#Incesto #Teen #Virgem

Mariana, Dr machado e seu pai

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Thiago P.

Mariana tem retardamento mental, não sabe o q é sexo mas sente tesão.

Seu Zé empurrou a porta do consultório do hospital municipal com a mão calejada, trazendo Mariana pela outra. O ar condicionado gelado contrastava com o calor lá de fora. Mariana, 15 anos, diagnosticada com atraso mental desde o nascimento, usava um vestidinho simples de algodão azul-claro, daqueles de casa, com alças finas que deixavam os ombros morenos à mostra. O tecido leve colava sutilmente nos seios pequenos e na cintura marcada, terminando logo acima dos joelhos. Ela caminhava de cabeça baixa, olhos grandes e castanhos fixos no chão.
— Dr. Machado, a menina tá estranha faz uns dias. Não come, fica inquieta, rebola sozinha em casa... Tô preocupado.
Dr. Machado, alto, jaleco branco aberto no peito, gesticulou com calma.
— Pode deixar, seu Zé. Vou examinar com calma. Aguarde na recepção.
A porta fechou com um clique suave. O consultório era pequeno: maca de vinil branco no centro, luz fluorescente fria, cortina fina na janela.
Mariana sentou na maca, mãos no colo, pernas juntas.
— Me conta o que sente, filhinha — disse o médico, voz grave e profissional, puxando a banqueta.
— Um calor esquisito aqui dentro, doutor... uma agonia que sobe e desce. Eu não entendo — murmurou ela, voz baixa e inocente, infantil.
Dr. Machado começou o exame devagar.
— Levanta o vestido até a cintura pra mim.
O algodão subiu, revelando suas coxas e a calcinha branca de algodão simples, com um lacinho na frente. As mãos grandes e quentes dele apalparam a barriga dela em círculos lentos, pressionando, descendo até roçar a borda da calcinha. Depois subiram, apertando os seios por cima do tecido fino. Os bicos cor de rosa endureceram visivelmente contra o vestido.
— Respira fundo... Isso. Agora vira de costas.
Mariana virou, apoiando as mãos na maca. Ele levantou mais o vestido, expondo completamente a bundinha redonda e macia. As mãos dele massagearam as costas, desceram pelos quadris e apertaram as nádegas com firmeza, abrindo-as devagar. Os polegares roçaram a calcinha no meio.
— Tem muita tensão acumulada aqui. Vou aplicar uma injeção no bumbum. É o remédio principal.
Mariana agarrou a maca, respirando rápido, olhos arregalados de confusão.
Dr. Machado ficou em pé atrás dela. Afrouxou o cinto devagar. O pau dele — grosso, veioso, quase 22 cm de comprimento, cabeça rosada e inchada — já estava completamente duro. Ele roçou devagar por cima da calcinha, pressionando a fenda entre as nádegas macias, subindo e descendo com movimentos lentos e deliberados.
— Doutor... o que é isso quente e duro pressionando meu bumbum? — perguntou ela, voz trêmula e inocente, olhando por cima do ombro.
— Parte do exame, filhinha. Relaxa.
A porta se entreabriu. Seu Zé entrou, olhos arregalados. Viu a filha de costas, vestido arriado, e o médico roçando aquele pau grosso nela.
Dr. Machado não parou.
— Feche a porta, seu Zé. Ela precisa de tratamento completo: injeção no bumbum e remédio oral. O senhor pode ajudar.
Zé se aproximou, respiração pesada.
Os olhos carregavam culpa, mas o inchaço na frente da calça revelava o tesão.
O médico puxou a calcinha branca de Mariana para o lado e empurrou. A cabeça grossa abriu os lábios inchados dela devagar. Mariana soltou um gemido agudo, rosto contorcido:
— Ai, doutor... tá muito grosso... tá abrindo tudo... ai, tá doendo um pouco...
—Calma, menina, você já já acostuma.
