#Grupal #Incesto #Teen #Voyeur

A descoberta de um pai. Vouyer para minha filha 3

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lodive0

Osmar passou mais uma madrugada se masturbando, assistindo os vídeos que recebeu. Os olhos ardiam, a mão doía, mas ele não conseguia parar. Quando finalmente apagou o computador e deitou na cama, o sono veio pesado.

E o sonho veio com ele.

Dessa vez, ele estava dentro do carro. Sentado no banco de trás. O ar quente da praia entrava pelas janelas abertas, e o sol batia no couro dos bancos. No volante, David dirigia com uma das mãos, um sorriso preguiçoso no rosto. No banco do carona, um homem que Osmar não reconhecia estava recostado, os olhos fixos na cena que acontecia ao lado.

Ayla estava no banco do passageiro.

Ela usava a parte de cima do biquíni — os dois triângulos minúsculos que já estavam amarrotados. Um dos mamilos escapava pelo tecido, rosado e duro. Os cabelos dela voavam com o vento das janelas abertas, bagunçados, soltos, como se o ar também quisesse tocar a pele dela.

Ela cavalgava no pau do desconhecido. O corpo subia e descia, a buceta molhada e apertada deslizando pelo comprimento do membro. Osmar via o brilho da lubrificação, a pele esticando a cada descida.

Ayla gemia. O som era o mesmo dos vídeos, mas agora parecia mais próximo, mais real. Ela olhou para o retrovisor. Os olhos dela encontraram os olhos dele.

— Aaaah, papai… aaaah…

A voz dela era direcionada para ele. Não para o homem que a fodia, não para David, não para a câmera imaginária. Para Osmar.

— Parece que sua garota quer gozar.

David falou sem tirar os olhos da estrada. A voz vinha com uma risada baixa, divertida, como quem sabia exatamente o que estava fazendo. A mão esquerda dele largou o volante, deslizou para o lado, encontrou o grelinho de Ayla.

Os dedos de David massagearam o clitóris dela com a mesma naturalidade com que alguém ajusta o rádio. Osmar viu o corpo de Ayla se contrair. A respiração dela falhou. O gemido que veio depois foi mais agudo, mais desesperado.

Ela gozou.

O corpo de Ayla tremeu no colo do desconhecido, a buceta apertando o pau que ainda estava dentro dela. Ela arqueou as costas, os seios pequenos apontando para o teto do carro, o mamilo escapando completamente do biquíni agora.

O som do orgasmo dela ecoou dentro do carro.

Ela virou o rosto, o suor escorrendo pela testa, os olhos ainda marejados. Ela olhou no retrovisor de novo.

— Gostou, papai?

Osmar acordou.

O pau estava duro. Mais duro do que parecia possível. A ereção latejava contra o lençol, tão intensa que quase doía. O tesão era o mesmo de sempre, mas agora parecia maior, mais urgente, mais animal.

Ele deitou na cama, ofegante, a mão já descendo para o pau, o corpo ainda quente do sonho. O rosto de Ayla ainda estava na mente dele. A voz dela. O olhar no retrovisor. O "gostou, papai?" que continuava ecoando dentro da cabeça.

Ele não sabia se queria acordar de novo.

O banho foi demorado. A água quente escorria pelas costas de Osmar enquanto a mão direita, quase por instinto, deslizava pelo pau. Não era mais prazer, era um hábito. Uma forma de esvaziar a cabeça antes de fazer o que precisava fazer.

Ele se secou, vestiu uma camisa limpa, sentou na borda da cama e pegou o celular.

O coração acelerou antes mesmo de discar. Ele não ligava para Ester há meses. As ligações eram sempre sobre a filha, sempre rápidas, sempre secas. Dessa vez, ele sabia que não seria rápido.

O telefone chamou uma, duas, três vezes. Cada toque parecia mais longo que o anterior. Osmar apertou o aparelho contra a orelha, os dedos suando, a respiração presa.

— Alô?

A voz de Ester soou desconfiada, como se ela já soubesse que aquela ligação não era sobre a filha.

— Ester, preciso conversar. Tá ocupada?

— Não, acabei de chegar da academia. — Ela ainda estava ofegante. — O que foi?

