#Gay #Incesto #Sado #Teen

Eu e meu filho novinho fomos fodidos pelo meu irmão.

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Putoparaguayo

Depois de um tempo off por conta de uma reforma em casa estou de volta com a continuação da minha história com meu irmão.

Acordei devagar, meu filho dormia de bruços do meu lado, estava tão exausto que nem roncava, só respirava forte. Seu rabo grande estava a mostra, uma das coxas meio dobrada, e a visão daquela pele branquinha ainda marcada fez meu pau pulsar. As cenas da noite passada insistiam em continuar na minha cabeça. Eu tinha reclamado. Fingi revolta quando Breno me "obrigou" a dividir Diogo com ele e assistir enquanto ele usava meu garoto. Disse que era errado, que meu filho não era objeto, era pura hipocrisia.

Na verdade, eu adorei, senti ciúmes sim, mas misturado com muito tesão, e meu ciúme, não era só proteção, era desejo pelo meu irmão, muitas vezes eu estive no lugar de Diogo, por muitas noites eu fui o garoto do meu irmão depravado.

Continuei olhando meu filhote dormir, aquele corpo macio espalhado pela cama, minha vontade era montar nele daquele jeito mesmo, afundar meu pau naquele rabo e rechear com meu leite, mas me contive. Deixei ele descansar mais um pouco, a noite tinha sido longa.

Desci as escadas, Breno estava na varanda tomando café, me convidou para me juntar a ele. Breno me olhava por cima da xícara, aquele olhar que eu conhecia muitobem. O olhar de quem sabia o que eu estava pensando.

— Dormiu bem irmãozinho?

— Sim, e você?

— Nem me lembro qual foi a última vez que dormi tão bem assim.

Continuamos conversando amenidades, como trabalho, relacionamentos e coisas do passado.
Diogo desceu meia hora depois, usando uma regata azul e um shortinho branco de tecido fino, quase transparente. Dava para ver o contorno daquele rabo redondo. Breno não disfarçou. Seus olhos percorreram cada centímetro do corpo do garoto.

— Bom dia, papai.

Veio até mim e me beijou, depois fez o mesmo com meu irmão.

— Bom dia, Tio Breno.

O safado do Breno puxou Diogo pro colo dele e deu um beijo de língua no garoto, meu pau voltou a pulsar. Diogo agiu com naturalidade, parecia que adorou servir a dois machos na noite anterior, tanto que continuou tratando Breno como seu amante.

Diogo se serviu e sentou à mesa. Seus cabelos pretos, na altura dos ombros, estavam despenteados, com as ondas bagunçadas, um charme só dele. Ele cruzou as pernas, as coxas grossas se espalhando pela cadeira. Eu e Breno estávamos admirando e desejando cada centímetro daquele corpo

Breno quebrou o silêncio.

— Quando vocês vão voltar pro Brasil?

— Só amanhã de manhã, podemos passar a noite aqui outra vez ?

— Se quiserem, sim.

— Isso se não for te atrapalhar.

— Atrapalhar? Claro que não, podem ficar pelo tempo que quiserem. O que eu quero dizer é que vocês não são obrigados a estarem aqui, mas são bem vindos, podem sair passear pela cidade ou aproveitarem o dia pra descansar.

—Ah sim, agradeço, prefiro tirar o dia pra descansar mesmo.

— Quero dar um mergulho na piscina, posso ?

— Claro meu garoto.

Nós o observamos sair. O shortinho branco mal cobria aquela bunda redonda. Deu uma corridinha e se jogou na água. É impressionante como tudo o que Diogo faz fica extremamente sexy.

— Seu filho é uma delícia, irmãozinho.

— Eu sei.

— Ele é tão gostoso quanto você naquela idade, só muda o jeito. Ele é meu bom garoto, enquanto você era meu garoto rebelde.

— Por sorte, você foi bem mais gentil com ele do era comigo.

— Não por sorte, por merecimento, ele não precisa ser domado, já é dócil, foi um garoto tão bom. Agora seja um bom garoto você também, pegue na geladeira umas cervejas pra gente.

Ele riu. Sei que falou em tom de brincadeira, pra me alfinetar, como sempre fazia, mas dessa vez só me excitou mesmo. Fui la dentro, peguei as cervejas. Abri as duas, entreguei a de Breno e ficamos bebendo ali na varanda, observando Diogo na piscina nadando de costas. A água deixava o short ainda mais transparente.

