#Teen #Traições

Comendo evangélicas - Mãe e filha no mesmo dia.

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Railton40

Minha esposa Andrea nasceu e foi criada em uma familia evangélica, o pai ainda hoje é obreiro, a mãe faz parte do circulo de oração, um dos irmãos é pastor e por aí vai. Quando nos conhecemos criamos uma amizade pois trabalhavamos no mesmo setor, de início eu zoava ela por ser evangélica, dizia que eles não sabem se divertir, não podem dançar, ouvir música, tomar uma cerveja e etc. Ela dizia que dava pra se divertir sem essas coisas, eu brincava dizendo que qualquer dia eu tentaria me divertir com ela, ela me olhava de lado percebendo minha malícia. O fato é que com o tempo nos apaixonamos e casamos, eu que nunca tinha me ligado em religião, qualquer que fosse, agora estava imerso nessa realidade, quando compramos nossa casa, ela passou a frequentar uma igreja no bairro e eu passei a acompanha-la, queria saber onde ela tava se metendo e aquela denominação parecia tranquila, mais tarde eu descobriria as coisas que rolavam nos bastidores.
Pra encurtar, eu tinha aberto meu próprio negócio e a empresa ía bem, não tínhamos problemas financeiros tradicionais e mesmo tendo certo conforto, eu procurava manter certa discrição, porém isso não passou batido na igreja, logo os dirigentes me abordaram, falando de como o dinheiro corrompe e como eu seria abençoado se ajudasse a igreja, aquele papo manipulador, mas eu não era um crente emocionado, falei que minhas contribuições seriam de acordo com o que eu julgasse certo e que não tinha intenção de doar qualquer quantia sem uma contrapartida, afinal eu já era um homem de negócios, percebendo que o emocionalismo não funcionaria comigo, o presidente logo abriu o jogo, disse que o alto escalão da igreja era formado por pessoas de bom poder aquisitivo e que fazer parte desse grupo me traria bons negócios, pedi pra ver de perto esse tal grupo e que estva aberto a possibilidades. E foi então que a realidade veio a tona, os caras realmente se ajudavam, havia um networking forte e havia vantagens, resolvi me envolver, recebi um cargo de fachada e algum autoridade eclesiástica, mesmo eu sendo mais do tipo que recruta pessoas pro outro lado.. Rrsrs... Brincadeira.
Andrea ficou feliz com minha participação, ela realmente via aquilo como obra de deus, nós ajudavamos genuinamente as pessoas, até abrimos um departamento de ação social na igreja.
Em casa nossa vida sexual também melhorava, Andrea que era cheia de pudores, passou a se soltar, a ser mais atrevida, eu passei a trata-la como uma putinha na cama e ela adorou, agora ela não era mais a meretriz de um homem ímpio, era a esposa de um obreiro, fazia tudo que eu pedia sem pestanejar, até sexo anal, que é um tabu pros evangélicos, ela passou a pedir e a gozar como louca levando pau no cuzinho. Andrea é uma mulher branca, ruiva, de 1,60m, coxas grossas, seios médios e uma bunda deliciosa. Eu gostei desse status e do jeito que ela agora era submissa no sexo, parei de procurar prostitutas pra me aliviar, antes pra comer um cu eu tinha que pelejar ou catar alguma garota do job.
Com o tempo, nossa relevância aumentava no meio evangélico, eu vi o submundo dos dirigentes, tentava ficar na minha mas sempre era convidado pra umas reuniões ou retiros, sempre regados a bebida, garotas e muita orgia, tudo com benção divina.
O problema é que é difícil ficar longe dessas coisas, os outros obreiros ficavam nervosos por eu não participar, eu os acalmava dizendo que meu foco eram meus negócios e que não me importava com quem eles comiam, o que eu não percebia era que ninguém escapa do sistema e dentro do dept de ação social uma semente estava sendo plantada...