— É sobre seu namorado.

Silêncio.

— O David? — A voz dela mudou, ficou mais cortante. — Por que você nunca se importou antes?

— É mais… — Osmar hesitou. — Eu preciso saber quem é o homem que está perto da minha filha.

Ester soltou uma risada curta, seca, sem humor.

— Nossa, da onde veio essa preocupação de pai? Nunca vi você tão interessado antes.

— Ester, eu estou falando sério. — A voz dele saiu mais firme do que ele esperava. — Eu preciso saber quem está perto da minha filha. Onde você conheceu esse homem?

— O que você quer tanto saber?

— O que ele faz. Como vocês se conheceram. Porque me informaram que ele não demorou muito para se infiltrar na minha casa depois que eu saí.

Silêncio. Dessa vez, foi Ester quem hesitou.

— Quem te falou isso?

— É verdade ou não?

— Não é bem assim… ele…

Ela parou. Osmar ouviu a respiração dela do outro lado da linha, mais lenta agora, como se estivesse escolhendo as palavras com cuidado.

— Ele era médico da nossa filha.

Osmar sentiu o peito apertar.

— O quê?

— Ele era pediatra dela. A gente já se conhecia antes do divórcio. Ele sempre foi um porto seguro, Osmar. Quando a gente se separou, ele estava lá. Pra mim. Pra ela. — Ester falava mais devagar agora, como se estivesse convencendo a si mesma enquanto falava. — Ele já era próximo da nossa filha. Eu me sentia segura com ele. Ele cuidava dela. Isso me conquistou.

Osmar não respondeu. A mão segurava o celular com força, os dedos brancos no plástico.

— Osmar? Você tá aí?

Ele estava. Mas não sabia o que dizer. Aquele homem o mesmo do sonho, o mesmo que ele via nos vídeos era o médico da filha. O homem que Ayla chamava de papai nos vídeos era o médico que cuidava da saúde dela.

O peito doía de uma forma que ele não sabia explicar.

— Osmar? — a voz de Ester veio do outro lado da linha, ainda desconfiada.

— Pode passar pra Ayla?

Houve uma pausa curta, um farfalhar de tecido, passos no piso.

— Claro. Só um minuto.

Osmar sentou-se no sofá, a mão livre passando pelo rosto. Era muita coisa para processar. Mesmo para um homem como ele, que já vira tanta coisa na tela do computador, que já se entregara a tantas fantasias, aquilo era surreal. As imagens dos vídeos se misturavam com a voz de Ester, com o nome da filha, com a revelação de que David era médico dela.

O silêncio se estendeu. E então a voz veio.

— Papai?

O coração de Osmar deu um pulo. A voz de Ayla era doce, amorosa, exatamente como ele lembrava. Mas agora ela entrava no ouvido dele de um jeito diferente, como se cada sílaba tivesse um peso que não tinha antes.

— Oi, amor.

— Oi, pai. Tudo bem com o senhor?

Osmar fechou os olhos. A mão livre, contra a vontade, já se movia em direção à calça.

— Sim, tudo perfeito.

A voz saiu estável, calma, mas por dentro ele estava em brasa. O pau endureceu num instante, uma ereção vigorosa que parecia ter vida própria. A mão dele encontrou o volume, apertou leve, como se estivesse tentando se controlar.

Ela parecia tão inocente. Tão distante dos vídeos, das imagens, do sonho no carro.

— E a escola? — ele perguntou, sem ter planejado. A pergunta saiu automática, como se ele ainda fosse o pai que não sabia de nada.

— Tá ótima. Tirei 9,5 em geografia. A professora até me elogiou, disse que minha redação foi a melhor da sala.

A voz dela era tão leve, tão cheia de orgulho, que Osmar sentiu uma pontada no peito. Ele fechou os olhos de novo. A mão deslizava no próprio comprimento, devagar, quase involuntária. A respiração ficou mais curta.

Ela continuava falando sobre a rotina dela, sobre a escola, sobre coisas normais. E ele estava ali, no sofá, com o pau duro ouvindo a filha contar sobre a prova de geografia.

— O David me ajudou muito — ela disse, num tom mais baixo, quase confidencial. — Ele estudou comigo para a prova de biologia.