— Na noite passada você fez cena de ciúme. Mas, eu sei que você gostou de me ver com ele, gostou de me sentir na sua boca outra vez, seu corpo não mente.

Olhei para Breno que me encaravam com conhecimento. Ele sempre parecia ler meu pensamento.

— Gostei, não tem como negar, tive ciúmes, medo que meu filho se sentisse obrigado a fazer algo que não queria ou que ficasse com raiva de mim.

Breno se aproximou, seu ombro roçando no meu. Senti o calor do seu corpo, o cheiro de suor misturado com cerveja.

— É, me parece que não foi isso que aconteceu.

— Eu percebi, ele adorou servir a nós dois.

— Sua cena ontem, me lembrou quando eramos jovens, você reclamava, dizia que não queria, mas voltava pra mim. Você era meu e seu corpo sabia disso.

— É não tem nem como eu negar.

Breno sempre soube o que eu queria antes mesmo de eu admitir para mim mesmo. Então obviamente já tinha percebido que meu corpo queria sentir ele de novo.

Diogo saiu da água. O shortinho branco estava totalmente transparente agora, mostrando cada detalhe daquele rabo monumental. Ele se esticou numa espreguiçadeira, de bruços. Breno parou tudo oque estava fazendo pra admirar.

— O nosso garoto sabe mesmo provocar, irmãozinho.

Breno colocou a mão na minha coxa. Senti seus dedos apertando minha carne.

— Eu quero ele de novo, irmãozinho. E dessa vez, quero você também.

Virei meu rosto para ele. Nossos lábios estavam próximos.

— Agora você quer me foder?

— Quero te foder desde que vocês chegaram. Você tá mais gostoso agora, esse seu rabo grande me deixou com tesão.

— Bom, como não adianta eu negar mesmo.

Caminhamos juntos até a piscina. A mão de Breno ainda pressionava minha carne, firme, possessiva. Meu irmão sabia exatamente o efeito que tinha sobre mim. Sempre soube.

— Demoraram.

Diogo falou manhoso olhando pra trás, Breno riu, se aproximou de Diogo parando atrás dele. Suas mãos grandes deslizaram pelas costas do meu ursinho até chegar naquele rabo suculento, deu um tapa que fez todo o corpo macio de Diogo balançar, um gemido manhoso escapou da boquinha dele.

— Fica de quatro meu garoto.

Ele obedeceu, Breno desceu o shortinho de Diogo deixando aquele rabo lindo todo a mostra, passou a mão pela curva da bunda, os dedos afundando na carne macia. Desceu a mão, um tapa forte, que deixou a marca dos dedos na pele branquinha. Diogo soltou um gemido abafado, e empurrou o quadril para trás, como se pedisse mais. Breno riu, baixo, e repetiu o movimento, dessa vez com a outra mão, alternando os lados até que a bunda de Diogo ficasse quente e vermelha. Breno se abaixou e enfiou a cara naquele rabo grande, lambeu desde a base das bolas até o cu rosinha.

— Abre esse cu pra mim.

Diogo afastou as bandas, expondo o cuzinho rosa. Breno cuspiu ali, e depois voltou com a boca, chupando com vontade, a língua trabalhando em círculos antes de afundar pra dentro. Diogo gemeu alto dessa vez. Breno se levantou, sentou ao lado de Diogo, penetrou um dedo nele.

— Vem Aqui, irmãozinho. Me chupa.

Me ajoelhei na sua frente, abri a boca e engoli até onde dava, sentindo o gosto amargo e quente do pré-gozo se espalhar pela língua. Breno me segurou pelo cabelo, não pra guiar, mas pra segurar, como se quisesse me lembrar que era ele quem mandava ali.

— Isso. Assim, bom garoto.

Enquanto eu trabalhava no pau dele, chupando com força, fazendo pressão com a língua na parte de baixo da cabeça, ele não tirava os olhos de Diogo. Os quadris começando a se mover e foder a minha boca, enquanto com a mão livre, voltou a brincar com o cu do meu ursinho, dessa vez enfiando dois dedos sem aviso, torcendo eles pra dentro até Diogo soltar um gemido abafado.

