#Gay #Grupal #Voyeur

Fui Intercambista em Madrid e Acabei em uma Putaria com 4 Gringos

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Diego C

Caí numa suruba brutal em Madrid. Mamei pica gringa até engasgar enquanto meu cu era estacado sem dó. Uma chuva de leite cruzada sob o neon vermelho!

Opa, para quem não me conhece eu sou o Diego: 1,83m de altura, pele clara, olhos azul-esverdeados e um corpo definido de carateca com 19 cm de puro vigor, todos os meu contos aqui são 100% verídicos! Os relatos anteriores eu já trouxe a aventura mais recente, subjugando o primo do meu namorado, e também já trouxe minha primeira experiência com um homem. Hoje trago um caso ainda do meu período de faculdade.

Na reta final da faculdade , surgiu a oportunidade do currículo sanduíche no momento perfeito. Passar os dois últimos semestres da faculdade de saúde em Madrid, com uma bolsa integral cobrindo os custos, era o tipo de chance que não se recusa. Eu não pensei duas vezes. Arrumei as malas, fechei o ciclo intenso que tinha vivido no Brasil e embarquei.

Ao desembarcar na Espanha, meu destino já estava traçado até na escolha do CEP. Eu sabia exatamente o que a capital espanhola oferecia no quesito liberdade e permissividade, por isso aluguei um estúdio no coração de Chueca, a poucos passos da famosa estação de metrô que é o símbolo da diversidade local. Eu queria o pacote completo: a excelência acadêmica de dia e o anonimato da noite madrilenha mais subterrânea e sem tabus.

Cheguei numa sexta-feira. O cansaço do voo e da mudança pesou, então usei a noite para me instalar, organizar minhas coisas e descansar. Mas no sábado, a adrenalina de estar em território novo falou mais alto. Passei o dia pesquisando os clubes de cruising da cidade, lugares famosos por proporcionar experiências sexuais livres em ambientes feitos para o prazer puro.
Quando a noite caiu, me vesti com uma camiseta preta que marcava bem os meus ombros de nadador e saí. O clube que escolhi tinha uma energia magnética. Logo na entrada, um bar escuro com música eletrônica densa e luzes vermelhas ditava o clima. Homens de todos os estilos transitavam por ali, os olhares se cruzando com segundas intenções nítidas.

Caminhando pelos corredores de azulejos escuros dos fundos, a primeira área que me chamou a atenção de verdade foi o espaço dos glory holes. Eu só conhecia aquilo por filmes e relatos na internet, e ver a dinâmica ao vivo fez meu sangue esquentar na hora. As paredes de madeira escura tinham aberturas estratégicas e, em uma delas, algo me parou imediatamente.

Atravessando o buraco, apontava um pau de pele bronzeada, com uma cabeça farta e extremamente arroxeada, sustentada por um corpo robusto e cheio de veias saltadas. A imagem daquele dote imponente reluzindo sob a penumbra vermelha foi o suficiente. Senti o peso dos meus 20 e poucos anos e toda a minha fome acumulada. Não pensei duas vezes: apoiei meus joelhos no chão frio e abocanhei aquela tora de uma vez.

Foi uma mamada generosa, gulosa e profundamente úmida. Eu usava a língua para rodear aquela cabeça enorme, deixando a saliva escorrer pelos meus dedos enquanto segurava a base do pau na parede. Mesmo com o eco do som do bar no corredor, os gemidos graves do homem do outro lado eram nítidos, vibrando a cada vez que minha garganta engolia o dote dele por completo. O calor ali era absurdo.

De repente, no auge do ritmo, o movimento foi interrompido. O homem puxou o pau de forma abrupta, tirando-o da minha boca e sumindo da abertura da parede. Fiquei de joelhos por um segundo, limpando os lábios, sentindo a adrenalina estalar no peito. Mas a frustração não durou nada. Menos de um minuto depois, a porta lateral do corredor se abriu.

Era o dono do pau bronzeado, um cara alto e de expressão forte. Ele me olhou de cima a baixo, fixando os olhos na minha boca ainda molhada e no meu porte físico de atleta. Sem dizer uma única palavra, ele fez um sinal firme com a cabeça, apontando para o corredor dos quartos privativos, me chamando para entrar.