Osmar abriu os olhos.

O nome dele cortou o momento como um tiro. A mão parou no pau. A respiração se prendeu.

— O David? — ele repetiu, a voz mais seca do que ele gostaria.

— Sim, ele é muito bom em biologia. Ele é médico, sabia? Ele era meu pediatra.

Osmar não respondeu. A mão ainda estava no pau, mas agora não se movia. O nome dele ainda ecoava na cabeça.

O médico dela. O homem dos vídeos. O "pazinho" que a fodia que a exiba no shopping, que o enviava todos os conteúdos que um pai sonha em ter da própria filha.

O padrasto que estudava biologia com ela.

— Pai? O senhor tá aí?

— Tô, amor. — A voz saiu rouca, falhada. Ele engoliu seco, sentiu a saliva descer pela garganta seca. — Desculpa, é que o sinal falhou um pouco. Esse David é legal com você?

— Sim, ele é muito bom para mim.

A frase entrou no ouvido de Osmar como uma droga. A palavra "bom" se transformou em imagens. Ele via a filha deitada, as pernas abertas, o gozo escorrendo pela coxa. Via a buceta rosada e molhada sendo aberta por aquele pau que ele já conhecia. Ouviu o gemido dela, aquele mesmo gemido que ele guardava nos vídeos, a voz chamando o homem de "papai" enquanto ele enterrava o pau nela.

Ela é tão boa para mim também, pensou Osmar, a mão apertando o pau por cima da calça.

— Fala para mim sobre ele. — A voz dele saiu baixa, quase um pedido. — Papai quer saber se ele é um bom homem.

Ayla começou a falar. A voz dela era doce, pura, cheia de admiração. Ela descrevia um padrasto que ajudava com os deveres, que levava a sério o papel de pai. Um homem gentil, carinhoso, presente. Alguém que a ouvia, que se importava, que estava sempre ali quando ela precisava.

Osmar ouvia, mas no fundo da mente ele via outra coisa.

Via o homem apertando a bunda dela, afundando os dedos na carne. Via o pau entrando naquela bucetinha perfeita, esticando a pele, deslizando no líquido quente. Via o esperma escorrendo, pingando no chão, o polegar dele enfiando o gozo no cu da menina.

"Minha putinha" — ouvia a voz do homem nos vídeos. "Depósito de gozo."

— Ele é tão atencioso, pai. Ele lembra de tudo, até do meu aniversário.

Osmar fechou os olhos. A mão deslizava no pau agora, os dedos apertando a cabeça. Ele imaginava Alya falando aquelas palavras enquanto estava de joelhos, a boca cheia de porra, os olhos marejados.

— E ele te leva para lugares legais? — perguntou, a voz mais rouca.

— Sim, ele me levou no shopping semana passada. Foi tão divertido ele comprou aquele perfume que eu queria tanto

O shopping onde ela sou com um vestido curtinho, sem calcinha. Ela exibindo os mamilos, David levantando a saia dela deixando a pepequinha lisinha a vista pra qualquer um ver.

Osmar segurou o gemido que subia na garganta. A mão acelerou no pau.

— Ele parece ser um bom homem mesmo — ele disse, e as palavras vieram sem esforço, como se estivesse falando sobre o tempo.

— Sim, eu gosto muito dele.

A voz de Ayla era tão sincera que doía. Ela acreditava naquilo. Ela não sabia que o homem que ela admirava a filmava enquanto a fodia. Não sabia que o pai dela tinha visto cada segundo daquela performance.

Osmar sentiu o corpo aquecer. A mão subia e descia no comprimento, o pré-gozo já molhando a ponta.

— Papai vai desligar agora, amor.

— Tudo bem. Te amo, papai.

— Te amo também.

O celular caiu no sofá. Osmar inclinou a cabeça para trás, a respiração pesada. Ele já sabia o que ia fazer. Abriu a pasta secreta no computador. As fotos de Ayla estavam ali, as mesmas que ele conhecia de cor. A buceta aberta. O gozo escorrendo. O sorriso dela com a porra nos lábios.

