Roberto, o diácono pecando Com o sobrinho
Roberto é evangélico que nunca saiu com outro homem, esse homem tinha que ser seu sobrinho?
Roberto sempre acreditou que conhecia a própria vida perfeitamente.
Casado havia mais de vinte anos, diácono da igreja, respeitado pelos vizinhos e pela família, ele gostava da rotina organizada que construiu. Aos cinquenta anos, mantinha a aparência elegante de alguém que se cuidava sem exageros: barba grisalha aparada, voz firme, postura tranquila.
Lúcio, o sobrinho de vinte e três anos, frequentava sua casa desde criança. Entrava sem bater, pegava água na geladeira, implicava com a tia na cozinha, ocupava espaço no sofá como se ainda morasse ali. Roberto sempre enxergou aquilo com carinho.
Até as coisas começarem a mudar dentro dele.
Foi Helena, sua esposa, quem trouxe a notícia certa tarde.
Ela dobrava roupas na cama enquanto falava casualmente:
— O Lúcio me contou uma coisa hoje.
Roberto continuou mexendo no celular. — Hum?
— Ele disse que é gay.
O silêncio veio imediato.
Roberto ergueu os olhos devagar. — Ele falou isso pra você?
— Falou. Disse que tava cansado de esconder.
Helena suspirou antes de continuar: — Acho que ele ficou com medo da reação da família.
Roberto assentiu sem dizer muito. Tentou agir normalmente, mas algo estranho se instalou dentro dele naquele instante.
Depois disso, passou a notar detalhes que antes ignorava.
Lúcio aparecia na casa deles quase toda semana. Às vezes para jantar, às vezes só para conversar com Helena, às vezes sem motivo nenhum. Chegava sorrindo, jogava a mochila no canto e dizia:
— E aí, tio. Sobreviveu ao culto?
Sempre brincando.
Sempre confortável demais perto dele.
Roberto começou a ficar inquieto com situações pequenas: o sobrinho sentado perto no sofá, a mão tocando seu ombro durante uma piada, o jeito como ria olhando diretamente para ele.
E então vieram os sonhos.
Na primeira vez, Roberto acordou antes do amanhecer, coração acelerado, tomado por vergonha instantânea. Não queria sequer lembrar das imagens confusas da própria cabeça. Levantou da cama em silêncio, foi até a cozinha e ficou parado no escuro tentando respirar normalmente.
Tentou convencer a si mesmo de que não significava nada.
Mas aconteceu de novo.
E outra vez.
Sempre acordando com culpa, sensação de pecado e um medo profundo de que alguém pudesse perceber o conflito que escondia tão mal dentro de si.
Durante o dia, fazia o possível para agir normalmente.
Mas Lúcio parecia notar a tensão crescente.
— Você anda estranho comigo — comentou numa noite, enquanto ajudava Helena a guardar pratos depois do jantar.
— Impressão sua.
— Não é não.
O sobrinho falou sorrindo, mas havia curiosidade genuína no olhar.
Roberto desviou imediatamente. — Você pensa demais.
Lúcio encostou na bancada da cozinha. — Ou talvez você esteja evitando olhar pra certas coisas.
Aquilo atravessou Roberto de um jeito perigoso.
Ele encerrou a conversa rápido demais, inventando qualquer desculpa para sair dali. Mas naquela noite demorou horas para dormir.
No domingo seguinte, Helena insistiu para que fossem todos ao clube da cidade.
— Faz tempo que a gente não sai junto — disse ela. — Vai ser bom.
Lúcio apareceu usando uma camiseta larga, óculos escuros e o mesmo sorriso tranquilo de sempre. Cumprimentou Roberto como fazia desde criança, dando um tapa leve em seu ombro.
— Bora, tio. Você precisa parar de viver só entre igreja e trabalho.
Roberto tentou rir.
Mas o passeio virou um teste silencioso para ele.
O clube estava cheio, barulho de crianças correndo, música distante, cheiro de protetor solar e cloro. Helena ficou conversando com amigas perto das mesas enquanto Lúcio foi direto para a piscina.
Roberto tentou não olhar.
Tentou prestar atenção no celular, nas pessoas ao redor, em qualquer outra coisa.
Mas de vez em quando os olhos escapavam involuntariamente até o sobrinho nadando, rindo com os amigos, água escorrendo pelos braços e pelo cabelo escuro. E cada vez que percebia isso, Roberto sentia a culpa subir como febre.