O trajeto até os quartos privativos foi uma extensão da eletricidade que tinha começado no glory hole. O homem bronzeado, que tinha o perfil perfeitamente rústico e mediterrâneo, com ombros largos, coxas grossas e os pelos da barba farta roçando na minha pele, não aguentou esperar a privacidade de quatro paredes.

Antes mesmo de dobrarmos o primeiro corredor, ele me puxou por trás com força, colando o peitoral musculoso dele nas minhas costas e me prensando contra a parede de azulejos. Senti o dote dele, já rígido novamente, sarrando com força contra a minha bunda por cima da calça. Virei o rosto e nossas bocas se encontraram em um beijo de língua voraz, profundo, regado à saliva e a uma pegada violenta na minha cintura?

Continuamos avançando pela penumbra, testando as maçanetas. Parecia que a noite de sábado em Madrid estava fervendo; os primeiros quartos que tentamos estavam todos trancados, com sons abafados de gemidos e tapas ecoando de dentro.
Até que chegamos a uma porta no fim do corredor que cedeu ao toque. Empurrei de leve, achando que o espaço estaria vazio, mas a cena lá dentro me fez travar na hora.

O quarto, banhado por uma luz neon vermelha e focado em uma cama de casal ampla, já estava ocupado por três homens. Todos eles estavam apenas de bermuda, em meio a um clima de pura putaria, se alisando, se beijando e explorando os corpos uns dos outros. Reconheci os perfis de imediato na penumbra: um deles era o cara branco de cabelo mediano bem encaracolado e corpo magro; o outro, o europeu bem mais alto de olhos azuis e barba por fazer; e o terceiro, o garoto mais jovem, de traços ingênuos e cabelo bem lisinho, que já exibia uma bunda muito farta e carnuda enquanto recebia as mãos dos outros dois.

Ao perceber o erro, esbocei um movimento rápido para fechar a porta e recuar com o homem bronzeado, mas o europeu alto de olhos azuis soltou um assobio bem alto, quebrando o silêncio do quarto. Ele fixou o olhar em mim, mapeando meu porte, e depois olhou para o homem bronzeado atrás de mim.

Com um sorriso sacana no canto da boca carnuda, ele fez um sinal lento e convidativo com a mão, chamando nós dois para entrar e fechar a porta por dentro. O convite estava feito, e o quarto privado acabou de virar o ringue perfeito para os cinco.

Fechei a porta atrás de mim e o clique da trava foi o sinal verde para o que só pode ser descrito como um banquete de carne e desejo. O ar ali dentro era espesso, quente, com cheiro de testosterona, suor e lubrificante. Os três homens na cama continuaram o que estavam fazendo, mas agora com a nossa plateia bem ali na frente deles. Era um emaranhado de membros sob a luz vermelha: beijos triplos, línguas se cruzando e mãos mapeando cada centímetro de pele disponível.

Os três ainda estavam deitados na cama, quando o garoto mais jovem, com aquele cabelo lisinho e a feição de anjo inocente que contrastava absurdamente com a safadeza dos seus atos, se moveu. Ele puxou para baixo a bermuda do europeu mais alto, de olhos azuis, que continuava deitado. Enquanto o loirão permanecia de barriga para cima , e de rosto inclinado para o lado e de boca colada na do rapaz de cabelos encaracolados, o novinho não pensou duas vezes. Ele abriu a boca e abocanhou aquela tora de uma vez só, ali mesmo sem vergonha nenhuma.

Como imaginei, o pau do europeu fazia jus à sua altura: era imenso, comprido e extremamente venoso, terminando em uma cabeça muito avermelhada que sumia quase por completo na garganta do mais jovem. O garoto o chupava com uma fome surreal, os olhos revirando de prazer, enquanto as mãos do loiro se emaranhavam no cabelo dele para ditar o ritmo da mamada. Com o pau sendo engolido daquele jeito, o gigante europeu soltou uma respiração funda, os olhos azuis se abriram por um segundo e ele fixou o olhar em mim, dando uma piscada enquanto o novinho trabalhava na sua boca.

