiu introduzindo lentamente seu pau naquela gruta imaculada.
André passou a dedilhar o clitóris da irmã com uma mão e os peitinhos com a outra, enquanto Luna gemia e se contorcia de prazer. Até que enterrou o cacete inteiro na xereca, e com um sorriso nos lábios falou que o fato estava consumado, enquanto Luna iniciava um rebolado na tentativa de sentir a jeba por todos os ângulos.
Forcei meu pau em suas pregas até entrar a cabeça, fazendo-o gemer.
Numa cadência de vai-e-vem, ela arqueava e baixava as ancas, enquanto ele tirava quase tudo e voltava a enterrar.
E nesse compasso, meu pau se enterrava fundo em suas entranhas cada vez que ele tirava dela, e saia até a cabeça quando ele voltava a introduzir.
Suor escorrendo. Se misturando aos líquidos corporais. Estalar de corpos se chocando. Cheiro de sexo. Gosto de sexo ao lamber os dedos lambuzados pelo sexo da fêmea.
“Ah eu enlouqueço”. Falei quase gritando, enquanto André aumentava o frenesi e balbuciava: “Eu eu eu tô...”. Gemeu. Urrou. Gritou o nome da irmã. O meu...
Luna pediu para o irmão diminuir o ritmo, e convulsionou num orgasmo inigualável, contorcendo-se e gemendo. Liberei minha carga seminal quase junto, e o guri em seguida gritou: “Tô gozando... ai ai aaaaiii... ui ui...”.
Precisei segurá-lo para não cair, e ainda o imprensei contra o braço do sofá para ajudá-los a curtir um pouco mais o momento um dentro do outro.
Na sequência, rolou uma DP com a Luna
E um rala-e-rola com a colega da Luna
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