#Incesto #Teen #Virgem

Ele me aceitou como filha (Parte 2)

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Milana

Ele me aceitou como sua filha e agora vamos aproveitar nossa relação

Essa é a continuação do conto com o mesmo nome
Não sei usar essa plataforma bem, então não sei se os dois vão aparecer no mesmo perfil, mas usei o nome “Milana” para postar ambos, então caso não apareça, pode pesquisar esse nome ou o nome do conto que deve aparece
Recebi alguns emails da primeira parte e gostei bastante, fiquem a vontade de mandar em detalhes do que gostarem e dizer o que gostaria de ver nos próximos. Infelizmente não tive tempo de responder todos, mas vou responder assim que possível
Lembrando que tudo isso é fruto da minha imaginação, nada aconteceu na vida real
Enrolei bastante, dito isso:

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As mensagens e o pedido foram feitas na noite de domingo, quase meia noite, falamos mais um pouco, porém eu não estava conseguindo manter uma conversa com minha mente funcionando a milhões. Então acabamos nos despedimos com o carinho de sempre, tentei dormir mas não foi muito efetivo
Perguntas me atravessavam sempre
“E se ele desistir?”
“E se ele não quiser mais me tratar como filha?”
“Ele com certeza vai me achar uma pervertida!!”

Foram essas intensidades sem respostas que me consumiram até que o sono venceu a paranoia e perto de 3h da manha consegui dormir, acordando com o despertado as 6:30 para me arrumar

Estava agitada, tomei o banho mais caprichado da minha vida até aquele momento e pela primeira vez na minha vida me depilei pensando em agradar outra pessoa, arrumei meu cabelo de uma forma que nunca tinha feito, escovei os dentes duas vezes e coloquei minha melhor roupas íntima

Minha mãe vendo esse meu movimentar de um lado para outro, mais agitada do que o normal e já estranhando

- Tem alguém especial na escola? - Disse enquanto saia para pegar a bicicleta e ir trabalhar - Nunca te vejo se arrumar tanto assim para escola

- Mãe! - Ficou vermelha pensando o quão boba estava sendo
- É por causa de um menino mesmo, acha que tô exagerando…?

Ela fala com carinho enquanto me da um selinho de despedida na bochecha
- É normal querer ficar bem para que sejamos vistas, só não muda seu jeitinho de ser por causa de ninguém, tá?

Já na porta também fala
- E não fala nenhuma besteira, hein - Saindo em seguida

Me ajeito rápido e saio logo em seguida já avistando o carro dele quando vou descendo a rua, grande e todo preto, parece carro de filme de homem rico, vidros tão escuros que mesmo encostando o rosto, não dava para ver dentro

Assim que abro a porta, vejo a minha confusão emocional personificada naquele homem lindo
Um amigo, uma figura paterna, um possível namorado, tudo junto e misturado no meu coração
E assim que entro no carro e o cheiro másculo que ele havia acabado de correr me corta e toda aquela confusão no meu coração agora também lidava com a minha intimidade ficando molhada e desejosa daquele ao meu lado

M: Oi Rafa… - Falo sem graça e envergonhada, parecia a primeira vez que estava entrando em seu carro

Ele se aproxima de mim e pela primeira vez, coloca a mão na minha cintura e me da um beijo, não de lingua ou intenso como de cinema, mas calmo e amoro, nossos lábios se tocam e sinto seu calor
Foi como um beijo de um casal que ama e tem um relacionamento a anos
Então ele diz:

R: Rafa? Desde quando chama seu pelo nome?

Me olho em relance pelo retrovisor e me vejo mais vermelha do que um tomate

M: Desculpa, pai, tava com um pouco de vergonha… - Olho para o lado com vergonha de olha-lo nos olhos

Ele recuo um pouco e se ajeita para dirigir

R: Podemos conversar um pouco sobre como estão as coisas?

M: Sim… - Dou um sorrisinho

R: Ontem conversamos, mas não precisamos fazer nada e se quiser esquecemos que aquela conversa existiu

M: Não! Não quero isso, só tô com vergonha… De me achar estranha…

R: Pq te acharia estranha?