Toda aquela putaria me deixou estático na beira da cama, mas o homem bronzeado atrás de mim não me deu tempo para ser apenas voyeur. Minha camisa preta já tinha sido arrancada no corredor; agora, as mãos brutas e calejadas dele desceram para o cós da minha calça, puxando para baixo junto com a cueca com uma urgência violenta.

No momento em que minhas calças caíram até os tornozelos, expondo a minha bunda branquinha e a musculatura firme que a os esportes moldaram, o mediterrâneo (bronzeado) não hesitou. Ele desceu até o chão, ajoelhando-se atrás de mim. Senti suas mãos fortes espalmadas na minha bunda, abrindo as bandas com força. Antes que eu pudesse processar, a língua dele, quente, larga e faminta, entrou com tudo, direto no meu cuzinho.

O impacto daquela lambida molhada me fez dar um sobressalto. Minhas mãos buscaram apoio na borda da cama de forma instintiva, os dedos arranhando a superfície enquanto ele continuava trabalhando ali embaixo, massageando e invadindo meu cuzinho com uma fome que fazia minhas pernas tremerem.

Eu estava completamente desnorteado. Olhava para a cama e via o novinho engasgando no pau do gigante de olhos azuis enquanto o de cabelos cacheados masturbava o próprio dote grosso, o mais grosso que já vi em minha vida, enquanto beijava o loirão; atrás de mim, o bronzeado devorava o meu cu como se fosse a última coisa no mundo. Era muita informação, estímulo demais acontecendo ao mesmo tempo e em uma velocidade avassaladora. Meu pau, pesado e venoso, latejou com violência, apontando em direção ao meu abdômen. Senti uma necessidade animal e urgente de agir, de entrar de cabeça naquele circuito de putaria.

Enquanto meus pensamentos tentavam processar a voltagem daquele quarto e eu arquitetava como iria me impor, as coisas se moviam fora do meu controle, coisa que eu não estava acostumado. O rapaz de cabelos encaracolados que estava na cama parou o beijo com o loirão, quebrou o transe e fixou os olhos escuros no meu volume latejante. Ele se levantou do colchão e se ajoelhou bem na minha frente, ignorando o fato de que o homem bronzeado ainda trabalhava no meu rabo.

Suas mãos magras e firmes envolveram a base do meu pau de dezenove centímetros, segurando a tora com força. Ele me olhou de baixo para cima, com um brilho de pura satisfação e cobiça nos olhos ao encarar de perto o dote do 'galegão' brasileiro. Sem pedir licença, ele inclinou a cabeça e distribuiu uma lambida contínua e molhada, que subiu desde o meu saco, subindo pelo corpo venoso até atingir o topo da cabeça.

Antes que eu pudesse soltar o ar, ele simplesmente abriu a boca e engoliu o meu pau por completo.

A sensação foi avassaladora. Senti a garganta dele esquentar e acasalar toda a minha madeira de uma vez só, apertando cada milímetro da grossura do meu dote com uma pressão absurda. Eu estava preso em uma prensa perfeita de prazer: atrás, a língua larga do mediterrâneo invadindo e alargando meu cuzinho com força; na frente, a boca faminta do cacheado me sugando com uma profundidade que me fez curvar os ombros e cravar os dedos nos cabelos encaracolados dele. O quarto sumiu ao meu redor, restando apenas a sensação que me dominava pelos dois lados.

A intensidade combinada daquela boca quente na frente e da língua agressiva na retaguarda drenou as minhas forças. Minhas pernas, acostumadas à firmeza dos treinos, fraquejaram sob o peso de tanto prazer simultâneo. Eu precisava mudar de terreno se quisesse aguentar o tranco.

Com um puxão firme, forcei a cabeça do cacheado para trás, livrando meu pau da boca dele por um segundo, e me desvencilhei da língua do bronzeado. Chutei a calça e a cueca de vez para longe dos meus tornozelos e subi na cama, me arrastando para o centro do colchão amplo. O homem bronzeado e o rapaz de cabelos cacheados não perderam tempo; subiram logo atrás de mim, como animais famintos seguindo a presa.