—Já estou, bem molhado. Acho que já está pronto para o garoto.

Ele me empurrou pra trás e se levantou. Breno pegou o próprio pau, cuspiu na palma e passou a saliva pela cabeça, lubrificando antes de encostar na entrada de Diogo. Não teve carinho. Ele simplesmente empurrou, e o meu filhote gemeu alto, as unhas arranhando a espreguiçadeira enquanto o pau grosso ia abrindo caminho pra dentro, centímetro por centímetro, sem pressa, mas também sem piedade.

Tirei a roupa e me aproximei, o pau latejando, já escorrendo pré gozo. Diogo estava com os olhos fechados, a boca entreaberta, ofegante, senti o hálito quente no meu pau, ele abriu os lábios sem que eu precisasse pedir. A língua dele saiu, lambendo a cabeça como se estivesse provando algo doce, antes de engolir tudo de uma vez, senti a garganta se contraindo em volta do meu pau, enfiei as mãos no cabelo de Diogo, segurei com força enquanto começava a foder a boca dele no mesmo ritmo que Breno fodia o cu. Cada vez que eu empurrava, sentia a garganta do garoto se fechar em volta da cabeça, e quando eu puxava, a saliva escorria pelos cantos da boca, pingando no chão. Breno não parava, os quadris batendo com força, a bunda de Diogo tremendo a cada tapa.

Eu gemia, minhas mãos puxando os cabelos de Diogo. Dei um tapa naquela carinha linda do meu filhote que me olhava com desejo e os olhos lacrimejando. Eu estava de frente pra Breno, ver meu irmão fodendo meu filho enquanto ele me chupava era demais. A hipocrisia do ciúme era esquecida. Agora, só existia aquele momento.

Breno aumentou o ritmo, suas bolas batendo contra a bunda de Diogo. O som de pele contra pele ecoava pelo quintal, misturado aos gemidos do meu filho.

— Isso, bom garoto. Chupa o pau do seu pai como se fosse o último da sua vida.

Breno gemeu, e eu vi os dedos dele se cravarem na carne do quadril de Diogo, deixando marcas vermelhas. O garoto gemeu se engasgando no meu pau, eu soube que não ia durar muito. Cada vez que a língua de Diogo fazia pressão na parte de baixo do meu pau, cada vez que os lábios dele se fechavam em volta da cabeça, eu sentia o prazer subindo pela espinha.

Diogo começou gemer muito, mesmo abafado pelo meu pau, seu corpo gordo e suculento tremia, o puto estava gozando, também não consegui mais me conter

— Papai vai gozar nessa boquinha

Diogo não parou. Ele engoliu tudo enquanto ele gozava revirando os olhos e apertando meu pau com a garganta, quando o primeiro jato saiu, foi direto pra dentro, quente e grosso, e eu senti o corpo dele tremer enquanto engolia, mas sem soltar o meu pau até que eu tivesse esvaziado tudo.

Breno riu, estocando mais forte e saiu de dentro do rabo de Diogo antes de gozar.

— O garoto é viciado em porra, irmãozinho. Igual a você era.

Paramos por um momento, respirando pesado. Eu e Diogo precisavamos nos recuperar.

— Não acabou. Vamos pro quarto. Tenho planos para vocês dois.

Caminhamos para dentro de casa, eu e Diogo nos olhando com expectativa. Breno liderava, chegamos a seu quarto ele se sentou na beira da cama.

— Vem cá, irmãozinho.

Deu duas batidinhas no espaço ao seu lado, eu me aproximei, sentindo o coração bater mais forte, me sentei onde ele mandou.

— Vem cá meu garoto, me chupa.

Diogo se ajoelhou no chão de madeira, inclinou a cabeça e engoliu tudo de uma vez. Breno gemeu fechando os olhos por um segundo, mas em seguida voltou a olhar para mim. Pegou meu rosto com a mão espalmada, me puxou para perto.
Nossos lábios se encontraram com violência. Não foi um beijo romântico, foi uma marcação de território. A língua dele invadiu minha boca, explorando, dominando, enquanto sua outra mão desceu pelo meu peito, apertando meus mamilos até doer. Eu gemi dentro da boca dele, com som do meu filho engasgando no pau dele, isso me deixava ainda mais duro.