A mão começou a se mover, rápido, forte. Ele pensou na voz dela dizendo "ele é muito bom para mim" enquanto a imagem da filha deitada com as pernas abertas preenchia a mente. Pensou no pau entrando, no líquido escorrendo, na boca dela cheia.

— Isso, putinha — ele sussurrou sozinho. — Isso, sua putinha.

O gozo veio forte, quente, jorrando na mão, na barriga, no teclado. O corpo tremeu, os olhos se fecharam, e a imagem final foi o rosto de Ayla na tela, com o esperma escorrendo pelo queixo.

Ele ficou ali, ofegante, o pau ainda pulsando. O silêncio da sala voltou, pesado, cheio de ecos.

****

Uma semana se passou desde a primeira ligação do pai.

Desde então, ele ligava todos os dias. A voz dele às vezes soava estranha, mais rouca, como se estivesse ofegante. Ele passava horas falando com ela, incentivando-a a contar sobre o dia, sobre a escola, sobre qualquer coisa. A voz dele parecia querer sugar cada palavra que ela dizia.

Ayla sentia algo estranho durante as ligações. Uma sensação que não sabia nomear, mas que a deixava quente por dentro. Ela chegou a contar para David, rindo sem graça, dizendo que o pai andava estranho. David apenas sorriu, passou a mão na cabeça dela e disse que era normal, que pai sempre fica grudento quando a filha cresce.

Ela não contou que, na noite anterior, tinha gozado pensando no pai enquanto David a chamava de papai.

Agora, Ayla estava montada no colo de David. A boca dela colada na dele, a língua quente dançando contra a língua dele. Os dedos de David apertavam a bunda dela por cima do shortinho. Ela rebolava devagar, sentindo o pau duro pressionando contra a calça dele.

David puxou a regata para cima. Os seios pequenos de Ayla ficaram livres, os mamilos já duros, apontando para ele como se pedissem atenção. Ele inclinou a cabeça e envolveu um deles com a boca. A língua deslizou sobre o botão rosado, e ele sentiu o corpo dela se arrepiar. O gemido que escapou foi baixo, molhado, familiar.

David amava chupar aqueles mamilos. Lembrava da primeira consulta, quando ela era mais nova e ele tocou aqueles biquinhos com a desculpa de examinar. Foi para o próprio prazer, claro. Ele massageou os mamilos dela com os polegares, fazendo-os ficarem sensíveis ao toque. Foi ali que ele a introduziu ao prazer de ser tocada. Desde então, ela nunca mais foi a mesma.

As consultas se repetiram, e a cada uma ele dedicava mais tempo àquela região. Polegares circulando, dedos beliscando leve, a boca que ele nunca usou ali — naquela época — mas que agora se deliciava. Hoje, aqueles mamilos eram o ponto mais sensível do corpo dela. Bastava um toque mais firme para que Ayla perdesse o fôlego e a buceta molhasse na hora.

A boca de David alternava entre os mamilos. Ele sugava, lambia, mordia leve. O corpo de Ayla se esfregava contra ele, a buceta já molhada, o shortinho marcando a umidade. Ela gemia baixo, a mão nos cabelos dele, puxando, guiando, pedindo mais.

O celular de David apitou.

Ele soltou o mamilo que tanto amava com um estalo molhado e pegou o telefone. O olhar dele mudou, ficou mais aguçado, mais alerta.

— Lembra que hoje a gente vai receber uma visita de um amigo meu?

Ayla mordeu o lábio. — Sim.

— Ele já tá chegando. Ele assistiu todos os seus vídeos. Tá apaixonado por essa putinha maravilhosa que você é. — David passou a mão pela bunda dela, apertou. — E ele quer muito que você vá atender a porta vestindo apenas esse shortinho. Tá animada com o encontro de hoje?

Ayla sorriu. O sorriso dela era safado, cheio de uma malícia que poucos viam.

— Sim.

— Você vai ser uma boa menina para meu amigo?

Ela inclinou a cabeça. Os olhos dela brilharam.

— Sim, paizinho.

David sorriu de volta. Ele a levantou do colo, deu um tapa na bunda dela, e apontou para a porta.

— Então vai.