Aquilo não podia continuar.
Ele se odiava por estar desconfortável daquele jeito.
Mais tarde, já perto do fim da tarde, Lúcio sentou ao lado dele numa área mais afastada do clube. Por alguns segundos, nenhum dos dois falou nada.
Então o sobrinho perguntou, em voz baixa:
— Posso te perguntar uma coisa séria?
Roberto assentiu devagar.
Lúcio ficou olhando para a água antes de continuar: — Você acha que eu vou pro inferno?
A pergunta atingiu Roberto de surpresa.
— Por que tá pensando nisso?
— Porque eu cresci ouvindo isso na igreja.
Ele deu uma risada sem humor. — E eu tentei mudar, sabia? Rezei, pedi pra Deus tirar isso de mim… mas não mudou.
Roberto ficou imóvel.
Lúcio continuou: — Eu não escolhi ser assim, tio.
Aquilo desmontou alguma coisa dentro dele.
Porque não havia provocação naquele momento. Nem brincadeiras. Só medo.
Um medo real.
Roberto passou a mão devagar pelo rosto, procurando as palavras certas, mas nenhuma parecia suficiente.
— Eu… não sei responder tudo — admitiu finalmente.
Lúcio virou o rosto para ele, surpreso pela honestidade.
Roberto sentiu o peito apertar. A imagem rígida que sustentava havia anos parecia falhar justamente diante daquele garoto que confiava nele.
— Só sei que Deus conhece o coração das pessoas melhor do que qualquer um — disse, com dificuldade. — E que ninguém merece viver odiando a si mesmo.
Lúcio abaixou os olhos, claramente emocionado.
E Roberto se sentiu ainda mais perdido.
Numa terça-feira fria, Helena recebeu uma ligação logo cedo, ainda na cozinha.
Roberto tomava café distraidamente quando percebeu a expressão dela mudar.
— O que aconteceu? — perguntou.
Helena afastou o celular do rosto por um instante. — Minha mãe piorou.
O restante da conversa aconteceu em voz baixa, mas Roberto já tinha entendido o suficiente. Quando ela desligou, permaneceu alguns segundos imóvel, claramente preocupada.
— Vou precisar ir pra lá cuidar dela por uns dias — disse enfim. — Talvez uma semana… talvez mais.
Roberto assentiu devagar. — Você quer que eu vá junto?
— Não. Alguém precisa ficar aqui.
Ela tentou sorrir. — Além disso, seus filhos têm a vida deles agora. Trabalho, casamento, casa… ninguém vai conseguir aparecer aqui toda hora pra cuidar de você.
— Eu não preciso que cuidem de mim.
Helena riu enquanto começava a separar roupas na mala. — Roberto, você não sabe nem fritar um ovo.
Ele protestou, mas sem muita convicção.
Horas depois, a casa ficou silenciosa demais.
Sem Helena andando pelos corredores, sem televisão ligada no quarto, sem conversa durante o jantar. Roberto percebeu o quanto tinha desaprendido a ficar sozinho.
Na primeira noite, jantou qualquer coisa improvisada e dormiu cedo só para fugir do vazio da casa.
No segundo dia, já perto da noite, ouviu a campainha tocar.
Quando abriu a porta, encontrou Lúcio segurando duas sacolas de supermercado.
— Vim salvar sua vida.
Roberto franziu a testa. — O que é isso?
— Comida. Porque a tia foi viajar e você claramente vai sobreviver à base de café e pão.
Antes mesmo de receber resposta, Lúcio entrou na casa com a familiaridade de sempre.
— E eu também não queria você sozinho aqui.
A frase ficou presa na cabeça de Roberto mais do que deveria.
Na cozinha, Lúcio começou a guardar as compras enquanto falava: — Seus filhos tão ocupados demais com as próprias vidas pra ficar vindo aqui toda hora. Então sobrou pra mim.
— Eu não preciso de babá.
— Precisa sim.
Lúcio sorriu. — Você tem cara de quem queimaria até miojo.
Apesar de tudo, Roberto acabou rindo.
O jantar foi simples, mas agradável. Conversaram sobre assuntos aleatórios, futebol, igreja, vizinhos, coisas sem importância. Só que Roberto se sentia perigosamente confortável naquela companhia.
