#Assédio #Incesto #Teen #Virgem

Comi o cuzinho virgem da sobrinha da minha esposa

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Solepa

Deflorei o botão rosa da Luna na mesma semana em que lhe proporcionar seu primeiro orgasmo. Aliás, primeiro e segundo. E no mesmo dia

Moramos na parte de baixo, a sogra na casa do meio, e o irmão mais velho da minha esposa mora na de cima. Com a esposa (Leila), e Luna, a enteada.

Estou na pia da cozinha, e escuto alguém chamar. E antes que eu pudesse responder, entra Luna saltitando e toda sorridente. Vestia o uniforme da escola: Camiseta azul clara e saia preta.
Toda eufórica e, misturando os assuntos, falou de orgasmo sozinha, da calcinha nova da mãe, do orgasmo da colega...

“Calma. Respira”. Falei, colocando a mão na sua boca, e pedindo para falar devagar.

“Vim com essa para trocar com a anterior”. Falou, ao levantar a saia e mostrar a calcinha nova da mãe. “Está usada e bem cheirosa com o aroma dela”. Continuou.
“Linda. Parece bem gostosa”. Falei. “E o que tem o orgasmo?”
“Consegui sozinha”. Respondeu.
“Ah! Que legal. Parabéns pelo progresso”. Comentei.

Com uma carinha triste, falou que não é tão gostoso quanto feito por mim, principalmente sem meus dedos lá atrás.
“Se os dedos são tão bons assim, precisas experimentar isso”. Falei olhando para baixo.

Calou e ficou estática.
Suspirou, olhando o volume no avental.
Coçou o queixo e suspirou novamente.
Pigarreou e sussurrou: “Será que eu aguento?”

“Não custa tentar. E como disse pro teu irmão: Sempre tem a primeira vez”.
“Relaxando, e eu fazendo com bastante carinho, guenta sim”. Falei enquanto lhe dava um selinho, e voltei para a pia.
“E tua colega, o que que tem?”. Perguntei na sequência.
“Contei para ela que você me ensinou a gozar na siririca”.
“Como assim. Falou o que fizemos?” Perguntei espantado. “Sim”. Respondeu. E acrescentou: “Ela experimentou, mas não conseguiu gozar. Então eu falei que você poderia ajudá-la”.
“Mas tu não pode falar com qualquer um sobre essas intimidades”. Falei em tom um tanto áspero.
Falou para eu me tranquilizar, pois só tinha falado com essa colega que é mais chegada, e ela prometeu guardar segredo.
Resmunguei um aiaiaaaiii...

“Então tá”. Falou depois de um breve silêncio.
“Já decidi. Quero ele, apontou para o meu pau e o pegou por cima do avental.
Falei que tudo bem, e que depois conversaríamos.

“Agora”. Falou, tentando enfiar a mão por debaixo do avental.
Me virei e segurei sua mão, enquanto Perguntava:
“Agora? Não tem lição de casa? E teu pai?
Ao que respondeu: “Já fiz a lição de casa, e até já lavei a louça. E meu pai foi levar a vovó no banco e depois no mercado”.
E com um sorrisinho maroto no canto dos lábios acrescentou: “Vão demorar”.
“E porque não agora?” Concluiu.
“Beleza”. Falei. “Mas ainda preciso limpar a casa, e tu precisa se preparar”. Continuei.

Ela disse que estava pronta, e que até poderia me ajudar.
Mandei subir e fazer a “xuca” - expliquei direitinho -, e que voltasse com um short bem soltinho, uma camiseta justa, e com a mesma calcinha.
“Ah! E traz algum material de aula e outra camiseta”. Completei.

“Ainda tá nessa?” Perguntou, em tom de brincadeira, ao voltar de casa. E continuou: “Quer ver como ficou limpinho?”
Falei que depois eu conferiria.
“Vai comprar bombril para mim, enquanto termino”. Falei, entregando-lhe dinheiro. “De bike, para não demorar muito”. Concluí.

Uns vinte minutos depois, chega ela, ofegante, vermelha, e escorrendo suor - pudera, a temperatura beirava os 36º -.

“Podemos começar?” Perguntou, fazendo menção de tirar a blusa.
Respondi: “Podemos, mas não tira a roupa ainda”, ao abraçá-la e juntar nossos lábios num beijo bem ardente.
Pulou no meu colo, entrelaçando as pernas na minha cintura e os braços no meu pescoço.

“Se dessa distância já consigo sentir o aroma da xereca suada, diretamente lá deve estar delicioso”. Pensei.
Meu plano de fazê-la suar deu certo.

Sentei ela na beirada do sofá e a fiz recostar-se, ficando quase deitada. Ajoelhei à sua frente, e com uma mão em cada perna, a acariciei, indo e voltando, a partir do joelho, entrando um pouquinho pelas pernas do short, até perto da virilha.
Numa dessas subidas, escorreguei as mãos para as laterais das pernas, indo até a calcinha, enquanto fui beijando suas coxas.
Me agarrou pelos cabelos, e não sabia se me puxava ou empurrava.
Tirei o short, puxando pelas laterais e enfiei a cara entre suas pernas, inalando seu delicioso, inebriante e indescritível aroma natural. Um misto de suor e líquidos hormonais. Com uma pitada dos resíduos da xereca da mãe.