Ayla desceu do colo dele, os pés descalços no chão frio. A regata ficou para trás. Ela foi até a porta, os seios pequenos levemente a cada passo, o shortinho colado na bunda molhada. Os mamilos ainda estavam úmidos da boca de David, brilhando sob a luz.

A mão dela tocou a maçaneta.

O coração acelerou. Ela sabia o que vinha. Sabia que o amigo de David já tinha visto tudo. Cada vídeo, cada foto, cada ângulo do corpo dela. Ela era a putinha maravilhosa que ele queria ver ao vivo.

A porta se abriu.

E o mundo de Ayla congelou.

Osmar estava ali.

O pai dela.

Ele estava parado do lado de fora, as mãos nos bolsos, o rosto cansado, os olhos fixos nela. O olhar desceu devagar, dos olhos dela para os seios pequenos, para os mamilos úmidos e brilhantes, para o shortinho que mal cobria a bunda, para a mancha escura de umidade que marcava o tecido.

Ayla sentiu o ar sumir.

Os braços dela se cruzaram na frente do corpo, cobrindo os seios, os mamilos ainda doloridos de tanto serem sugados. A vergonha subiu como fogo, queimando o rosto, o pescoço, o peito.

— Pai — ela sussurrou, a voz falhando.

Osmar não respondeu. Os olhos dele ainda estavam no corpo dela, percorrendo cada centímetro, demorando no shortinho molhado, na umidade que escorria pela coxa.

— O que você tá fazendo aqui? — ela perguntou, a voz trêmula.

Osmar finalmente ergueu os olhos para os dela.

— David me convidou.— ele disse.

Ayla não entendeu. A boca abriu, mas nenhum som saiu.

Osmar deu um passo à frente. A mão dele encontrou a porta, empurrou devagar. O corpo de Ayla recuou automaticamente, os braços ainda apertados contra o peito.

— Eu vi tudo, Ayla — ele disse, a voz baixa. — Todos os vídeos.

O coração dela parou.

— O que você tá falando?

— David me mandou tudo. Cada vídeo. Cada foto. Cada vez que ele te chamou de putinha, de depósito pessoa de porra.

Ayla sentiu o chão sumir. As pernas fraquejaram. Ela se apoiou na parede, tentando se equilibrar com os braços se abraçando tento cobrir os pequenos peitos.

Osmar entrou, fechou a porta atrás dele, e ficou ali, parado, olhando para a filha semi nua, os mamilos babados, o shortinho encharcado.

O silêncio entre os dois era mais pesado do que qualquer grito.

E no fundo da sala, David assistia tudo, um sorriso lento se formando no rosto.

Osmar pegou os braços dela, desviando-os do corpo. O movimento foi firme, mas não bruto. Ele segurou os pulsos de Ayla, afastando-os para os lados, revelando os seios pequenos, os mamilos ainda úmidos e brilhantes da boca de David.

— Olha para mim, Ayla — ele disse, a voz grossa, carregada de uma autoridade que ela não reconhecia. — Agora.

Ela, com o corpo tremendo, levantou o olhar. Os olhos dela encontraram os dele, e o que viu foi um homem que ela não conhecia. Algo escuro, faminto, que a devorava com o olhar.

Osmar se aproximou. O corpo dele colou no dela, o peito contra os seios expostos. Ela sentiu a rigidez dele contra a barriga, o pau duro pressionando o centro molhado dela. Ele inclinou a cabeça e cheirou o pescoço dela.

— Papai está com muita raiva da minha menina — ele disse, a voz quente contra a pele. — Escondendo coisas de mim. Se comportando como uma putinha. Se não fosse pelo meu amigo, eu nunca ia descobrir.

— Desculpa, papai.

— Sim, tem que pedir desculpa. — Ele apertou os pulsos dela um pouco mais. — Deixou o papai morrendo de tesão e nem ia deixar seu pai ver.

Ayla sentiu o corpo gelar. Mas ao mesmo tempo, algo quente se espalhava entre as pernas. A voz do pai, o cheiro dele, a forma como ele a segurava — era errado, mas o corpo respondia.

— Papai tem sonhado com você todas as noites — ele continuou. — Todos os dias. Você vai ser uma boa menina e vai realizar o sonho do papai de ver a minha putinha sendo fodida.