A secretária geral da igreja vinha frequentemente pra acompanhar o trabalho que era feito com os jovens e adolescentes, Andrea não sabia mas ela era quem recrutava as meninas para as festinhas dos dirigentes, vale ressaltar que a maioria das meninas da igreja eram de famílias com baixo poder aquisitivo, presas fáceis quando era prometido dinheiro e presentes. Certa noite, Andrea me confidenciou que tinha ficado chocada com as conversas da secretária, disse que ouviu ela falando com algumas meninas sobre o tal retiro, que receberiam um bom dinheiro e que tudo ocorria no sigilo das coisas de deus, que elas poderiam até arrumar bons pretendentes nesses encontros.
Perguntei a Andrea como ela estava se sentindo com aquilo, depois de alguns rodeios ela confessou...
- fiquei um pouco excitada com aquilo, a cena de um monte de gente fazendo sexo, ainda mais da igreja!
Andrea ofegou e naquele dia transamos como dois bêbados no cio, vi que aquilo tinha mexido com ela, comecei a plantar essas ideias nela durante o sexo... Falava pra ela imaginar a menina tal de quatro pra mim ou pra ela imaginar a fulana gemendo no meu pau, a ciclana gozando com meu pau no cuzinho... Andrea se excitava e gozava forte, por semanas nosso sexo foi se ajustando a essas fantasias ao ponto que eu já olhava aquelas meninas com outros olhos e o tesão nelas começou a aflorar em mim.
Certo dia, uma das jovens veio falar comigo sobre alguma coisa aleatória, era Angeline, uma morena de 14 ou 15 anos, seios pequenos, uma bundinha redonda e um olhar de ninfeta, ela usava um vestidinho colado, acima do joelho, os cabelos ondulados longos caíam sobre colo dela cobrindo as alças do vestido, os pequenos seios marcavam o busto, ouvi o que ela tinha a dizer mas mal prestei atenção, tava vidrado no corpinho daquela menina, falei qualquer bobagem que ela riu, Andrea observava de longe, Angeline já descontraída ria das bobagens que eu falava e naquela noite Andrea estava a mil por hora, ela colocou um vestido parecido com o que Angeline usava, quando ela entrou no quarto foi em minha direção, subiu na cama engatinhando e soltou...
- quero que você me coma como seu eu fosse a Angeline!
Fiquei surpreso com o pedido e mandei ver, ela levantou o vestido e eu caí de boca na raba dela, lambi o cuzinho dela que gemeu e logo tratei de meter, ela me olhava por cima do ombro e dizia...
- come o cuzinho dessa novinha, come!
Imediatamente a imagem da Angeline me veio a mente, dei algumas estocadas e gozei, foi a gozada mais rápida da minha vida. Andrea deitou de bruço e sorrindo me falou...
- adoro quando vc goza rápido, sem controle!
- vc fica atiçando minha imaginação, aí dá nisso!
Ela riu e completou...
- acho que ela não aguentaria seu pau!
- ela ía sofrer bastante, mas sempre tem um jeito!
- vc já transou com meninas da idade dela?
- sim, várias!
Vi que ela ficou um pouco decepcionada com a resposta e falei que antes de "ser crente" Eu tinha uma vida como qualquer solteiro, se tinha uma oportunidade de transar com uma garota bonita, não importava se era nova ou velha, tudo valia com consentimento é claro.
Depois dali ela sempre fazia com que as meninas fossem falar comigo, ela olhava e usava a imaginação na hora do sexo, o que ela talvez não se desse conta era que eu estava realmente flertando com aquelas garotas, algumas delas já tinham dado pros obreiros e participado daquelas festinhas, ao que me parecia, Angeline ainda não tinha entrado naquela teia e os flertes com ela estavam em estágio avançado, e a consumação da coisa veio quando a mãe dela desempregou, ela foi falar comigo sobre a situação e perguntou se a igreja poderia ajudar enquanto ela arrumava outro emprego, o pedido dela foi simples, ela receberia o seguro mas tinha medo de não arrumar algo logo, falou da filha e das despesas, eu me coloquei a disposição pra ajudar no que precisasse. Aline era o nome dela, morena, uma bunda de respeito, seios pequenos, cabelos cacheados pintados de vermelho, um tesão, logo ficamaos próximos, sempre perguntava como ela e a Angeline estavam, Angeline sempre me cumprimentava com abraços, Andrea incorporava a safada toda vez que me via conversando com ela.