Agora, o circuito estava totalmente concentrado no colchão sob o neon vermelho. O europeu alto de olhos azuis e o novinho de cabelo liso abriram espaço, mas sem quebrar o ritmo. Eu me vi de joelhos no meio da cama, com o peitoral liso e suado subindo e descendo com força.

Num piscar de olhos, o loirão me puxou pelo pau, me fazendo cair de encontro com a boca dele, enquanto ele seguia sendo mamado pelo de cabelo liso. O novinho de cabelo liso mudou de alvo: engatinhou até mim e, com aquele olhar tenso e cheio de desejo, começou a lamber meu peito, descendo até meu abdômen definido. Ao mesmo tempo, o rapaz de cabelos cacheados foi encarar a mamadeira do loirão, já umedecida e amaciada pelo novinho. O bronzeado se posicionou de joelhos ao meu lado, interrompendo o beijo em que estava puxando minha cabeça para voltar a fazer o que começou no glory-hole.

Eu estava completamente entregue àquela engrenagem europeia. Enquanto minha boca se ocupava com a tora perfeita e arroxeada do bronzeado, sentindo o encaixe exato e os gemidos rústicos dele ecoando em alto e bom som , a boca do novinho de cabelo liso trabalhava na minha pica com uma vontade absurda após ter lambido meu abdômen. Logo ali ao lado, o loirão continuava deitado, se contorcendo de prazer enquanto o rapaz de cabelos cacheados assumia a mamada no seu pau gigante e venoso. O quarto exalava um calor quase insuportável de tanta testosterona.

As coisas funcionavam de uma forma tão rápida e tão animal e naquele momento só me restava acompanhar. O loirão de olhos azuis, que assistia a tudo deitado, voltou a agir: ele esticou os braços fortes, segurou minha cabeça com firmeza e me puxou para mais um beijo bruto e salivado, ao mesmo tempo em que desceu a mão pesada para envolver o meu dote, tirando o novinho de cabelo liso da jogada.

A partir dali, a putaria no quarto se dividiu em dois eixos de pura selvageria.

O novinho de cabelo liso foi jogado para o centro do colchão. O homem bronzeado se posicionou imediatamente atrás dele, caindo de língua com força naquele cuzinho jovem, enquanto o rapaz de cabelos cacheados ficava de joelhos na cama, bem na frente do garoto, socando com vontade o seu pau grosso na garganta dele. O som que vinha dali era um eco constante de engasgos abafados, gemidos agudos e o estalo da saliva.

Enquanto eu e o gigante europeu entramos no nosso próprio combate. O beijo dele era faminto, e a mão dele subia e descia no meu pau com uma velocidade que me fazia arrepiarem os pelos do corpo. Foi quando ele forçou meu quadril para cima e mudamos a posição na cama, nos encaixando em um 69 perfeito.

Ficar cara a cara com o dote daquele loirão mudou tudo. Diga-se de passagem, eu tive uma dificuldade muito grande de engolir o pau dele. Era uma tora imensa, comprida e venosa que parecia não ter fim. Abri a boca ao máximo, sentindo os lábios esticarem no limite, mas a cabeça avermelhada dele já travava na minha garganta. O loirão, percebendo a minha resistência, não deu trégua: ele enterrou os dedos grandes no meu cabelo e segurou a minha cabeça, fazendo uma pressão firme para baixo e forçando o seu dote cada vez mais fundo na minha boca, me obrigando a acomodar aquela madeira gigante enquanto ele próprio focava no meu pau de dezenove centímetros.

Naquele momento o homem bronzeado decidiu que o a línguada no novinho tinha sido apenas o aquecimento.

Pude ouvir o som característico do lubrificante sendo espalhado pelas mãos calejadas dele e, logo em seguida, a pressão massiva daquela cabeça farta e arroxeada encostou direto na entrada do meu cuzinho.

O mediterrâneo não teve pressa; começou a empurrar a tora devagar, centímetro por centímetro. O impacto daquela invasão, enquanto eu já estava com a garganta completamente cheia pelo pau do loirão, foi uma das sensações mais intensas que já vivi. Eu tentava gemer, mas o som saía abafado, um chiado agudo de puro gemido contido, com os meus dentes quase roçando na pele do gigante de olhos azuis pela força do aperto na minha bunda. Quando o bronzeado finalmente conseguiu acomodar toda a sua tora maciça dentro de mim, preenchendo cada espaço do meu corpo, ele interrompeu o 69.