Os olhos de Ayla se arregalaram. Ela procurou David, uma explicação, uma saída. Ele estava nu, o pau duro na mão, olhando para a cena com um sorriso calmo.

— Vem, princesa — David disse, estendendo a mão livre. — Vamos mostrar para o seu pai como você é uma putinha boa. Uma vagabundinha que ama ser fodida.

Ayla olhou para o pai. Depois para David. O corpo tremia, o coração disparado.

Ela não sabia se queria correr ou se queria ficar.

Alya caminhou até David. Os passos dela eram lentos, quase trêmulos, os pés descalços arrastando no chão frio. Osmar se sentou na poltrona da sala, o corpo inclinado para frente, os olhos fixos na filha. As mãos dele apertavam os braços da poltrona, os dedos afundando no couro.
David estendeu a mão e puxou Alya pelo braço. Ela caiu contra o peito dele, os seios pequenos pressionando o torso nu. A mão do padrasto encontrou a bunda dela, apertou, e a outra mão subiu para o queixo, forçando-a a olhar para ele.
— Tá tímida agora, princesa? — a voz dele era macia, mas tinha um fio de deboche. — Depois de tudo que você já fez na frente da câmera, agora vai ficar com vergonha?
Alya não respondeu. Os olhos dela desviaram para o pai, que assistia imóvel, o rosto sério, a mão apertando a própria calça.
David riu baixo.
— Olha ele ali, toda vez que você me chupa, que você senta no meu pau, que você goza, ele está vendo tudo. Ele sempre esteve vendo.
Ele girou Alya de costas para ele. As mãos dele encontraram a cintura dela, puxando o corpo contra o dele.
— É isso que você quer, filhinha? Quer que o papai veja você sendo fodida? Que ele veja como você gosta de ser tratada como puta?
Alya gemeu baixo. A cabeça caiu para trás, o pescoço exposto.
David a guiou para a mesa de centro, inclinando o corpo dela para frente, apoiando as mãos na superfície de madeira. O shortinho dela foi puxado para baixo, descendo pelas coxas, e ele se ajoelhou atrás dela. A língua quente deslizou pela fenda molhada, e Alya estremeceu.
— Eu ensinei você a gostar de ser tocada aqui — ele murmurou contra a pele. — Lembra das consultas? Quando seus mamilos ficaram sensíveis, quando você começou a sentir prazer? Foi por minha causa.
Ele se levantou, posicionou o pau na entrada dela. A cabecinha tocou a umidade e ele deslizou para dentro, um movimento lento, prolongado, que fez Alya gemer alto.
— Assim — ele disse. — Assim que o pai gosta de ver a filha.
Osmar não se moveu. Os olhos dele estavam grudados no corpo da filha, na forma como David a preenchia, no som dos gemidos dela.
David começou a se mover, ritmo firme, estocadas que faziam o corpo de Alya balançar na mesa. A mão dele deslizou pelo cabelo dela, puxou para trás, arqueando as costas.
— Olha ele, Alya. Olha seu pai. Vê como ele tá duro vendo a filha ser comida? Você não é uma boa filha, não, escondendo isso dele. Um pai merece ter a filha. Merece ver tudo.
Osmar se levantou sem perceber. A mão já estava no próprio pau, apertando por cima da calça.
— É isso que você queria, Osmar? — David perguntou, os olhos fixos no pai. — Ver essa putinha sendo fodida? Sua filhinha?
Alya gemeu, o som preso na garganta. A respiração estava falhando, o corpo tremendo.
— Tô perto — ela sussurrou.
David parou.
— Não.
Ele tirou o pau de dentro dela e a virou. A mão dele pegou a mão de Osmar e a guiou para a bunda de Alya, os dedos de Osmar escorregando pela pele molhada.
— Abre ela — David disse. — O pai abre a bunda da filha.
Osmar obedeceu. Os dedos dele encontraram o cuzinho de Alya, o orifício pequeno e apertado. O corpo dela estremeceu ao contato, um gemido confuso escapando.
— Lambe — David ordenou. — Molha pra entrar.
Osmar hesitou por um segundo. Depois abaixou a cabeça. A língua tocou o cuzinho da filha, e o gosto salgado e o calor o fizeram gemer. Alya soluçou.