Os meses passaram e Aline não arrumou emprego, preparei uma cesta básica e levei pra ela, ao chegar na casa dela, ela me recebeu com um shortinho curto e uma blusinha, Angeline de shortinho curto, estilo boquinha da garrafa, e uma blusa de alcinha, as duas um verdadeiro tesão, conversamos um pouco, ela falou que estava com medo e começou a lagrimar, eu a abracei, Angeline tbm emocionada olhava a mãe e se aproximou nos abraçando, consolei as duas abraçando e proferindo palavras de conforto, mesmo o momento sendo delicado, meu pau endureceu e não me esforcei pra disfarçar, rocei o pau duro nas duas, minhas mãos alisavam as costas das duas até quase chegar nas bundas, ambas se aconchegaram no meu peito, meu pau em riste pressionava as barrigas delas, quando se afastaram olhei nos olhos da Aline com cara de safado, ela baixou o olhar pro meu pau e eu ajeitei o pau na calça sem cerimônia, quando olhei pra ela de novo ela mordia o lábio inferior...
- a sra é uma mulher maravilhosa, irmã, tudo vai ficar bem!
Ela sorriu e me deu um beijo no rosto, puxei Angeline e dei mais um abraço, apertando ela pela cintura, ela deu um suspiro e eu a beijei no canto da boquinha.
Quando estava saindo, Aline me acompanhou ate a porta...
- irmão, quando quiser aparecer, fique a vontade, só avise pra gente não receber o sr tão mal vestidas!
- que isso, irmã, vcs são lindas!
- na próxima vez a gente se arruma melhor!
- se ficarem mais bonitas e tiver um café eu passo a tarde aqui!
Notei o olhar safado dela.
Dias depois, eu não parava de pensar naquelas duas, qualquer chance que eu tinha, catava Andrea pelo braço e metia a pica nela, ela percebendo meu tesão perguntou...
- o que te deixou assim todo safado!
Pensei em não dizer nada mas não resisti a curiosidade de ver a reação dela...
- sabe a mãe da Angeline?
- o que tem?
- acho que ela e a filha tão com tesão por mim!
Achei que começaria uma briga, mas não, Andrea me olhou e segurando meu pau falou...
- qualquer mulher iria querer um homem como vc!
- serio?
- vc é gostoso, é obreiro, fala legal, por isso tenho tanto tesão em vc!
- tem tesão em saber que outras mulheres têm tesão em mim?
Ela acenou com a cabeça.
Naquela semana fui a casa da Aline, Angeline estava só, a mãe tinha saído pra procurar emprego, usei a desculpa de levar mais alguns mantimentos pra elas, ía entregar e ir embora mas Angeline me chamou pra entrar, ela andou na minha frente com aquela bundinha apertada pelo short, a polpa da bunda balançava e o short sumia no rego, coloquei as sacolas na mesa e logo ela veio me abraçar, não resisti e levei a mão na bundinha dela, ela apenas empinou e se esticou pra me beijar, coloquei ela sentada na mesa, as pernas se lançaram em vomta de mim, apertei os pequenos seios e caí de boca neles, Angeline suspirou...
- tá gostoso, minha safadinha?
- tá sim, tio!
Passei a beijar o pescoço, a nuca, segurei pelos cabelos e beijava a boquinha dela, senti ela arqueando a cintura se esfregando em mim, aquilo foi a deixa, me abaixei abaixando junto o short, ela estava sem calcinha, a bocetinha beiçudinha se revelou, fechadinha, uma penugem rala na testa subia ate emendar com os pelos da barriga em direção ao umbigo, abaixei minha calça e pincelei o pau na entrada, senti a boceta babar no meu pau...