M: Quando falo do que gosto, as pessoas acham esquisito… não queria que se afastasse de mim, eu tô gostando tanto de ter você cuidando de mim, não queria que se isso desse errado, você parasse de me deixar te chamar de pai… - Digo com algumas lágrimas no olhos e com o rosto virando para a janela

R: Amor… - Ele pega minha mão gentilmente enquanto dirige - A partir de agora, eu sou seu pai, não de brincadeira, de verdade, vou te tratar assim e vou me responsabilizar por você, entendeu? A gente começar a desmontar nosso amor de outras formas, não vai mudar isso!

R: Se em algum momento não quiser mais, se interessar por outro menino ou menina, eu vou entender, mas para o resto da sua vida, você tem um pai para dar satisfação do que você fazendo com a sua vida e para te dar bastante bronca também, entendeu, mocinha?! - Terminou a fala rindo um pouco e apertando mais forte minha mão

Enxugo minhas lágrimas e limpo o rosto, a vergonha deu lugar a leveza e tranquilidade
Tiro as sapatilhas e me deito novamente no banco, igual sempre fazia, colocando os pés no colo dele enquanto dirigia, a mão que segurava a minha, agora pegava um dos meus pés e o levou até sua boca, em que deu um beijinho

M: Já que vai ser assim, então posso ficar mais a vontade, mas saiba que mamãe sempre diz que sou abusada de mais

Ele ri dando mais um beijinho na minha meia e fala:

R: Não tem problema, pode ser a vontade que pai te ama assim mesmo, mas eu também vou podar um pouco para não ficar muito abusada, foi falta de figura paterna que te deixou moleca assim, vou te mostrar que pode ser minha princesa a vontade…

M: Já tá se achando, né…

R: Tô mesmo, mas já que tá toda a vontade, me conta o que quer fazer comigo que está com medo que eu ache estranho...?

M: Ah, pai… Você sabe… coisas de namorados

R: Claro, eu fico muito feliz com isso, mas da forma que falou, não parecia ser isso que estava querendo dizer, fala pra mim, deixa de vergonha

Ficou uns dois minutos pensativa do quão aberta eu seria

M: Bem… Desde nova eu gosta de meninos e meninas

R: Você é bissexual?
M: Talvez, acho que sim, nunca transei com ninguém

R: Não precisa transar com ninguém para saber do que gosta, o ato é só para saber para onde vai direcionar, mas continua

M: Bem… Eu gosto de meninos e meninas, mas de jeitos diferentes, gosto de mulheres bem arrumadas, perfumadas, lindas e carinhosas

R: Entendi, temos gostos parecidos e com meninos?

M: Com eles, as pessoas acham meu gosto estranho… - Viro um pouco o rosto mexendo no celular como se fugisse do assunto

R: Vamos, menina, para de ficar com vergonha, é sobre o que falou de querer passar a mão no meu corpo?

M: Tá, vamos lá, desde de pequena eu sempre gostei do cheiro dos meninos da sala depois da educação física, as minhas amigas e as professoras achavam nojento, mas eu adorava sentir, e isso, conforme fui crescendo, foi se transformando, hoje adoro os cheiros naturais nos garotos e nos homens adultos. Também fui tendo mais desejos, gosto de me imaginar sentido o cheiro de perto, de poder pegar nos pés, beijar, lamber as axilas, não sei pq, eu amo ver as axilas, principalmente quando são peludas, sei que é estranho, mas fico tão curiosa de poder sentir de perto o cheiro da sua camisa suada….. - minha voz muda um pouco ficando mais envergonhadas do que já estava
M: … De poder sentir o cheiro e gosto das suas meias e principalmente cueca que usa para correr

R: Uau - Vejo ele sorrir sem julgamento - Que gostos legais, pode ficar a vontade para me contar e se sentir à vontade, fazer comigo, não se preocupa que não conto para ninguém. - Fica uns 5 segundos pensativo - Ahh, por isso não gostava quando eu vinha com roupa social

M: Não acha imoral uma mulher gostar disso?

R: Amor, desejo é desejo, eu estou todo animado de saber essas coisas, posso fazer algumas perguntas?

M: Pode…

R: Primeiramente obrigado por me contar e continuar confortável comigo, como perceber… - Ele da uma risada e passa meu pé em seu colo no seu volume da bermuda - Fiquei animado em saber e mesmo com você falando isso, não quero ultrapassar nada que não queira, então minha pergunta é que tipo de relação gostaria que tivéssemos, além de pai e filha que isso não vai mudar mesmo, quero dizer, até que ponto de liberdade vamos ter?

M: Bem, penso que queria ter mais liberdade de passar a mão no seu corpo… - Tentei falar olhando diretamente para ele, mesmo ele olhando para frente com o trânsito - Tipo… seria legal me deixar tocar nos seus braços, peitoral…

R: Quer sentir o meu cheiro mais de perto também?

M: Quero sim - Dou um pequeno riso sem graça mas ficando mais confortável

M: Mas e você?

R: Eu o que?

M: Do que gosta, safado, eu sinto você gostando da conversa daqui - Me referia a sentir seu volume na bermuda - o que quer fazer?

R: Amor, meu pensamento já é um pouco mais adulto, não quero apressar as coisas

M: Ah, pai, não vem com isso de que por eu ser jovem não vou entender, fala logo

R: Queria ter mais liberdade, alem de poder tocar, mas ficarmos juntos, beijos, toques ousados

M: Toques ousados? Tipos quais

R: Tipo eu poder passear com a lingua na sua florzinha que deve ser deliciosa

Ficou animada internamente, tentei não explodir de alegria ali ouvindo que ele queria fazer esse tipo de coisa comigo.
M: Eu me depilei ontem… - Falo meigamente, em um tom de voz tênue entre vergonha e desejo

R: Ai, filha, assim vou acabar batendo o caro - Ele ri e sinto seu volume no pé se intensificar

Eu usava uma saia média que ia até os joelhos, por baixo um calcinha amarela clara, para provoca-lo, mas eu mesma estava em puro calor de desejo, e enquanto ele dirigia com meus pés massageando seu volume, levanto minha saia e coloco gentilmente minha calcinha para o lado e me toco devagar

M: Papai, fala mais do que quer fazer… - falo em voz meiga e desejosa

R: Amor… - Vejo seu corpo enrijecer quando perceber como eu estava - Quero te colocar no meu colo e te beijar com muito amor, quero te chupar enquanto você cheira minha cueca, quero te comer e te fazer mulher em cima de mim enquanto lambe meus suvacos

Eu estava em um transe de olhes fechados e passeando meu dedo por cima do clitoris, com pequenos espasmos nas pernas, mas sem nunca parar de provoca-lo com as pontas dos meus dedos no seu volume.

No entanto, sinto o carro parar do nada, tinhamos chegado a escola, a tristeza profunda daquele momento ter acabado me cercou por menos de um minuto quando sinto algo que nunca senti

Uma lingua pela primeira vez percorria minha intimidade e nada conseguir fazer além de gemer fortemente e pressionar a cabeça de papai em mim, quase 10 minutos se passaram quando tremi em pressão, ele entendeu minha sensibilidade e estava tendo um pegamos, o primeiro sem que eu mesma tivesse me estimulando.

R: Vamos, amor, se não vai se atrasar e podem ligar para sua mãe.

Alguns minutos se passam, ele me ajuda a me recompor e me preparar antes de ir
Mas sem antes que eu iniciasse um beijo, dessa vez de lingua, carregado de amor, carinho e desejo.

Ao terminar, segurando sua camisa, mantendo ele perto de mim ainda falo

M: Quando eu voltar, quero mais e não quero te ver com aquela roupa social, vai para academia mais cedo e volta para me buscar entendeu?

R: Claro, amor

Saio do carro leve e feliz

M: Tchau papai, te amo

R: Também te amo, meu tesouro

Comentários (2)

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