David enfiou o pau na buceta dela de novo, e Osmar, os dedos ainda no cu da filha, começou a pressionar, a esticar, até que a ponta do polegar entrou. O som que Alya fez não era só prazer. Era confusão, era vergonha, era tudo junto.
Quando Osmar enfiou o pau no cu dela, Alya sentiu os dois buracos preenchidos ao mesmo tempo. O corpo se arqueou, o grito veio sem aviso, o orgasmo a desmontou por dentro.
Os dois homens se olharam. A palavra "boa menina" ainda pairava no ar, e o corpo de Alya tremia sob o peso dos dois corpos colados nela.
David começou a se mover primeiro. O ritmo era lento, profundo, cada estocada fazendo o pau dele roçar as paredes internas de Alya, provocando novos gemidos. Osmar, ainda enterrado no cuzinho da filha, sentiu o movimento se espalhar pelo corpo dela, uma vibração que o alcançou e o fez apertar os olhos.
Ele nunca tinha sentido algo tão intenso. O calor do corpo da filha, a pressão do orifício apertado, o som dos gemidos dela enquanto os dois homens a preenchiam. A mente de Osmar estava em brasa, as imagens dos vídeos se misturando com a realidade.
Alya não sabia mais o que sentia. O orgasmo tinha sido violento, mas agora o prazer recomeçava, lento, persistente. O pau do pai no cu, o pau do padrasto na buceta, os dois movimentos que não se sincronizavam, criando um ritmo descompassado que a deixava sem fôlego.
Era errado. Era confuso. Mas o corpo dela não queria que parasse.
— Tá vendo como ela gosta? — David perguntou, a voz calma, mas cheia de uma malícia que Osmar conhecia bem. — Ela sempre foi uma putinha. Só esperava o pai descobrir.
Osmar não respondeu. A mão dele apertou a bunda de Alya, os dedos marcando a pele branca, e ele acelerou o ritmo. O corpo dela gemeu mais alto, os dedos se curvando na mesa.
David sorriu.
— Isso, papai. Mostra pra ela como você gosta de foder a filha.
As palavras entraram em Osmar como fogo. Ele nunca tinha ouvido alguém dizer aquilo, nunca tinha se permitido pensar. Mas agora estava ali, enterrado na filha, ouvindo o padrasto dela narrar o ato como se fosse uma cena que eles já tinham ensaiado.
— Isso, minha putinha — David disse, a mão deslizando pelo cabelo de Alya. — Gosta de ser fodida pelos dois. Gosta de ter o pai e o padrasto dentro de você.
Alya sentiu a confusão se espalhar pelo corpo. O cérebro tentava processar, mas o prazer era maior. Ela não queria pensar. Só queria sentir.
— Tudo bem, filha — Osmar falou, a voz mais baixa, mais próxima do ouvido dela. — Papai tá aqui. Tá tudo bem.
A respiração de Alya falhou. A mão do pai encontrou a dela sobre a mesa, os dedos se entrelaçando. O toque era quente, firme, diferente do padrasto. Era o pai.
David acelerou o ritmo. As estocadas ficaram mais fortes, mais profundas, e Osmar acompanhou. Os dois paus se moviam em sincronia agora, entrando e saindo ao mesmo tempo, preenchendo e esvaziando.
O corpo de Alya tremeu. O segundo orgasmo foi mais silencioso, um soluço preso na garganta, os olhos fechados. A mão do pai apertou a dela.
— Boa menina — Osmar sussurrou.
— Boa menina — David repetiu, os olhos fixos em Osmar.
Os dois homens gozaram juntos, o esperma quente preenchendo os dois buracos, escorrendo pela pele, pingando no chão. Osmar sentiu cada pulsação do corpo da filha, e a imagem de David gozando dentro dela, ao mesmo tempo que ele, se fixou na mente.
Eles ficaram assim, imóveis, a respiração pesada. A mão de Osmar ainda segurava a de Alya. David tirou o pau primeiro, o gozo escorrendo pela pepequinha dela. Osmar saiu devagar, sentindo o orifício se fechar ao redor do pau, e ficou olhando o esperma escorrer pelos dois buracos, descendo pelas coxas de Alya.
Osmar não sabia se aquilo era o paraíso ou o inferno. Mas sabia que, pela primeira vez, a vida real era melhor que a tela.
