Escravo Familiar: Capítulo 39 (Mel Juvenil)
Segurando firme minhas roupas junto ao corpo, abri o portão de casa, entrei e o tranquei em seguida. Subi as escadas que davam acesso ao primeiro andar de casa e, logo, fui para o banheiro, coloquei minhas roupas sujas no cesto para depois levá-las para a lavanderia.
Aproveitei e logo fui para debaixo do chuveiro. Retirei minha coleira de luxo, que meu padrinho havia me dado no meu batismo, para não correr o risco de danificá-la. Em seguida, sentei-me na privada e fiz minhas necessidades.
Caralho, meu estômago roncou e, ao mesmo tempo, se revirou. Não me lembrava quando tinha sido minha última refeição decente; acho que foi só o café da manhã na casa de mamãe, e depois só fui alimentado com porra e mijo de macho.
Depois que terminei minhas necessidades, fui direto para o chuveiro. Liguei-o em uma temperatura morna para relaxar minha musculatura, apliquei um pouco de xampu nas mãos e comecei a lavar minha cabeça careca e suada.
Depois, enxaguei em seguida e logo peguei meu sabonete, passei pelo meu corpo para retirar todo o óleo e os cúrios que impregnaram na minha pele, esfreguei bem para que não sobrasse nenhum resíduo.
A água descia turva ralo abaixo, e eu me perguntava para que diabos papai e nossos familiares inventaram aquele ritual. Até onde sabia, a família de papai nem era religiosa.
Depois de meia hora me esfregando, enxaguei minha pele, desliguei o chuveiro e me sequei. Fui para a pia do banheiro e escovei bem meus dentes para tirar o mau hálito.
Deixei a toalha estendida no aparador e saí do banheiro pelado para meu quarto. Entrei e peguei meu celular para saber se tinha notícias de papai.
"Filhote, papai está indo para casa, daqui a pouco eu chego para nós conversarmos. Já tenho planos para sua próxima aventura, você vai gostar bastante. Até mais tarde."
"Ok, papai, até mais tarde."
Apaguei a tela do celular e fui terminar de me trocar.
Depois de pronto, fui para casa de mamãe comer, mas não demorei muito por lá.
Quando foi por volta das 19:00, escutei papai entrar com o carro na garagem e logo fechou o portão.
Subiu as escadas, chamando-me:
— Filho, cheguei! Venha cá!
Saí do meu quarto e fui ao seu encontro.
— Huuuuuuuuuum! Tá cheirozinho! Ele disse, agarrando-me pela cintura e enfiando o nariz no meu pescoço.
— Oi, papai, o que me contas? Perguntei, enlaçando seu pescoço.
— Tenho uma surpresa! Amanhã você vai para Holambra com sua prima Isabela e o namorado dela. Seu tio Írio já planejou tudo; as passagens do ônibus estão compradas, e vocês terão que estar no embarque às 6:00 da manhã. Isso significa que você irá acordar de madrugada para ir.
— Uau, que bacana, papai!
— Sim, minha flor! Hoje vá dormir mais cedo, para você poder descansar bem. Você deve estar todo moído da nossa suruba.
— Estou mesmo. Nesse caso, vou já para minha cama, já está bem tarde para mim, que vou acordar de madrugada.
— Vem para a cama de papai, quero dormir dentro de você hoje, minha putinha.
— Ok, então já vou subir primeiro que o senhor!
— Vai lá!
Fui para as escadas e subi para o segundo andar. Minutos depois entrei no quarto de papai e escutei fundo lá de baixo meu irmão Thiago chegar.
— Cadê a putinha? Ele perguntou para papai.
— Lá em cima, vai dormir para cumprir as obrigações dela amanhã!
— Aé? Dessa vez, quem vai ser?
— A prima dele, Isabela, e o namorado.
— Huuum! Ele vai tirar a virgindade dos dois?
— Bem por aí! O tio dele ligou e pediu para liberá-lo para essa viagem. Ele pagou tudo, não tive que me preocupar com nada.
— Que ótimo! Respondeu meu irmão e começou a subir as escadas para o segundo andar.
— Aonde você vai? Perguntou papai para ele.
— Vou dar um beijo de boa noite nela, depois vou tomar banho e dormir.
Escutei os passos do meu irmão nas escolas, me aconcheguei mais na cama de papai e esperei.
Um minuto depois, ele abriu a porta e veio até mim.
— Gostosinha, ainda está acordada?
— Claro, irmão!
— Tá tudo bem?