Ele continuou entrando, centímetro por centímetro, até enterrar tudo. O pau grosso esticava ela visivelmente. Ele começou a meter ritmado, estocadas profundas que faziam a bunda dela balançar. O som molhado ecoava no consultório.
Depois de alguns minutos, o pau saiu brilhando.
— Sua vez, seu Zé.
Zé baixou a calça. Seu pau era um pouco mais curto, mas extremamente grosso, parecia uma lata de Coca-cola cabeça larga e vermelha. Roçou na entrada molhada da filha e empurrou. Mariana gemeu alto, olhos semicerrados, boca entreaberta:
— Papai... tá enchendo meu bumbum... ai... tá muito grosso... eu tô sentindo cada veia...
Enquanto Zé metia devagar, aumentando o ritmo, Dr. Machado foi para a frente. Segurou o queixo dela com delicadeza.
— Agora o remédio oral, filhinha. Abre a boca bem grande. É pra absorver pela garganta.
Mariana, olhos confusos e lacrimejantes, abriu a boca. O pau grosso do médico encostou nos lábios carnudos e entrou. Ela engasgou imediatamente quando ele chegou no fundo da garganta.
— Glk! Glk! — os sons molhados saíam enquanto saliva escorria pelo queixo dela. Lágrimas desciam pelo rosto inocente, mas ela não afastava a cabeça, só gemia abafado ao redor do pau.
.Zé metia na buceta dela enquanto o médico fodia sua boca. Mariana tremia inteira, gemendo e engasgando:
— Mmmph... ai... tá fundo demais... glk... glk...
A calcinha branca acabou caindo no chão, amassada e molhada, esquecida ao lado da maca.
Zé, suado, parou e perguntou, voz rouca:
— Doutor... posso aplicar no cu dela também? Pra completar?
Dr. Machado, ainda com o pau na boca de Mariana, assentiu.
— Claro. Ela precisa ter o cu destruído também. É essencial pra tirar toda a tensão.
Zé puxou o pau brilhante da buceta e encostou na entradinha rosa e apertada. Cuspiu na mão, lubrificou e empurrou devagar. Mariana arregalou os olhos, rosto vermelho, expressão de dor :
— Ai, papai! No bumbum não... tá doendo muito... ai, ai... tá rasgando... mas... Para... ai... Não to aguentando...
Zé não ligou para as lamurias da filha, ver aquele cuzinho se esticando, perdendo todas as pregas era uma visão maravilhosa.
O pau grosso dele entrou centímetro por centímetro, abrindo o cu virgem dela. Quando estava todo dentro, Zé começou a estocar mais forte. A bunda de Mariana balançava a cada impacto. Dr. Machado segurava a cabeça dela e metia na boca, fazendo ela engasgar ritmadamente, baba escorrendo pelos seios que saltavam do vestido abaixado.
Mariana, mesmo sem querer, gozou primeiro — corpo convulsionando, pernas tremendo violentamente, gemidos abafados virando gritos roucos ao redor do pau do médico. Lágrimas rolavam, rosto vermelho, expressão de quem estava sendo completamente tomada.
Zé grunhiu e gozou fundo no cu dela, enchendo com jatos quentes. Dr. Machado segurou a cabeça de Mariana com firmeza e gozou na garganta:
— Engole todo o remédio oral, filhinha... isso, tudo.
Ela engoliu engasgando, tossindo um pouco, porra escorrendo pelo canto da boca.
Os três ficaram em silêncio por um momento, ofegantes. Mariana desceu da maca devagar, pernas fracas e trêmulas, vestidinho amarrotado e levantado, seios à mostra, porra escorrendo pelas coxas e do cu. A calcinha branca continuava no chão. Ela limpou o queixo com o dorso da mão, ainda com expressão confusa e inocente, respirando pesado.
Dr. Machado ajeitou o jaleco.
— Tratamento completo. Se o calor voltar, tragam ela de novo. Ou apliquem em casa do mesmo jeito.
Zé ajudou a filha a ajeitar o vestido. Mariana saiu entre os dois, passos lentos e bambos, corpo marcado.
O tratamento estava completo.

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