Como se a casa vazia deixasse tudo mais íntimo.
Mais tarde, já perto de dormir, o frio aumentou bastante. O vento fazia barulho nas janelas da sala enquanto Lúcio permanecia largado no sofá com uma manta fina sobre as pernas.
Roberto parou no corredor observando a cena por alguns segundos antes de falar:
— Lúcio.
— Hum?
— Pode dormir no quarto.
O sobrinho ergueu os olhos. — No quarto de vocês?
— A cama é grande demais pra uma pessoa só… e essa noite tá fria.
Assim que falou, Roberto sentiu o arrependimento imediato subir pelo peito.
Lúcio ficou em silêncio por um instante, estudando a expressão dele.
Então sorriu de leve. — Tá bom.
Mais tarde, já no escuro do quarto, Roberto permaneceu acordado encarando o teto.
O espaço ao lado da cama parecia quente demais. Próximo demais.
Conseguia ouvir a respiração tranquila de Lúcio no silêncio da madrugada, e isso bastava para deixá-lo profundamente inquieto.
Porque parte dele queria apenas ignorar tudo aquilo.
E outra parte estava começando a ter medo de não conseguir mais ignorar.
A escuridão do quarto era quase absoluta, quebrada apenas pelo feixe fraco de luz que entrava pela fresta da cortina. Roberto permanecia rígido de um lado da cama, o corpo tenso como corda de violão, ouvindo a respiração ritmada de Lúcio ao seu lado. O colchão afundava levemente com o peso do sobrinho, e o calor que irradiava dele parecia invadir o espaço que Roberto tentava desesperadamente manter.
De repente, o lençol se moveu. Um braço quente roçou o dele, deliberadamente. Depois, dedos tímidos deslizaram sobre o peito de Roberto, traçando o contorno da camisa do pijama. O toque era leve, quase hesitante, como se Lúcio testasse os limites.
— Lúcio... — murmurou Roberto, a voz rouca e baixa, carregada de alerta. Ele segurou o pulso do sobrinho, mas não o afastou com força. — Isso é errado. Você é meu sobrinho. Eu sou casado... diácono da igreja. Pare com isso.
Lúcio não recuou. Em vez disso, seu corpo se aproximou mais, o peito colando nas costas de Roberto. Os dedos continuaram descendo, explorando a barriga, parando na borda da calça do pijama.
— Eu sei o que você sente, tio — sussurrou Lúcio perto da orelha dele, a voz quente e trêmula. — Eu vejo como você me olha agora. Não precisa fingir mais.
Roberto tentou virar o rosto para protestar novamente, mas Lúcio foi mais rápido. A mão livre do sobrinho segurou seu queixo com gentileza e o beijou. Foi um beijo hesitante no início, lábios quentes e macios pressionando os dele, depois mais profundo, a língua buscando entrada. Roberto gemeu contra a boca dele, o corpo traindo a mente — as mãos que deveriam empurrar agora apertavam os ombros de Lúcio, puxando-o mais para perto.
O beijo se quebrou com um suspiro ofegante de Roberto.
— Não podemos... — tentou ele mais uma vez, fraco.
Mas Lúcio já estava descendo pelo corpo dele, puxando a calça do pijama para baixo. O pau de Roberto, grande e grosso mesmo semi-duro, saltou livre — quase 20 centímetros de comprimento, veias salientes, a cabeça larga e rosada brilhando na penumbra. Lúcio soltou um som baixo de admiração, segurando-o com as duas mãos.
— Tio... você é enorme — murmurou, antes de tomar a cabeça na boca.
A sucção quente e molhada fez Roberto arquear as costas, um gemido rouco escapando. Lúcio chupava com fome, descendo o máximo que conseguia, a língua girando em torno da grossura. Roberto agarrou os cabelos escuros do sobrinho, os dedos entrelaçando com força, empurrando involuntariamente mais fundo enquanto o prazer insano subia pela espinha. Estava quase gozando, o saco pesado apertando, quando Lúcio parou e subiu, beijando o peito dele.
— Goza dentro de mim, tio. Por favor.