— Sim!
— Eu subi porque quero uma mamada antes de você dormir.
— Vem cá! Chamei-o
Ele pôs seu cacete duro para fora da calça e se ajoelhou em cima da cama. Eu fiquei de bruços, me segurando pelos cotovelos no colchão, e fui para seu pau.
Ele segurou na minha cabeça com uma mão e, com a outra, segurou seu cacete duro. Em seguida, eu abri a boca e ele começou a entrar.
— Huuuuuuuuuum! Que boquinha gostosa, chupa, meu irmãozinho viadinho!
Sua rola grossa deslizou até minha garganta ardida e depois ele começou a movimentá-la.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia baixinho. Ele estava tão afoito que não aguentou muito, e gozou, enchendo minha boca de porra grossa.
Pffffffffffffffffffffffff!
Suspirando, retirou o pau mole de dentro da minha boca e me deu um belo beijo de língua, fazendo com que eu compartilhasse sua porra com ele.
Logo se desgrudou de mim, me deu boa noite e desceu para o seu quarto.
Eu virei de lado na cama e caí em sono profundo pelo cansaço.
Algumas horas depois, senti papai abrir minhas nádegas, umedecer meu cu com saliva e penetrar seu cacete no meu cu.
— Huuuuuuuuuum! Gemi com ele me invadindo.
Me remexo na cama, deixando ele entrar. Logo, ele abraçou-me pela cintura, enfiou o nariz no meu pescoço e nós dois caímos no sono.
🕕
Era por volta das 4:00 da manhã, quando papai acordou-me com beijos.
— Hora de levantar, meu dengo! Ele chamou-me baixinho no pé do ouvido.
Abri os olhos lentamente e espreguicei-me. Em seguida, levantei, indo direto para o banheiro.
Fiz xixi e tomei um pouco de água na torneira da pia. Logo, pelado mesmo, saí do quarto de papai e desci para o andar de baixo. Entrei no meu quarto e me troquei, colocando uma calça jeans, uma camiseta de manga curta branca, meu All Star e uma blusa de frio.
Quando saí do meu quarto, papai já estava me esperando dentro do carro na rua. Desci as escadas para a garagem e fui para o carro. Entrei, sentando-me ao seu lado. Em seguida, papai deu partida e saiu com o carro.
Uma hora depois, estávamos em uma parada de ônibus esperando meus primos. Estava frio e papai abraçou-me para me aquecer. Cerca de meia hora depois, vimos o carro do meu tio Írio se aproximar e, de dentro, saíram ele, minha prima Isabela e seu namorado Murilo.
Titio veio até meu pai e meus primos até mim.
— Bom dia! Disseram.
— Bom dia! Respondemos!
— Bom, meninos, iremos deixar vocês aqui. Se cuidem, e, sobrinho, você é o mais velho, cuide bem dos seus primos, fiquem atentos.
— Tá bom, tio, não se preocupe! Eu disse.
— E vocês dois. Ele disse, apontando para minha prima e o namorado dela: — Se cuidem!
— Tá bom, pai! Respondeu a minha prima.
Tito entrou no carro e foi embora, deixando-nos para trás.
Ficamos ali esperando por cerca de meia hora até que o ônibus da excursão chegou. A guia saiu de dentro e chamou por nós; entramos no ônibus e nos sentamos nos nossos lugares.
O ônibus estava cheio com outros passageiros. Sentamos nós três juntos na primeira fileira e a guia ao nosso lado. Em seguida, ela deu as coordenadas que iríamos seguir dali para frente.
Um tempo depois o ônibus saiu do ponto que pegamos rumo a Holambra.
...
Horas se passaram, tivemos algumas paradas para tomarmos café da manhã e usarmos o banheiro. Meus primos estavam animados, não paravam de falar em querer se aventurar nos campos de flores, e disseram-me baixinho no ouvido que estavam loucos para foderem no campo de flores.
— Ah, seus safadinhos! Já estão pensando logo na parte boa, né? Falei para eles.
Eles tiram e voltaram a se esfregar e se amassar.
Bom, meus primos são adolescentes. Minha prima Isabela é alta, por volta de 1,85 m, loira, magra, cabelos lisos que vão até a metade das costas, tem 15 anos. Já o namorado dela se chama Murilo, tem por volta de 1,88m, é loiro também, de cabelos ondulados, e é magro. Ele é três anos mais velho que minha prima, ou seja, ele tem 18 anos. Já eu, vocês conhecem bem: tenho 1,75 m, sou falso magro e careca.