- tá meladinha, babando no meu pau!
- mete em mim, tio, quero que o sr me coma!
O pau foi entrando, abrindo caminho na bocetinha, ela não era virgem mas era extremamente apertada, quando meu pau chegou no limite, sentir a boceta piscar...
- isso, safada, aperta meu pau!
Comecei a meter devagar e firme, Angeline gemia chorosamente, apertando meu pau, eu estava pra gozar, estava segurando mas quando ela começou a tremer tendo um orgasmo eu não aguentei, soltei uma gozada longa na bocetinha dela, quase desmaiei com aquela boceta mordiscando meu pau.
Fiquei um tempo dentro dela, beijando e chupando os peitinhos...
- tio, o sr é muito gostoso, meu deus!
- que bom que gostou, vou te comer sempre, vc quer?
- um rum, mas tem um problema!
- qual?
- minha mãe tá doida pra darnoro sr, tbm!
- sua mãe é muito linda tbm!
- o sr quer ela tbm?
- quero deixar vcs duas felizes!
- ela vai ficar muito feliz se o sr ficar com ela!
- tudo bem pra vc?
- contanto que o sr não pare de fazer comigo!
Eu nem acreditava naquilo, não demorou e Aline chegou da rua, estava suada, abriu um sorriso enorme ao me ver...
- oi irmão! Nem me liguei no carro aí na frente!
- eu vim trazer mais algumas coisas!
- a Angeline recebeu o sr bem?
- muito bem, ela é um amor!
Ja tínhamos nos recomposto mas o olhar entre elas era safado, Angeline falou alguma coisa no ouvido dela e saiu pro quarto, Aline me deu um abraço e agradeceu pela ajuda...
- irmão, eu vou tomar um banho, se o sr quiser pode me esperar, não demoro!
Eu olhei aquela bunda redonda na calça jeans e sem pensar muito falei...
- se a sra quiser posso lhe ajudar com o banho!
Ela pegou a toalha e foi em direção ao banheiro, olhou pro quarto da Angeline e fez sinal pra mim...
- vem! Disse ela sussurrando.
Entrei com ela no banheiro já agarrando a bunda dela, nos despimos e fui logo pra cima, sem preliminar, só tesão, escorei ela na pia, ajeitei o pau entre as pernas dela procurando encaixar, quando a cabeça se alojou na entrada meti de uma vez....
- ahhhh, caralho, que pau é esse!?
Conecei a bombar forte, estapeei a raba segurando no cabelo...
- toma putinha, toma pica nessa boceta!
- come, isso, fode essa boceta, é toda sua, cachorro!
Aline empurrava a bunda de encontro as minhas estocadas, parecia apressada em receber um pau na boceta, ela gemia e falava putarias...
- vai me come irmão, tô precisando de pau de homem, mete na minha boceta!
Eu metia forte, agarrado nas ancas dela, meu pau entrava todo na boceta dela e ela pedia mais, eu estava aguentando bem pois já tinha tido um orgasmo forte minutos antes...
- não vai gozar né safado? Já comeu minha filha!
Ela de repente parou, mandou eu sentar no vaso com a tempa fechada, sentei e ela montou em mim, ela com cuidado foi ajeitando o pau, minha surpresa foi ela apontar a pica no cuzinho, observei ela encaixar a cabeça no ânus e iniciar a descida, lentamente ela foi descendo fazendo o pau sumir no buraquinho, quando chegou na metade, onde meu pau é mais grosso ela parou...
- ai caralho, esse pau vai me rasgar!
- senta devagar!
- faz tempo que não dou meu cu, caralho, esse pau tá me arrombando, safado!
Ela começou a subir e descer discretamente, como se tentasse se acostumar com o volume dentro do cu, a cada descidabeu forçava um pouco mais, ela esfregava a boceta com uma mão e com a outra se apoiava na parede controlando a penetração, por mum momento achei que ela não fosse engolir meu pau todo, mas após algumas sentadas aquele cuzinho ebocanhou a base do meu pau, agora com o pau socado até o talo ela começou a rebolar pra frente e pra trás, fazendo a boceta babar na minha pelvis, logo ela achou o ritmo e daí não parou mais...