Lúcio se posicionou sobre Roberto, montando suas coxas largas com as pernas abertas. Seus olhos se encontraram na penumbra do quarto — fome pura, crua, sem mais disfarces. O pau de Roberto, enorme, latejante, quase 20 centímetros de grossura veiada e cabeça rosada inchada, apontava para cima como uma barra de carne quente. Lúcio cuspiu duas vezes na própria mão, espalhando saliva generosamente na palma e depois passando na rola do tio, masturbando devagar, sentindo o peso e o calor latejante.
— Eu quero você inteiro dentro de mim, tio... — murmurou, voz rouca de desejo.
Ele se ergueu um pouco, alinhou a cabeça grossa contra o próprio cu virgem e apertado, e começou a descer. A resistência foi imediata. O anel rosado e enrugado de Lúcio se esticou devagar, forçado a abrir ao redor daquela circunferência brutal. Centímetro por centímetro, a pele delicada se dilatou, brilhando com saliva, o cu se abrindo obscenamente para engolir a cabeça larga. Lúcio soltou um gemido alto, quase um grito, unhas cravando fundo na cintura de Roberto enquanto a dor aguda queimava.
— Ahhh... caralho... você é grosso demais...
Roberto segurava os quadris do sobrinho com força, os dedos afundando na carne, lutando contra o instinto de meter tudo de uma vez. Ele sentia o cu de Lúcio pulsar e apertar como um punho quente e molhado ao redor da cabeça do seu pau. Aos poucos, o anel cedeu mais, engolindo mais alguns centímetros, as paredes internas se abrindo e se moldando ao redor da rola grossa com espasmos involuntários.
Lúcio desceu mais, ofegante, suor escorrendo pelo peito. O cu dele se esticava visivelmente, vermelho e brilhante, completamente aberto para acomodar o monstro do tio. Quando finalmente sentou até o fim, as bolas de Roberto encostando na sua bunda, ele parou, tremendo inteiro, respirando em soluços curtos.
— Porra... você me abriu todo... tô me sentindo tão cheio...
O prazer começou a tomar conta. Lúcio rebolou devagar no início, sentindo cada veia do pau grosso roçando dentro dele, acertando fundo na próstata. Depois acelerou, subindo e descendo com fome crescente, o cu engolindo e cuspindo a rola inteira a cada movimento. O som molhado, obsceno, de carne contra carne enchia o quarto junto com os gemidos dos dois.
Roberto não aguentava mais ficar parado. Segurando firme os quadris do sobrinho, ele metia para cima com força, estocando fundo, o pau desaparecendo completamente no cu guloso de Lúcio.
— Isso... toma meu pau, garoto... — rosnou Roberto, a voz quebrada de luxúria.
Lúcio virou de quatro de repente, empinando a bunda empinada e aberta para o tio. Roberto se ajoelhou atrás, admirando o buraco já dilatado, vermelho e brilhando de saliva e pré-gozo. Enfiou novamente com um golpe só, mais fácil agora, mas ainda sentindo aquela pressão deliciosa e quente. Começou a foder com estocadas ritmadas e profundas, pele batendo contra pele, as bolas pesadas estapeando a bunda de Lúcio.
— Mais forte, tio! Me fode... me usa! — implorou Lúcio, empurrando a bunda para trás, faminto.
Roberto agarrou os cabelos dele e meteu com tudo, o pau grande entrando e saindo rápido, abrindo aquele cu cada vez mais. Lúcio gemia sem vergonha, o corpo inteiro tremendo de prazer.
Por fim, Lúcio o empurrou de costas novamente e subiu, cavalgando com urgência selvagem. Seus quadris giravam e desciam com força brutal, o cu devorando a rola inteira até o fundo a cada descida. Uma mão dele se masturbava rápido no próprio pau duro, enquanto a outra apertava o peito suado de Roberto.
— Goza dentro de mim, tio... me enche!
Roberto não aguentou. Com um gemido gutural, quase animal, gozou violentamente, jatos grossos e quentes enchendo o fundo do cu de Lúcio. O sobrinho gozou logo em seguida, espirrando porra branca e espessa no peito e na barriga do tio, o cu apertando ritmicamente ao redor do pau ainda enterrado.
Os dois desabaram, ofegantes, suados e trêmulos, o quarto cheirando a sexo cru e desejo satisfeito. Lúcio ainda sentado no pau do tio, contraindo o cu de leve, como se não quisesse deixar nada escapar.
— Eu ainda quero mais... — sussurrou ele, beijando o pescoço de Roberto com fome renovada.