No ônibus acabamos por cochilar por algumas horas para suprir o resto do sono que não tínhamos dormido a noite. Os dois abraçados e eu escorado na lateral do ônibus.
Um tempo depois chegamos a uma loja de conveniências e descemos para tomarmos café. Já era por volta das 8:30 da manhã; o sol começava a brilhar no céu, deixando todos empolgados.
Saímos nós três do ônibus e fomos para a loja de conveniências. Compramos algo para beber e comer, e acabamos precisando usar o banheiro. Eu e o Murilo fomos juntos para o masculino, enquanto minha prima foi para o feminino.
Ao entrarmos, já comecei a provocá-lo; estava louco para provar sua pica e poder, quem sabe, comer o cuzinho dele. Por mais que estivesse doido para dar para ele, também sentia vontade de foder ele.
Fomos para o mictório e ficamos um do lado do outro. Saquei meu pinto de 15 centímetros para fora, que estava semi-duro, e comecei a mijar.
Xiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
Ele fez o mesmo e, claro, não perdi o tempo de olhar para saber o que me aguardava.
Caralho, o bicho tinha um pau gostoso, branco, reto, com a cabeça rosinha, todo depilado. Seu pau deveria ter por volta de 17 centímetros e uma grossura boa que com certeza rasgaria a buceta da minha prima.
Balançamos os nossos paus e ele bisbilhotou o meu, dando um sorrisinho. Um, esse putinho gosta de pica também. Fingi deixar as últimas gotas de urina caírem do meu pau no mictório para ele poder admirar mais. Ele olhou para mim e fez sinal pedindo permissão para pegar nele.
Balancei afirmativamente minha cabeça, e ele, com um certo receio de pegar, aproximou lentamente sua mão da minha pica e a segurou firme. Com uma certa experiência, ele começou a bater uma para mim.
— Huuuuuuuuuum! Eu gemia olhando, e segurei em seu pau branco duro, retribuindo a punheta.
— Huuuuuuuuuum! Ele começou a gemer junto comigo, jogando sua cabeça para trás.
Estávamos ali no mictório do banheiro público, batendo uma punheta um para o outro e correndo o risco de sermos pegos.
Essa situação deixava tudo mais excitante, e resolvi tentar beijá-lo. Aproximei minha boca da sua e, quando estávamos quase nos beijando, entrou um homem de meia-idade, forte, parrudo, no banheiro, indo usar a privada.
Soltamos nossa mão amiga rapidamente, colocamos nossos paus para dentro, meia bomba, lavamos nossas mãos e saímos do banheiro, indo de volta para o ônibus.
Sentamos nós três dentro do ônibus novamente: eu na janela, ele no meio e minha prima na ponta do corredor. Os dois voltaram a se amassar nos bancos enquanto o pessoal retornava para dentro do ônibus.
Ele discretamente deslizou sua mão direita para trás das costas e tateou minha coxa, depois foi deslizando-a para o meio das minhas pernas até chegar no meu pau.
Apertou-o por cima da calça, me provocando, enquanto continuava a beijar minha prima e fazer carícias íntimas com a outra mão no meio das pernas dela.
Quando os passageiros dos ônibus já tinham retornado todos, ele retirou sua mão do meio das minhas pernas e parou de beijar minha prima. Nós três nos ajeitamos no banco e esperamos que o ônibus voltasse a andar.
Uma hora depois, a guia disse que havíamos chegado a um dos pontos turísticos e instagramáveis que a viagem possuía.
Descemos do ônibus e, em fila, fomos conduzidos a um campo de flores. Nossa, que lugar lindo! Os campos eram imensos e apresentavam uma gama variada de flores. Tinham de todas as cores: vermelhas, brancas e amarelas; tulipas, girassóis, amarílis e várias outras tipologias de flores.
Pensei comigo: é aqui mesmo que esses dois irão perder a virgindade deles.
A guia nos levou para explorar o campo, apresentando e falando um pouco sobre as flores, sobre cultivo, espécies e história de como as flores foram parar lá.
Nós três estávamos encantados, assim como o restante do grupo que estava conosco.
Depois de uma aula dada pela guia, ela nos liberou para explorarmos o campo e deu um ponto de encontro para chegarmos juntos a um horário, e liberou o grupo para explorar o campo.
Nós três nos entrenhamos entre os girassóis, com o Murilo nos conduzindo até uma parte mais densa do campo de girassóis.