De repente, Breno afastou o rosto, me viu ofegante e com os lábios inchados, me olhou de cima a baixo, uma avaliação predatória, e deu um tapinha leve na minha coxa.

— Agora é sua vez, irmãozinho. Lembra de como eu te comia?

— Lembro.

— Vou te fazer lembrar de verdade. Deita de bruços. Agora.

Fiquei de pé para tentar me ajeitar, mas antes disso Breno me empurrou na cama, senti meu corpo quicando no colchão. Meu irmão me virou de bruços sem cerimônia, abrindo minhas pernas com os joelhos. Suas mãos agarraram minha bunda abrindo com força, senti o calor da respiração dele perto do meu cu. A primeira passada de língua já me arrepiou. Ele lambeu de cima a baixo, chupando meu rabo com vontade. Eu gemi abafado no travesseiro. Ele não tinha pressa, fazia círculos com a língua, abrindo caminho apenas com a boca. Breno parou de me chupar, se afastou.

—Olha só que coisa gostosa. Você tem bunda de puta, irmãozinho.

Ele estava se divertindo com meu rabo grande. Senti um tapa forte na minha bunda. O som foi alto, um estalo seco que me assustou. Veio o segundo, depois o terceiro. Ele alternava as bandas, deixando a pele queimar, a dor se misturando com um prazer que subia pela coluna.

— Gosta disso, não gosta?

— Sim, eu gosto.

Derrepente senti dois dedos dele entrarem de uma vez. Sem preparação, nem delicadeza. Ele meteu os dedos até o nó, senti uma dor aguda, meu cu ardendo. Meu corpo tentando expulsar o intruso enquanto ele forçava a entrada. Eu arquei as costas, a respiração pressa na garganta, sentindo os dedos dele me abrindo.

A dor me fazia suar frio. Breno percebeu a tensão do meu corpo, parou o movimento dos dedos, mantendo enterrados, mas imóveis.

— Caralho, você está muito apertado. Ninguém te fodeu direito desde que nos separarmos?

— Faz muito tempo que não dou.

— Percebi, você é muito mais apertado que Diogo. Como você está sendo um bom garoto vou facilitar as coisas.

— Você vai aguentar tudo, sem reclamar, irmãozinho?

— Vou

Ele tirou os dedos de dentro do meu rabo, senti o gel frio na minha entrada. Logo depois, o peso dele voltou a se apoiar sobre mim, com uma mão agarrou meu pescoço, me empurrando contra o colchão, enquanto com a outra guiava o pau até o meu cuzinho e empurrou.

A cabeça do pau dele fez meu cu se abrir. Eu gritei, cravei os dentes no meu próprio braço e ele nem parou para eu me acostumar, continuou empurrando, deslizando para dentro, me preenchendo até parecer que não existia mais espaço. O pau dele é tão grosso quanto o meu, e alguns centímetros maior. A queimação causada pelos dedos não era nada comparado a essa sensação. Quando finalmente senti o saco bater na minha bunda, eu estava totalmente preenchido e dominado.

Então ele começou a se mover. Estocadas lentas no começo. Cada movimento me fazia gemer, algumas lágrimas rolavam pelo meu rosto, mas agora a dor se misturava com o prazer. Breno ficou em pé, me puxou mais pra beira da cama, aumentou o ritmo, agora me segurava pelo quadril, cravava as unhas nas minhas coxas grossas e metia forte. Eu gemia, quase me arrependi de ter aceitado, eu queria fugir daqui, queria chorar, mas ao mesmo tempo queria continuar.

— Diogo, vem aqui meu garoto, vem assistir de perto eu foder seu pai.

Ouvi passos, senti as mãozinha do meu filhote tocar meu corpo. Ouvi ele e Breno se beijarem.

Breno saiu de cima de mim. Eu senti seu pau deslizar para fora. Meu cu ficou vazio. Aberto.

— Quero vocês dois agora. Os dois de frango assado pra mim.

Eu me movi para o lado, Diogo subiu na cama. Nós dois nos posicionamos lado a lado. Barriga pra cima, pernas abertas, bem expostos como Breno queria. Ele ficou de pé ao lado da cama nos observando.

— Caralho. Que visão linda, meus dois garotos prontinhos pra mim.