Roberto tentou protestar, a voz fraca e rouca:
— Lúcio... não... já foi longe demais...
Mas o sobrinho não deu espaço. Virou o corpo dele com facilidade, colocando Roberto de bruços na cama grande. As mãos firmes de Lúcio deslizaram pelas costas largas, descendo até as nádegas. Ele separou as pernas do tio sem pressa, expondo-o completamente.
— Relaxa pra mim — murmurou Lúcio, cuspindo na própria mão e passando saliva no cu virgem e apertado de Roberto. O dedo médio pressionou devagar, entrando até o nó. Roberto soltou um gemido abafado no travesseiro, o corpo inteiro tensionando.
— Isso é errado... eu não... ahh!
O dedo de Lúcio entrou e saiu algumas vezes, curvando-se, procurando aquele ponto sensível. Quando encontrou, Roberto arqueou as costas violentamente, um choque de prazer misturado à dor estranha. Lúcio acrescentou um segundo dedo, abrindo-o com cuidado, mas firmeza.
— Você tá tão apertado, tio... mas vai aguentar. Eu sei que quer.
Roberto agarrou os lençóis, o rosto enterrado, respirando pesado. A cabeça dele dizia não, mas o corpo traía — o pau grande já estava duro novamente contra a barriga.
Lúcio se posicionou atrás, a cabeça do seu pau — grosso, latejante, um pouco menor que o do tio mas ainda impressionante — pressionando a entrada. Empurrou devagar. A resistência era enorme. Roberto soltou um grito rouco quando a cabeça entrou, um ardor queimando que parecia rasgar.
— Para... dói pra caralho... — gemeu ele, lágrimas escapando dos olhos.
Lúcio parou, mas só por segundos, acariciando as costas dele.
— Respira. Vai passar... confia em mim.
Ele empurrou mais, centímetro por centímetro, até estar enterrado até o meio. Roberto tremia inteiro, o cu apertando em espasmos ao redor da rola invasora. A dor era lancinante, mas algo mais profundo começava a surgir — um prazer insano, quente, que subia pela coluna e explodia na cabeça.
Lúcio começou a meter devagar, estocadas curtas que foram ficando mais longas e profundas. O som molhado de pele contra pele enchia o quarto escuro. Roberto gemia alto, sem controle, o corpo suando frio.
— Ahh... Lúcio... devagar... porra...
Mas o sobrinho acelerou, segurando os quadris do tio com força, metendo fundo. Cada estocada acertava aquela bunda virgem, enviando ondas de prazer tão intensas que Roberto sentia as pernas fraquejarem. A dor ainda estava lá, queimando, mas o prazer a dominava, misturando-se num turbilhão que fazia a visão dele escurecer.
Lúcio o virou de lado, levantou uma perna dele e meteu mais fundo ainda, o pau batendo sem piedade. Roberto agarrava o braço do sobrinho, unhas cravando na pele, o corpo convulsionando.
— Eu... não aguento... vai me matar... — balbuciou, quase sem voz.
Lúcio não parou. Metia com ritmo forte, uma mão masturbando o pau enorme do tio ao mesmo tempo. Roberto sentia tudo girar — dor, prazer, culpa, desejo. O orgasmo veio como uma avalanche. Ele gozou violentamente, jatos grossos sujando a barriga e o peito, o cu apertando tanto que Lúcio gemeu alto e gozou dentro dele, enchendo-o com porra quente.
Roberto ficou tremendo, quase desmaiando, a respiração curta e entrecortada, os olhos semicerrados, o corpo mole e suado. Lúcio saiu devagar, deitou ao lado dele e puxou o tio para os seus braços, beijando sua testa úmida.
— Tá tudo bem, tio... respira...
Roberto mal conseguia falar. Só conseguiu sussurrar, exausto:
— Isso... não pode continuar...
Mas o corpo dele, ainda tremendo de prazer residual, já se moldava contra o de Lúcio. E os dois sabiam que ia continuar.
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Comentários (2)
Edson: Parabéns pelo conto! Que final surpreendente! Nem imaginaria que Lúcio não só se entregaria, mas também pegaria o tio de jeito!
Responder↴ • uid:jsj4h5qj2ygRoberto: Que delicia. Maravilhoso, serviço completo, adoro troca-troca. Com certeza isso rolou mais vezes, conta ai.
Responder↴ • uid:1e7jyualuc3c