Quando achou que era o suficiente, puxou-nos para sua boca. Primeiro beijou a boca da minha prima de língua e logo puxou minha boca para sua, surpreendendo minha prima. Nosso beijo era intenso, molhado com nossas línguas duelando em nossas bocas.
Ele alternava entre mim e ela, e em alguns momentos eu e minha prima nos beijávamos. Nossos corpos começaram a esquentar e começamos a retirar nossas roupas.
Quando estávamos nós três pelados, minha prima ajoelhou-se no chão e puxou-nos para perto dela. Pegou meu pau e o do namorado, cada um em uma mão, e começou a bater uma punheta, tirando suspiros e gemidos de nossas bocas.
— Hãã! Huum!
Logo, olhando para nossos rostos e sorrindo, ela abriu seus lábios e colocou a cabeça da pica do Murilo na boca, sugando forte a cabeça e fazendo-o gemer.
— Hããã!
Ela o chupava com dedicação, lambia e o esfregava no rosto, saboreando a pica do namorado, socando-o na goela, deixando-o todo babado.
Depois veio para o meu e começou a chupar-me. Nossa, que boquinha aveludada e quente. Seus lábios deslizavam pelo meu cacete duro como manteiga quente; ela segurava em meus bagos, acariciando, enquanto batia uma punheta para o namorado.
Enquanto isso, eu e ele voltamos a nos beijar de língua, loucos, nos acariciando as bundas lisas e brancas.
Cansada de chupar, minha prima levantou-se, pegou em nossas mãos e penetrou-nos mais nos girassóis, fazendo com que quem se aproximasse não nos visse ali. Quando estava satisfeita, deitou-se no chão de terra batida, com a barriga para cima, e escancarou suas pernas, deixando sua buceta e seu cuzinho rosados à mostra. Logo o Murilo ajoelhou-se no chão e foi chupar sua bucetinha depilada e rosada.
Quando ela sentiu o toque da língua dele, ela se curvou toda, gemendo alto.
— Aãããh!
A boca dele deslizava pelos grandes lábios, sugando, lambendo e mordiscando, fazendo minha prima contorcer-se de prazer.
Enquanto isso, ela chamou-me para sua boca. Fui até ela e ajoelhei-me no chão, deixando meu cacete duro na altura da sua boca, e comecei a penetrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemiamos os três juntos.
A boca da minha prima deslizava no meu pau, deixando-o todo babado e lubrificado com sua saliva.
Já o Murilo já se preparava para estourar o cabaço dela.
— Esperei por muito tempo para te descabaçar, Bela; hoje seu primeiro orgasmo é meu. Ele disse, pincelando a cabeça da pica nos lábios da buceta da minha prima.
Eu observava tudo, sendo chupado pela minha prima. Em seguida, ele segurou na base do seu pau e bateu com ele na buceta da minha prima.
Tum! tum!
Voltou a pincelar de cima para baixo, preparando para meter. Quando estava subindo novamente com o pau, apontou para a entrada da buceta dela e começou a forçar.
— Ãããããh! Ele gemeu grosso entrando na buceta da minha prima, enquanto ela gemia com a boca na minha pica.
— Huuuuuuuuuum!
Aproveitei e fui enfiando minha pica até sua garganta, enquanto assistia seu namorado penetrá-la Com os dedos, apertei delicadamente os bicos dos peitos dela e continuei acompanhando o namorado dela, entrando dentro da sua buceta.
Estava quase explodindo em um gozo quando ele começou a bombar.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Ele estava com as pernas estendidas para trás e apoiava seu peso nas pontas dos pés e nas palmas das mãos.
Enquanto seu quadril descia e subia, enfiando e retirando o pau de dentro dela. Pude presenciar a melhor cena deles, quando reparei que o pau gostoso dele estava sujo de sangue. Naquele momento, bateu um orgulho estranho de saber que minha prima tinha virado "mulher" e que meu primo postiço tinha virado um "homem".
Ele metia gostoso na buceta da minha prima, enquanto eu o incentivava.
— Mete, primo, mete na buceta da sua putinha!
— Toma, pica puta! Toma a pica do seu macho! Ele falava para ela.
Retirei meu pau da boca da minha prima, subi no seu peito, deixando uma perna de cada lado do tronco dela, e abri minhas nádegas, expondo meu cuzinho rosado.
Abaixei minha bunda na sua boca e ordenei:
— Chupa meu cu, chupa!
E comecei a esfregar minha bunda na boca dela enquanto ela enfiava a língua no meu cuzinho.