Suas mãos começaram a nos explorar. Primeiro ele tocou em mim, apertou minha coxa, deu um tapa. Depois fez o mesmo com Diogo.

— Quem eu fodo primeiro?

— Me fode, porfavor, tio Breno.

— Tá bom, putinha, você merece.

Breno encaixou o pau no cuzinho de Diogo, como o pau dele ainda estava melado do meu rabo, entrou fácil, ele começou a foder Diogo com estocadas profundas. Eu sentia meu pau endurecer ainda mais. A visão era boa demais. Meu irmão fodendo meu filho. Ele gemendo, pedindo por mais, com o pau babando.

Mesmo ocupado com Diogo Breno não se esqueceu de mim. Sua mão alcançou meu rosto, um tapa veio forte. Minha cabeça virou. Outro tapa. Eu gemi, Breno sorriu. Sua mão desceu pelo meu corpo até meus mamilos. Ele apertou, eu dei um grito.

— AAII PORRA!

— Fala direito, garoto.

Levei outra bofetada.

— Grita mais, irmãozinho.

Ele tirou o pau do rabo do meu filhote e voltou para mim. Encostou aquele mastro no meu rabo e empurrou de uma vez, novamente me senti sendo rasgado, partido ao meio, novamente meu olho encheu de lágrimas.

— Igualzinho a primeira vez que te fodi. Vai tentar fugir, irmãozinho?

— Não Breno, dessa vez eu aguento.

Ele voltou a se mover, estocadas fortes e profundas. Diogo e eu nos olhamos, nossas mãos se encontraram, nossos dedos se entrelaçaram. Eu virei a cabeça olhando pra Diogo, ele fez o mesmo. Nossos lábios se encontraram. O beijo começou devagar, mas logo ficou intenso. Nossas línguas se enrolavam enquanto Breno me fodia.

Breno saiu de dentro de mim e voltou a foder meu filhote, ele alternava. Algumas estocadas em Diogo, algumas em mim, ele nos revezava. Os tapas na cara continuavam, os apertos nos mamilos também. O prazer era intenso demais. Continuou assim por um bom tempo, até que a respiração de Diogo ficou mais pesada, aquele corpo macio começou se tremer, Breno intensificou o ritmo, e com um gemido profundo meu ursinho gozou, mais uma vez sem nem tocar no pau, enquanto me beijava.

Após isso Breno saiu de Diogo e entrou em mim novamente. Com força, sem piedade. Eu gemi, agora muito mais de tesão do que de dor, Diogo se aproximou e me beijou novamente, abocanhou meu mamilo, ficou ali chupando enquanto Breno me fodia com tudo que tinha. Eu sabia que Breno estava perto. Sua respiração estava irregular. O ritmo frenético de Breno continuou por mais alguns minutos, ele agarrou meu pau, me punhetando na mesma intensidade que fodia, até que senti aquela onda subindo pela espinha, gozei forte, quase ao mesmo tempo que senti o pau de Breno pulsando dentro de mim, ele desabou em cima de mim, seu peso me esmagava contra o colchão. Seu rosto coladocom o meu, nossas bocas se encontraram, ele enfiou a língua na minha boca, num beijo possessivo enquanto seus jatos quentes de porra enchiam meu cu. Breno gemeu alto. Seu corpo inteiro estremeceu. E ele continuou naquela posição por um tempo, Eu senti o pau dele amolecendo dentro de mim. Nosso suor se misturava.

Depois de se recompor Breno saiu de cima de mim, quando o pau dele escorregou pra fora senti meu cu totalmente aberto e vazio, uma cachoeira de porra, misturada com sangue e merda escorreu elo meu rabo, estavamos sujos e suados. Breno se levantou, deu um beijo agora carinhoso em Diogo e depois fez o mesmo comigo.

— Agora sim, meus bons garotos podem tomar banho e descansarem.

Assim fizemos, quando saímos do banho o quarto estava limpo novamente, Breno deitado naquela cama enorme.

— Venham aqui meus garotos, podem descansar aqui comigo.

Diogo foi correndo se meter na cama junto de Breno, me juntei a ele e acabamos até pegando no sono ali.

Comentários (1)

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  • Maluzinha: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado t Daianarsk

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