#Estupro #Incesto #Teen #Virgem

Silvana, a vagabunda vendendo as duas filhas.

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Thiago P.

Silvana tá cada vez mais viciada e quem paga? As filhas dela vão ter que trepar com o traficante.

A casa de Silvana estava uma zona, cada dia mais viciada, não limpava mais nada: garrafas vazias espalhadas pelo chão, cinzeiros transbordando de bitucas, e aquele cheiro azedo de comida velha, suor e mofo impregnado nas paredes e no sofá.
Como não tinha dinheiro, prometeu as filhas para o traficante em troca de droga. Ele foi específico, queria meter nas duas, Jessica de 15 anos e Samantha de 16 anos.
Era para estarem de roupa curta, como boas putas.
No dia marcado, Silvana abriu a porta só de calcinha fio-dental surrada, os peitos médios pesados balançando livres. Jéssica e Samantha estavam sentadas no sofá, vestidas exatamente como Ronaldo havia exigido: shortinhos curtos que mal cobriam as bundas e regatas finas marcando os peitos.
— to vendo que você deixou as meninas prontas, Silvana — ele disse assim que entrou, vendo elas no sofá, já com um sorriso safado no rosto.
Silvana chamou baixinho. Jéssica se aproximou primeiro, visivelmente nervosa. Samantha veio atrás, miúda e trêmula, olhos grandes fixos no chão.
Ronaldo riu alto, pegou o celular e colocou um funk pesado e batidão pra tocar na caixa de som velha da sala.
— Isso aí, porra… vamos deixar o clima bem gostoso. Relaxa, suas putinhas. Hoje eu só vou abusar um pouquinho desses buracos — disse ele, piscando, enquanto passava a mão grande na bunda de Jéssica por cima do shortinho.
Ele puxou Jéssica pela cintura com força, colou a boca na dela e enfiou a língua fundo, beijando molhado e sujo, girando a língua dentro da boca da garota enquanto apertava e amassava a bunda firme dela. Jéssica gemeu baixo, sem saber onde colocar as mãos. Ele então agarrou Samantha pelo braço, puxou a garota miúda pra perto e enfiou a mão grande dentro do shortinho dela, dedilhando direto na bucetinha lisinha e apertada. Os dedos grossos esfregavam o clitóris de ninfeta e forçavam a entradinha, molhando a calcinha dela em segundos. Samantha soltou um gemido assustado, as pernas finas tremendo.
Silvana assistia tudo da poltrona, já pensando que as filhas renderiam uma boa quantidade de droga.
Ronaldo tirou a mão da buceta de Samantha, lambeu os dedos brilhando, virou pra outra irmã e mandou:
— De quatro, Jéssica. Empina esse rabo pra mim.
Jéssica obedeceu choramingando, ficando de quatro no sofá. Ele baixou a bermuda, exibindo a rola grossa, veiosa, com a cabeça roxa inchada e brilhando de baba e excitação. Cuspiu na mão, passou no pau e se encaixou atrás dela. Enfiou tudo de uma vez na buceta quente e apertada da garota. Jéssica berrou, o corpo inteiro tensionando.
— Aaaaiii! Tá muito grosso… tá doendo pra caralho! — gritou ela enquanto Ronaldo começava a meter forte, estocando fundo, batendo as bolas pesadas contra a buceta molhada. O sofá rangia alto com o ritmo bruto. Ele fodeu a buceta dela sem piedade por vários minutos, segurando a cintura fina, metendo até o talo, fazendo os peitos dela balançarem dentro da regata.
— Isso, aperta essa bucetinha novinha em volta da minha rola… toma rola grossa, sua putinha — rosnava ele, dando tapas estalados na bunda dela.
Sem tirar o pau da buceta de Jéssica, ele olhou pra Silvana:
— Vem cá, vadia. Chupa a xota da Samantha enquanto eu como a irmã dela.
Silvana se ajoelhou na frente de Samantha, puxou o shortinho e a calcinha pra baixo e começou a lamber a bucetinha da filha com fome, língua passando nos lábios delicados, chupando o clitóris. Samantha gemia baixo, lágrimas escorrendo pelo rosto.
Ronaldo finalmente tirou o pau brilhante de melado da buceta de Jéssica e, sem aviso, pressionou a cabeça grossa contra o cuzinho dela.
— Não… por favor, não aí… — implorou Jéssica, mas ele empurrou mesmo assim. O cu dela se abriu com dificuldade ao redor da rola grossa. Jéssica berrou alto de dor:
— Aaaaaiiii caralho! Tá rasgando meu cu! Mãe, para ele! Tá doendo muito!
Samantha só olhava pra filha com uma certa pena, mas sabia que tinham que passar por aquilo.
—Aguenta, filha, daqui a pouco seu cu acostuma.
Enquanto comia o cu de Jéssica, ele mandou Samantha e Silvana ficarem de quatro lado a lado no sofá, bundas empinadas. Assim que as duas obedeceram, Ronaldo tirou o pau do cu de Jéssica com um “ploc” molhado e foi direto pra Samantha. Cuspiu na mão, esfregou na rola e pressionou a cabeça enorme contra o cuzinho minúsculo e virgem da garota miúda.
Samantha sentiu a pressão primeiro — a cabeça grossa e quente forçando o anel apertadíssimo. Ela começou a chorar antes mesmo de entrar.
— Não… por favor… vai rasgar… — soluçou.
Ele empurrou devagar, mas firme.
A menina tentou escapar, com uma mão, ela segurou forte pelo ombro, seus dedos apertando tanto que a marca vermelha se formou quase instanteneamente.