— Huuuuuuuuuum! Isso, Bela, chupa, chupa o cu do seu primo viado!
Enquanto isso, o seu namorado saiu de dentro dela, levantou as pernas dela para cima e, segurando no pau, pincelou a cabeça dele na portinha do cu dela, deixou uma porção de saliva grossa cair no cu dela e no cacete dele, depois pincelou o pau, espalhando a saliva, e começou a forçar.
— Aiiii! Murilo, meu cu! Ela reclamou.
— Calma, amor! Ele respondeu e voltou a penetrar lentamente.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemia, fechando o olho, e invadia lentamente o cuzinho rosa da minha prima.
Sua expressão era linda; ele estava de olhos fechados, quase todo dentro dela, de boca semiaberta . Deslizei minha mão para trás da sua nuca e, enquanto ele se alojava dentro dela, eu puxei sua boca para a minha e dei um beijo de língua nele.
Quando terminou de entrar, ele se agarrou em mim e começou a meter no cu da minha prima.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Huuuuuuuuuum! Gemiamos nós três juntos em êxtase, vibrando com o tesão.
Quando achou que iria gozar, ele parou, retirando seu pau de dentro dela, e pediu para mudarmos de posição.
Sugeri para nós ficarmos de quatro no chão, minha prima na minha frente. Em seguida, penetrei sua buceta recém-descabaçada, fazendo-a gemer mais e rebolar.
— Ai, Pedro, Huuuuuuuuuum!
Sua buceta pulsava forte em volta do meu pau, deixando-me louco com o tesão. Logo senti o Murilo pincelar seu pau no meu cuzinho e começar a forçar para entrar.
— Huuuuuuuuuum! Gemi rebolando.
— Hãããããã! Escutei ele gemer no meu ouvido, me agarrando forte pelo pescoço.
Eu segurei na cintura da minha prima e comecei a me movimentar lentamente, fodendo ela e dando meu cuzinho para seu namorado.
— Caralho, que pica gostosa, Murilo. Me arregaça, priminho postiço, me arregaça.
— Huuuuuuuuuum! Você gosta de rola, viado? Então toma rola nesse seu cu de bicha.
Ele disse e começou a foder com força meu cuzinho.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
Seu pau entrava e saía do meu cuzinho, enquanto o meu arregaçava o cu apertado da minha prima, fazendo-a delirar de prazer.
— Hããã!, Hãã! Hãã! Gemiamos juntos.
Logo nós começamos a avisar
— Vou gozar, porra, vou gozar, vou gozaaaar, Aaaaaaah!
Pffffffffffffffffffffffff
E gozamos um dentro do outro, chacoalhando nossos corpos para frente e para trás, até cairmos no solo.
Suspirando, nós três nos desengatamos; os mares de porra escorreram por nossas pernas, fazendo uma poça ao redor de nossos pés.
Recolhemos nossas roupas e discretamente fomos procurar uma torneira para nos lavarmos.
Andamos por alguns minutos entre as plantações e encontramos uma torneira. Ligamos e nos lavamos, colocamos novamente nossas roupas e fomos atrás da guia.
Já era hora do almoço quando a guia nos reuniu. Ela nos informou que tinha feito uma reserva em um restaurante self-service e perguntou se o grupo queria ir almoçar.
A galera respondeu que sim, e nós nos encaminhamos para o restaurante.
Por volta das 13:00, chegamos ao restaurante; a comida era caseira e não tinha nada de especial ou de diferente do que já estávamos acostumados a comer.
Um tempo depois, fomos convocados a voltar para o ônibus e, às 14:00, partimos para uma nova visita. Voltamos para o ônibus e seguimos viagem. Nossa próxima e última parada seria em uma fazenda que preservava abelhas.
Dentro do ônibus, nos olhávamos com cumplicidade e nos provocávamos. Às vezes rolava uma passada de mão aqui, outra ali, nossos pés se esfregavam e só queria chegar logo à próxima parada para poder foder novamente.
Quarenta minutos depois, fizemos nossa última parada. Descemos do ônibus e seguimos com o grupo até uma fazenda de produção de mel.
A guia nos contou sobre o lugar, como era a manutenção, a preservação das abelhas e do mel que elas fabricavam.
Logo em seguida liberou o grupo para explorar o local. Nós três começamos a andar rumo a uma parte mais reservada para podermos foder novamente sem sermos pegos.
Andamos por dez minutos, observando as colmeias, e aproveitamos para tirar algumas fotos de recordação da viagem.