- isso, assim, fode esse cu, fode!
- isso irmã engole esse pau com esse cuzinho gostoso!
- tá gostoso, tá? Tá gostoso comer o cu desse mãezinha safada!
- ai, irmã, tá gostoso!
- come direitinho que eu deixo vc comer o cuzinho da Angeline, seu filho da puta!
- vou comer vc e depois meter na sua filhinha putinha!
- vai comer minha putinha né, mas agora come a mãe safada, come!
Quanto mais ela falava, mais crescia o tesão, o rebolado aumentou e a vadia gozou com meu pau no cuzinho e a boceta babando, ela parou apoiada no meu peito, respirando forte, em seguida ela levantou e foi pro chuveiro, fiquei uns segundos olhando ela se lavar e quando olhei a raba dela tornei a agarrar ela.. .
- ai, vai me dar pica de novo?
- ainda não gozei, vou deixar meu leitinho nesse cu!
Apoiei ela na parede e mandei empinar a bunda...
- abre esse cuzinho, abre!
Com as mãos ela afastou as nádegas, encostei a cabeça e empurrei, entrou mais facil dessa vez, mas ainda assim ela gemeu de dor...
- agora vou gozar nessa delícia de cu!
- aiiii, tá me rasgando, safado!
Segurei pelo pescoço e pelo seio, dessa vez meu pau entrava todo, sem cerimônia, as lágrimas escorriam no rosto vermelho e me dava mais tesão ver ela sofrer no meu pau, por um segundo me veio a imagem da bundinha da Angeline, encaixado no reto dela soltei todo meu gozo enterrando fundo meu pau, puxei ela pra baixo e meti o pau na boca dela.
Ela me chupou até limpar todo meu pau, depois disso tomamos um banho e nos recompomos, quando saimos do banheiro, Angeline estava na sava assistindo tv, ela olhou com aquela carinha de safada e disse...
- achei que vcs iam morar aí!
Aline riu meio envergonhada mas ainda com aquela expressão safada, eu pedi um pouco d'água, e depois de conversar um pouco fui embora.
Aquele dia foi pra mim o início de uma coletânea de transas com Aline e Angeline, com a Aline a coisa é mais fluida, sem muita cerimônia, ela é uma mulher carente de sexo e por ser evangélica não tem a opção de dar um rolê e encontrar um parceiro pra curtir, infelizmente as doutrinas criam essa restrição, em teoria. Ela me confidenciou certa vez que alguns obreiros sempre tentavam se aproximar dela, vinham com o papo de que ela precisava de um homem de deus e que mesmo sendo casados ela poderia se aliviar com eles, perguntei por que ela nunca caiu nessa lábia e ela disse que esses caras só querem comer e quando chega a hora de dar algum apoio todos somem, entendi a lógica, por ela ser mãe solteira todos queriam comer mas ninguém se dispunha a ajudar, no final das contas foi o trabalho com a ação social que abriu o caminho, óbvio que eu não tinha problema com isso, depois del outras irmãs tbm começaram a se insinuar, mas eu selecionava bem, minha esposa Andrea sempre comenta que as algumas mulheres da igreja me olham diferente, ela continua pegando essas situações e usando de fantasia sexual, naquele momento não houve oportunidade de envolver ela nessas transas, isso viria a acontecer meses depois e nem foi com a Angeline, Andrea descobriu o menage com outra menina, mas vou contar isso depois.
Sobre a Angeline, continuamos transando mas demorou um pouco pra despertar toda a putinha dentro dela, posso contar em um futuro relato.
Quanto a mim, entendi que existe um sistema interessante dentro dessa denominação, sim, tem aquelas pessoas que realmente são focadas nos ensinamentoa, porém há outra parte que fez desse circulo social um meio de esconder essas práticas, não posso julgar, ninguém é inocente mas nem todo mundo tem dolo.

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