Ávido por sentir mais de perto aqueles aromas extasiantes, tirei a calcinha e caí de boca na perereca, que satisfez a todas as minhas expectativas.
Chupei seus lábios, penetrei a língua o mais fundo possível naquela gruta imaculada... e o grelo... ah o botãozinho mágico...
Brinquei um pouquinho ali, e desci para o orifício anal, que era a proposta para o momento.
Lambi e enfiei fundo a língua, fazendo-a a gemer e quicar no sofá.
Levantei e a rodei, segurando pelas pernas, a deixando com a bunda no braço do sofá.
Fui abrir a camisinha, e ela disse para fazer sem, pois queria sentir meu leitinho quente nas suas entranhas, igual seu irmão.
“Como assim?”. Perguntei. “De onde tirou essa ideia?” Completei.
“André disse que é bom”. Respondeu.
“Mas eu usei camisinha”.
“Uiii”. Fez ela. “Entreguei meu irmão. Foi com seu colega. Mas não fala nada. Por favor”.

Coloquei o indicador nos seus lábios, encerrando a conversa.

Besuntei suas pregas com bastante lubrificante e introduzi um dedo. Deu uma piscadinha. Besuntei meu pau e encaixei na portinha. Ela piscou e fechou. Dei um beijinho na região do monte de vênus, e falei para soltar os músculos.
Foi relaxando enquanto eu forçava a cabeça na entrada. Comecei a bolinar os mamilos com uma mão, e com a outra no clitóris.

Entrou a cabeça num “ploc”, e ela gritou e pulou. Fiquei uns instantes parado e logo continuei a penetração. Voltando um pouquinho, e entrando mais.
Perguntei se estava doendo.
“Um pouco, mas é uma dor gostosa. Curtida”. Respondeu.

Cheguei ao fundo.
Iniciei um vai-e-vem lento, e paulatinamente fui aumentando o ritmo. E ela rebolando e se contorcendo no embalo.
Colocou a mão sobre a minha, e aumentou a esfregação no clitóris. Tirei a minha mão e ela assumiu a masturbação com mais intensidade. Passei a estimular os dois mamilos.
Os gemidos se transformaram em urros, e gritou: “Mete. Mete com força. Tá arrombando meu cú. Delícia. Aiaiai... uiuiui... Aaaiii eu vou... Hummm... ááá...ããã...”.
Quicando e corcoveando, gozou feito uma louca alucinada. Eu fui no embalo, e liberei minha gala, que jorrou aos borbotões, preenchendo suas entranhas.

Desmontei sobre ela, que já tinha se amolecido toda, também, e unimos nossos lábios num beijo bem molhado e muito carinhoso.

Meu pau foi amolecendo e saindo vagarosamente enquanto ela se acomodava melhor. Coloquei sua camiseta debaixo para amparar a lambança, e continuamos abraçados.
Sussurrou no meu ouvido: “Meu irmão tinha razão, é muito gostoso ter as entranhas preenchidas com um leitinho quente. Precisamos repetir”.

Estava dormindo quando retornei do banho. Na posição em que a deixei.
Fiquei admirando aquele corpinho angelical repousando em meio a uma cena que parecia o resultado de uma tempestade - o que não deixa de ser, né!? -. Um short no braço do sofá, uma camiseta no encosto e outra amontoada debaixo dela, guardando nossos líquidos corporais. E para completar, uma calcinha no chão em meio a almofadas.

A acordei com um beijinho no rosto, e mais um no queixo, outro no peito... beijinhos nos mamilos... e fui descendo, enquanto ela, com seus dedos emaranhados nos meus cabelos, na dúvida se puxava ou empurrava a minha cabeça.
Conclui com uma chupada nos lábios e uma lambida em toda a cavidade vaginal, fazendo-a estremecer.
Sentei ao seu lado e falei que estava na hora de subir, pois logo logo sua mãe chegaria do serviço.
Mal terminei de falar, e ela chama pela Luna, já passando o portão, que fica uns seis metros da minha porta.
Luna levanta num pulo e corre para o banheiro. Falei “ei”, enquanto juntava a camiseta limpa e o short e jogava para ela, já na porta do quarto.

Chutei a calcinha para debaixo do sofá, joguei uma almofada sobre a camiseta que estava no assento, sentei no braço do sofá, ficando de frente para a porta, e gritei, enquanto pegava um livro qualquer que estava na bancada: “Chega mais, Leila. A Luna está no banheiro”.

Ao chegar na porta, falei para entrar, e me levantei para cumprimentá-la com um beijo de bochecha e um leve abraço.
Conversamos algumas frivolidades até a Luna chegar.
E Leila, com um semblante um tanto sério, pergunta: “Então”. - pausa para respirar –
Gelei... suas palavras vinham em câmera lenta, mas meus pensamentos a milhão.
Continuou: “O que”...
Devo ter corado, pois senti o rosto pegar fogo.
E concluiu: “Vocês estão estudando?”

“Filosofia”. Luna respondeu quase de pronto. Pois era o livro que estava faltando na bancada, para onde, sem querer, olhou ao retornar do banheiro.
Ufa! Pensei. Pois o que eu iria responder, se nem sabia qual o livro estava na minha mão? E se falássemos juntos, e cada um falasse uma matéria diferente?

“Legal”. Falou, enquanto saia. E continuou: “Não demora para subir que vou preparar um lanche”.
Quase cortando a sua fala, eu disse: “Sobe com tua mãe. Semana que vem a gente entra no outro capítulo”. E já fui juntando seu material da bancada.

“Ainda quero ver o quanto esse estudo vai valer a pena”. Falou, dando uma olhadinha sobre o ombro.
“Estou precisando de alguém com essa disposição e presteza para me ajudar nos meus afazeres”. Emendou ela. E, virando-se para mim, quase tocando seu nariz no meu, pois eu também estava caminhando em direção à porta, continuou, num sussurro entre os lábios: “Já que o outro não está mais dando conta de nada”.

Na sequência ajudei o irmão, André, a tirar seu cabacinho

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