Logo chegamos a uma parte onde tinha mais flores silvestres e era bem mais afastada de onde a galera estava.
Nós três não perdemos tempo e já retiramos a roupa novamente. Voltei a beijar o Murilo, acariciando seu pau, e já aproveitei para alisar sua bunda. Meu intuito agora era foder o cuzinho dele, enquanto ele fodia minha prima.
Estamos loucos, retiramos as roupas e voltamos a nos beijar. Eu levei os dois para uma parede lateral que não permitia que ninguém nos visse, e comecei a beijar o pescoço e os ombros do Murilo.
Ele beijava minha prima e a posicionava para enfiar o pau na buceta dela, que pingava com a excitação. Deixei que ele se posicionasse atrás dela e a penetrasse.
— Huuuuuuuuuum! Gemeram os dois juntos.
O Murilo inclinou-se sobre minha prima, deixando seu cuzinho rosado raspadinho para mim. Eu me abaixei e, abrindo suas nádegas, enfiei minha língua no seu cu, tirando um gemido grosso e rouco da sua boca.
— HUUUUMMMMM!
Molhei bastante a entrada do seu cu, depois coloquei um dedo, rodando, depois dois, repetindo o processo de rodar e enfiar e retirar, depois três.
— Haaaiiinnn! Ele gemeu manhoso.
— Nunca deu esse seu cuzinho rosado, né, putinho?
— Não! Ele respondeu.
— Pois hoje você vai ser descabaçado por mim, seu primo.
Levantei e, segurando no meu pau, posicionei a cabeça na entrada do cuzinho rosa dele e comecei a fazer pressão para entrar.
— Huuuuuuuuuum! Ele gemeu e tentou sair.
— Xiii! Calminha! Falei no pé do ouvido dele, enfiando centímetro por centímetro no seu cuzinho desvirginado.
Ele fazia expressão de dor; eu ia me enfiando, rebolando no cu apertadinho dele, gemendo, e me controlando para não gozar rápido com o cu dele apertando meu pau. Ele gemia desconfortável e se mexia, fazendo com que a penetração demorasse mais.
Deslizei meu pau até as bolas baterem na sua bunda, depois fiquei parado por um momento para ele se acostumar. Alguns minutos depois, iniciei as bombadas.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Hãããããã! Hãããããã! Ele gemia baixinho enquanto eu comia seu cuzinho rosado.
Eu entrava e saía com calma, sentindo cada centímetro do seu cuzinho. Ele gemia baixinho, de olhos fechados, inclinado para frente e segurando nas próprias coxas.
Eu me acabava no seu cu, deslizando minha pica com maestria e desferindo golpes fundo dentro dele.
Meu saco batia nas suas nádegas, fazendo um barulho alto; nossas peles suadas se grudavam.
Seu cu era tão gostoso que não queria parar mais de foder, mas ele começou a tremer e a demonstrar sinais de que estava perto de gozar. Então aumentei a velocidade, fodendo o forte, fazendo ele gemer alto, até que explodimos juntos.
PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC PLOC
— Ãããh Ããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh Ãããããh
— Aaaaaaah! Pffffffffffffffffffffffff PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF PFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFFF
Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf Arf
Caímos no chão, eu em cima dele, exaustos.
Alguns minutos depois, nos levantamos e vestimos nossas roupas. Estava na hora de partir e, dessa vez, era hora de ir para casa.
Entramos no ônibus novamente, e a guia nos informou que estávamos indo para o ponto onde tínhamos embarcado da primeira vez.
Uma hora depois, chegamos. Todos desembarcaram e meu pai e meu tio estavam lá, nos esperando para irmos embora.
Despedir-me dos dois com passadas de mãos nas nossas genitálias. Eu e o Murilo trocamos apertos no pau, e eu e a Isabela trocamos; ela apertou meu pau, e eu dedei sua buceta, e disse que queria no futuro repetir.
Eles concordam, mas teríamos que combinar com meu senhor e meu tio para que pudéssemos pôr em prática novamente.
Papai e titio se despediram com um aperto de mãos, e assim voltamos todos para casa.
— Como foi seu dia, filhão? Papai me perguntou já dentro do carro.
— Fantástico, já não vejo a hora de foder com os dois de novo, meu senhor.
— Em breve, putinha minha, em breve!
Papai ligou o carro, dando partida, e depois buzinou para meu tio, e saiu com o carro.
E assim partimos para casa. Tinha sido uma bela viagem, e quem sabe poderíamos repeti-la no futuro.
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