Ele virou minha cabeça, tirando o pau para fora da minha boca de forma abrupta, e grudou seus lábios nos meus. Foi um daqueles beijos brutos, pesados, que pareciam dizer silenciosamente: 'Te prepara, que agora o vou sem freio'

Quando consegui abrir os olhos e tentando recuperar o fôlego, o cenário ao meu redor tinha mudado de configuração num estalar de dedos. Bem em cima do meu rosto, o rapaz de cabelos cacheados já estava de deitado, com o seu pau grosso apontando diretamente para a minha boca, esperando que eu o abocanhasse sem tempo para respirar.

Olhei um pouco mais para cima e vi que a engrenagem não parava: o novinho de cabelo liso já estava completamente empinado no centro do colchão, deitado sendo abocanhado pelo cacheado , e com o cuzinho piscando e implorando para receber a madeira imensa do loirão, que já se posicionava com os olhos azuis faiscando de pura adrenalina. Eu estava no centro do furacão, sendo estacado com força pelo bronzeado, com o cacheado na minha boca e assistindo ao gigante europeu arrombar o caçula do grupo.

O ritmo dentro daquele quarto deixou de ser humano e passou a ser puramente animal. O loirão começou a estacar o novinho de cabelo liso com tanta força que dava para ouvir nitidamente o estalo seco das suas bolas batendo na bunda dele, rebatendo no silêncio abafado do quarto. O cacheado abocanhava o novinho ao mesmo tempo, fazendo o garoto gemer igual uma puta, completamente entregue e perdido no meio daquela dor e prazer. Enquanto isso, o cacheado tinha o seu próprio pau sendo sugado por mim com uma voracidade total, na intenção clara de tirar todo o leite que aquela mamadeira tinha para oferecer. Na outra ponta da engrenagem, o bronzeado ditava o ritmo brutal no meu cu, descarregando estocadas pesadas que pareciam querer competir com a violência dos golpes do loirão, e, diga-se de passagem, que o bronzeado sabia meter gostoso, com uma precisão que me fazia perder os sentidos e me arrepiar a cada estocada.

A intensidade ficou tão absurda que o circuito explodiu de trás para frente em um efeito dominó perfeito. O bronzeado urrou feito um urso e jorrou profundamente dentro do meu cu, quase ao mesmo tempo em que o cacheado não resistiu à pressão da minha boca e liberou todo o seu leite quente, inundando a minha garganta. O novinho de cabelo liso, no limite do estímulo duplo, acabou gozando na boca do cacheado no exato segundo em que o loirão inundou a bunda dele com uma descarga massiva, que vi escorrer.

O quarto ficou em absoluto silêncio por alguns instantes, restando apenas o som das respirações pesadas e do suor colando os corpos. Ao perceber que eu era o único ali que ainda não tinha gozado, o loirão de olhos azuis mudou de posição na cama. Ele se ajoelhou no meio das minhas pernas, segurou o meu pau, que ainda latejava rígido e venoso apontando para o neon vermelho no teto, e começou a chupar com uma vontade absurda, até tirar leite. Quando terminei de jorrar, ele subiu o corpo, abriu a boca para me mostrar toda a minha gala acumulada, engoliu tudo diante dos meus olhos e selou o momento com um beijo demorado, misturando os nossos gostos.

Antes de sairmos, nos vestirmos, o clima de cumplicidade tomou conta. Todos nós trocamos contatos ali mesmo, impressionados com a sintonia perfeita daquela engrenagem de cinco homens, e já deixamos marcado para repetir a dose na semana seguinte.

Eu voltei para o meu estúdio flutuando em adrenalina, pronto para focar nas aulas da faculdade durante os dias seguintes. Mas o circuito de Madrid é mais rápido do que a gente imagina. No meio da semana, enquanto eu estava revisando a matéria, o visor do meu celular acendeu com a mensagem de um deles.

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