****
Ayla acordou desorientada. A luz ainda estava baixa, o quarto familiar, mas algo estava errado. O corpo dela já estava sendo tocado, uma língua quente desenhava círculos lentos em volta do mamilo, e o grelinho estava sendo massageado por dedos firmes. Ela sentiu o gozo escorrendo pelas coxas, quente e molhado, escorrendo pelo lençol.
— Isso, vira o rosto dela para mim.
A voz de David. Ela reconheceu o tom, aquele tom que sempre usava quando a câmera estava ligada. Ela abriu os olhos e viu a lente apontada para ela, o olho escuro da câmera devorando cada centímetro do corpo dela.
— Isso, putinha — David continuou, a voz baixa e encorajadora. — Olha para a câmera. Que carinha safada.
Ela olhou ao redor. A cama era a da mãe. O quarto da mãe. E quem estava em cima dela, nu, o corpo colado ao dela, era Osmar.
O pai.
— Acordou, amor? — Osmar falou. A voz era carinhosa, macia, como tantas vezes ele falara antes. Quando ela dormia no sofá da sala e ele a carregava para a cama. Antes, ele dava um beijo na testa, acariciava a barriga, arrumava o cobertor.
Agora, ele lambia o mamilo dela enquanto estimulava o grelinho com os dedos. Agora, ele gozava dentro dela.
— Linda sendo fodida como uma mulher deve ser para o papai.
O pau duro entrou dentro dela de novo. O membro grosso deslizou entre os lábios vaginais, rasgando o caminho molhado, preenchendo cada centímetro. Ayla gemeu, o som escapando sem permissão.
— Aaaah, papai.
— Isso, putinha — David falou, a câmera ainda apontada para eles. — Geme para o seu pai.
O corpo de Osmar se movia dentro dela. O ritmo era lento no início, como se ele quisesse sentir cada detalhe, cada contração. A mão dele apertou a coxa dela, puxando-a para cima, abrindo mais as pernas.
— Abre mais as pernas dela — David ordenou. — Quero capturar bem isso.
Osmar obedeceu. As pernas de Ayla ficaram abertas, expostas, a buceta escorrendo, o pau do pai entrando e saindo num movimento ritmado.
— Geme bem no meu pau, amor — Osmar sussurrou, a voz rouca, carinhosa e obscena ao mesmo tempo. — Vamos fazer um showzinho incestuoso lindo. Para satisfazer todos os seus fãs pedo igual seu papai pedo é. Uma putinha perfeita que todo homem quer como filhinha.
Ayla sentiu a língua dele na boca, o beijo profundo enquanto o pau dele continuava a preenchê-la. A câmera capturava tudo. E ela sabia que não havia volta ela agora era o depósito particular para as duas figuras paternas da sua vida. Como toda garota deveria ser igual como David tinha falando tanta vezes em seu ouvido.
******

E depois de muitos pedidos, aqui está o capítulo tão aguardado.

Confesso que demorei um pouco para escrevê-lo. Não por falta de vontade, mas porque queria que a tensão, o desejo e o choque fossem sentidos por vocês da mesma forma que senti enquanto construía essa história. Queria que cada toque, cada gemido, cada olhar tivesse o peso que essa narrativa pedia.

Agora quero saber de vocês.

Atingiu as expectativas? Teve algum momento que preferiam que fosse diferente? Alguma crítica, por menor que seja, é bem-vinda. Eu escrevo para provocar, para envolver, para criar aquela sensação de que o proibido está ali, ao alcance dos dedos. Se algo funcionou ou não, me digam.

E se quiserem conversar, trocar ideias, compartilhar o que sentiram ou como sentiram. fiquem à vontade para deixar um contato. Adoro saber o que essa história despertou em cada um de vocês.

Vocês imaginaram Ayla de um jeito específico? Bem, por enquanto é isso.

Até a próxima história.

Com tesão , beijos.

Comentários (1)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Tuga tarado: Fodassse que tusa me deu isto, continua sim, está perfeito.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk