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Dividindo o quarto com meu pai na Pandemia

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Quando uma jovem garota e seu pai no meio de uma pandemia descobrem uma brincadeira gostosa.

Dividindo o quarto com meu pai na pandemia

Logo que a pandemia começou com lockdown tivemos que dividir a casa em 2 partes. Minha mãe e meu irmão mais velho são médicos, inclusive a residência do meu irmão e no hospital em que minha mãe trabalha. Já eu, tive que dividir uma suíte com meu pai que tem comorbidade e precisei ficar com ele pra não ficar sozinho.
Eu tenho 19 anos e nunca tive muita intimidade com meu pai, então nos primeiros dias foi bem estranho acordar e já estar com meu pai ali perto de mim. Antes eu adorava dormir à vontade com meus pijamas, de shortinho e camisola.
Tudo começou com um dia que eu acordei tarde e já fui tomar café e acabei por não tirar um shortinho que eu usava, meio folgadinho nas coxas.
Voltei para o quarto e meu pai estava jogado num sofazinho que ficava dentro da suíte assistindo filme.
Deitei do lado dele e coloquei meus pés próximo as suas coxas e ao me ver encostar pegou meus pés colocou em sua coxa e ficou fazendo massagem neles.
Eu tenho muitas cócegas nos pés e meu pai sabe disso, e nessas dele passar as mão ásperas eu dava uns pulinhos e sem querer senti que encostei um dos pés do pênis do meu pai.
Tentei agir com naturalidade mas meu rosto queimou na hora, já meu pai não demonstrou muita reação exceto pela barraca que formou em seu shorts, mas também não falou nada.
Como reclamei que estava com cócegas, meu pai ficou massageando meus tornozelos.
Comecei a ficar com a impressão que meu pai estava incomodado, pois ele parou com a massagem no tornozelo… achei estranho, e ao olhar por cima do celular reparei que meu pai olhava entre o vão do meu shorts a minha xota. Fiquei curiosa pra ver se era isso mesmo, só que ao me mexer mais a perna senti algo entre meu dedão e o indicador do pé, sabe aquele vão entre nossos dedos… cheguei a dar umas 2 apertadas com os dedos e tive quase certeza que era a cabeça do pênis do meu pai. Nisso me deu um arrepio no corpo, me levantei correndo e meio sem saber o que fazer, sem graça, tomei o celular que estava na mão do meu pai e brinquei falando: Eu tenho cócegas e corri pra cama com o celular dele.
Eu não esperava qual seria a reação do meu pai, mas a partir deste dia algo mudou. Meu pai correu atrás de mim e me dominou pelas costas e tentou pegar o celular de mim. De repente ele segura em meus pulsos e pra me defender eu empino minha bunda e jogo de encontro ao corpo dele.
Ele não se dava por vencido e fazia peso em cima de mim e foi num rápido movimento que ao tentar escapar sinto seu pênis encaixar na minha bunda.
Eu nunca tinha sido encoxada, ainda mais pelo meu pai, nossa como aquilo era bom. Lembrei dos conselhos da minha mãe sobre brincadeiras com homens, mas naquela hora eu não sabia o que fazer, aquilo se encaixou num ponto que eu estava sentindo minha xota queimar, que loucura.
Eu tentava disfarçar com a brincadeira dizendo que ele não me venceria e empurrava minha bunda em sua direção pra fugir e meu pai carcava seu pênis duro no meu rego.
Após alguns minutos naquele vai e vem, me dei por vencida e entreguei seu celular, ele riu de mim e me chamou de fracota. Levantei correndo e fui beber água e quando fui ao banheiro fazer xixi minha xota estava ensopada. Aquela brincadeira me excitou, um misto de tesão e culpa tomava conta de mim. Eu tinha sentido tesão com meu pai e pior eu tinha gostado.
Depois daquele dia comecei ficar mais à vontade com meu pai, voltei a usar meus pijamas curtos sem calcinha. Meu pai passou a ficar muito mais próximo e amoroso comigo. Tanto que volta e meia eu pegava o celular da mãe dele e corria pra cama. Ele vinha correndo e aquilo começou a se tornar a nossa brincadeira diária, um delicioso crime, no qual eu roubava seu celular e ele montava em cima de mim e ficava carcando seu pau no meu do meu rego, aquilo só acabava quando ele se dava por satisfeito e saia de cima de mim. Eu sempre ia beber água depois das nossas brincadeiras e minha xota sempre ficava pingando. Estava ficando evidente que eu estava gostando e meu pai também, pois depois de algumas semanas nessa brincadeira ele nem disfarçava mais a sua ereção, e em algumas brincadeiras a mancha redonda que ficava em seu calção.
Com isso a intimidade entre a gente só aumentava,depois de um mês das nossas “brincadeiras” simplesmente ele começou a ficar só de cueca como se fosse a coisa mais normal do mundo e algumas vezes acho até que ele fazia aquilo pra me provocar, pois eu sempre ficava olhando aquele volume. Prometi pra mim que não deixaria barato essa provocação e iria revidar.
Lembrei de uma camisola minha que eu adorava usar antes da pandemia. Ela tinha ficado velhinha, mas adorava ela, tinha uma calçola por baixo, bem folgada, fiquei com medo de ficar desprotegida pois em nossas brincadeiras o cacete do meu pai ficava tão duro que parecia que iria furar o shorts e sem ele só de calçola, ela poderia falhar e não me proteger. como eu não usava calcinha pra dormir adora ela.
Numa tarde, peguei e fui tomar banho, ao sair do banheiro, vejo que meu pai toma um susto quando me vê, mas tenta reagir com normalidade. Eu passo por ele e pergunto, o que foi? Ele responde: Nada não, está calor hoje né!? Eu disse, muito! Ao sentar ao lado dele de camisola, vejo que meu pai pegou uma almofada e colocou no seu colo. Perguntou sobre a TV e ele respondeu sem olhar pra mim: Tô vendo um filme aí que peguei pela metade, falando comigo olhando pro celular. Não deu outra, peguei o celular dele e corri para cama. Toda vez que fazia isso, ele sorria e seu olho brilhava, meu pai fazia uma cara de tarado…Num pulo do sofá, ele já montou em mim, logo senti aquele negócio duro, e agora eu de camisola e meu pai de cueca, aquilo ficava cada vez mais perigoso.
Nossa, perdão meu Deus, mas como aquilo era gostoso, eu empinava minha bunda e sentia o cacete do meu pai encaixar bem em cima da minha buceta. Tinha hora que aquilo entalava no meu rego que eu chegava sentir aquela dorzinha inicial de penetração. Eu mexia minha bunda pra cima e pra baixo fingido escapar e meu pai me apertava de volta, fazendo eu sentir seu cacete igual brasa na minha bunda. Nessa agitação toda, dado momento sinto um grude na minha bunda, um cheiro forte toma conta do quarto, acho que o pênis do meu pai saiu da cueca. Não sei o que deu em mim mas perdi totalmente o domínio sobre meu corpo, sinto algo encostar na entrada do meu cuzinho, começo a me mexer de maneira descontrolada. Meu pai, não sei se percebendo meu estado de êxtase, começa a me fazer cócegas me apertando mais. Eu começo a me debater e pedir pra ele parar pois senão eu iria fazer xixi, mas minha voz estava trêmula, no fundo eu estava era gozando, hoje eu sei disso, pois algo explodiu dentro de mim. Lembro-me que senti meu corpo caindo, enfiei minha cara no travesseiro, o cacete do meu pai forçando meu cuzinho, eu era inexperiente, apesar da idade era virgem então senti algo cutucando meu Cú e sinto que tive um rápido desmaio. Meu corpo não respondia, sinto algo quente feito brasa dentro do meu cú. Quando dei por mim, volto a escutar a voz do meu pai me puxando dizendo que fiz xixi na camisola e se levantou rapidamente escondendo sua evidente ereção. Eu não sou nenhuma boba, mas não sabia o que dizer, apenas me levantei e pedi desculpas pelo xixi, mas quando vou ao banheiro sinto um negócio branco e espesso saindo do meu cú. Voltei pensativa, será que meu pai gozou no meu cú?

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