O cuzinho dela não resistiu e começou a se abrir, esticando ao limite, fino e brilhante. Centímetro por centímetro a rola monstruosa invadiu o corpo pequeno, fazendo a barriguinha dela inchar visivelmente com o contorno do pau. Samantha gritou alto, lágrimas jorrando:
— Aaaaiiii! Tá me empalando! Tá muito grande… vou desmaiar!
Ronaldo grunhiu de prazer e começou a meter de verdade no cu virgem dela, estocadas longas e brutais, enquanto enfiava os dedos no cu de Silvana ao lado. Primeiro dois, depois três dedos, abrindo a mãe sem dó.
Não satisfeito, cuspiu na mão toda, juntou os dedos e começou a forçar a mão inteira no rabo de Silvana. A mãe soltou um grito rouco e profundo quando o punho dele passou do anel, entrando fundo no cu dela.
— Aaaai porra… tá me abrindo toda… sua mão inteira no meu rabo… — chorou Silvana, lágrimas escorrendo enquanto o braço dele entrava e saía devagar, fistando ela com força, o cu dela esticando obscenamente ao redor do pulso.
— Isso, chora, sua drogada nojenta. Toma a mão inteira no cu como a puta que você é — grunhiu Ronaldo, ainda metendo no cu apertado de Samantha.
Ele mandou Jéssica pegar o celular e filmar tudo de perto: o punho destruindo o cu da mãe, o pau arrombando o cu da irmã, as lágrimas escorrendo nos rostos das três.
— Filma direitinho, Jéssica. Quero ver depois como as duas putinhas irmãs e a porra da mãe viciada estão sendo destruídas.
Ronaldo se esbanjava no cu de Samantha e o punho continuava abrindo o cu de Silvana.
—vem cá, Jéssica, deixa eu ver suas tetas. A moça se aproximou, tremendo, Ele começou a chupar e morder e os peitos da garota, sugando os mamilos duros de Jéssica com força, mordendo os peitinhos pequenos até deixar marcas vermelhas.
— Abre a boca, sua cadelinha — rosnava, cuspindo grosso na língua de Jessica enquanto fistava a mãe.
Depois tirou o pau do cu de Samantha e a mão do cu de Silvana com um som molhado e obsceno. Puxou Samantha pela cabeça e enfiou o pau sujo de cu direto na boca da garota miúda. Samantha engasgou na hora, olhos arregalados. Ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e fodeu a garganta dela sem dó, batendo fundo.
— Gluck… gluuuck… gluuuurk — os sons engasgados enchiam a sala. Samantha babava demais, lágrimas escorrendo, até que o estômago dela não aguentou. Ela vomitou uma golfada grossa e quente de baba e suco gástrico que escorreu toda no pau dele, nos peitos miúdos dela e no chão. Ronaldo não parou, continuou fodendo a boca suja dela por mais uns segundos, espalhando o vômito todo na cara dela.
Em seguida ele foi para o sofá sofá e puxou Silvana entre suas pernas :
— Senta essa cara de puta aqui. Lambe meu cu direito, vadia.
Silvana obedeceu, separou as nádegas fortes e peludas dele e enfiou a língua fundo no buraco enrugado. O cheiro era pesado e nojento: suor azedo acumulado de dias misturado com um fundo terroso, amargo e levemente merdoso. O gosto era salgado, amargo, terroso e rançoso, com aquele sabor forte de macho sujo. Ela lambeu avidamente mesmo assim, língua girando e penetrando o cu dele enquanto ele gemia de prazer.
Jéssica começou a engatilhar para longe, ela a agarrou pelos cabelos.
—Volta aqui, piranha.
A moça gritou de dor e voltou para perto.
Não satisfeito, deu um tapa na cara da moça, deixando seus 5 dedos marcados na pele clara.
Pra gozar, Ronaldo puxou Samantha de novo, enfiou o pau na boca dela e fodeu a garganta da garota enquanto beliscava e torcia forte os peitos de Jéssica, puxando os mamilos até a garota gritar. Samantha engasgava, chorava, baba e resto de vômito escorrendo. Ele meteu fundo e gozou com um grunhido longo, enchendo a boca da garota miúda de porra quente, grossa e salgada. Samantha tentou engolir, mas parte escorreu pelos cantos da boca e pingou nos peitos.
Ele sorriu, satisfeito, de saco vazio.
As três respiravam pesado, felizes por enfim ter acabado. Mas Ronaldo ainda queria mais um pouco de humilhação.
— Agora vou dar um banho de mijo nessas três putas nojentas — disse ele, ofegante.
Mandou as três ajoelharem no chão da sala, lado a lado, rostos virados pra cima, bocas abertas e línguas para fora. Segurou o pau grosso e começou a mijar. O jato quente, forte e amarelo acertou primeiro o rosto de Samantha, encharcando os cabelos, olhos, boca aberta e escorrendo pelo queixo. Depois mirou em Jéssica, molhando os peitos firmes, a cara e a língua. Por último, Silvana recebeu o resto, o mijo escorrendo pelos peitos médios, barriga, buceta e coxas. As três ficaram completamente encharcadas, cheirando forte a urina, porra, cus destruídos e suor.
Ronaldo sacudiu o pau, puxou a bermuda pra cima e jogou dois pacotes grandes de cocaína na mesa.
— Bom pagamento, suas putas. Semana que vem eu trago os amigos pra usar esses buracos todos direito.
Ele saiu rindo. Samantha e Jéssica ficaram abraçadas no chão, chorando baixinho, corpos destruídos, molhados de mijo, porra e baba. Silvana pegou um dos pacotes com a mão trêmula, cheirou uma carreira grande e revirou os olhos de prazer.
—Obrigada, minhas meninas.

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