#Coroa #Teen #Traições

Comendo Jussara, a comadre da minha mãe (parte 1)

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Esfregador

Jussara era uma coroa carente e solitária, então acabei dando o carinho que precisava.

Eu tinha 15 anos quando tudo aconteceu, já estava há vários meses comendo minha mãe e meu pai nem desconfiava. Eu estava MUITO satisfeito com a minha relação com minha mãe, mas não recusaria a oportunidade de comer outra buceta, e a oportunidade surgiu quando meus pais viajaram para o casamento de um colega dele. Eles ficariam 1 semana inteira fora e eu ficaria sozinho em casa. Para não ficar sozinho, minha mãe disse para eu ir dormir na casa da comadre dela, Jussara, mãe de um grande amigo meu, Jorginho. Como eu já era 'da casa', não precisava nem avisar que ia.

Arrumei minha mochila e fui, antes do almoço. Estávamos de férias, então estava animado para passar a semana com meu amigo, jogando bola, empinando pipa, mas o que me aguardava era ainda melhor.

Cheguei lá e encontrei Jussara terminando de fazer o almoço, o cheiro do feijão invadindo minhas narinas. Entrei pela porta da cozinha, surpreendendo-a.

Ela perguntou 9 que eu fazia lá, expliquei para ela que meus pais iam viajar e eu ia dormir lá. Ela então me contou que estava sozinha em casa. O marido dela, pai de Jorginho, era caminhoneiro e naquelas férias havia levado o filho consigo, devendo ficar umas 2 semanas fora. Quando ela disse que estava sozinha, me animei ainda mais: eis uma oportunidade de me deitar com mais uma coroa gostosa.

Jussara tinha 50 anos, era uma negra gostosa e peituda com auréolas escuras, uma bundona grande e cpm um pouco de celulite, coxas grossas e bastante barriga, um mulherão. Era até mais alta do que eu, aquela negona gostosa. Seu cabelo era cacheado e perfumado, elacuidava bem dele, mas seu rosto era um tanto cansado, resultado de uma vida ingrata.

Perguntei se ela se incomodaria se eu ficasse lá. Ela sorriu e disse que não tinha problema, que na verdade ia gostar muito de ter companhia. Me animei, estava com um plano já traçado para traçar ela. Eu sabia que ela era muito solitária e infeliz no casamento, ia usar isso para seduzir ela.

Enfim, almoçamos juntos e já comecei meu plano: fazer ela se sentir muito amada para se abrir comigo. Já havia uma relação de carinho entre nós, era quase uma tia pra mim, e eu um sobrinho para ela, mas eu ia aprofundar isso até ela me ver como homem.

Tirei os pratos da mesa, lavei tudo, passei a tarde ajudando ela com as tarefas, conversando, sendo carinhoso, tocando no braço dela.

Eu achei que meu plano ia demorar ao menos alguns dias para ter frutos, mas não demorou nada. Logo após nossa janta, umas 18h, ela me ofereceu algo: perguntou se eu bebia licor. Eu nunca havia bebido, mas disse que beberia com ela. Ela botou na mesa uma garrafa de licor de ameixa, brindamos e fomos bebendo. Era forte e queimava minha garganta, mas ela bebia com facilidade. Para cada dose que eu tomava, ela tomava 3. Chegou um ponto em que parei, mas ela continuou e ficou REALMENTE bêbada. Aí ela começou a se abrir, a me contar sobre o casamento, que ele não dava mais atenção nem carinho a ela, que ela se sentia muito sozinha, que tinha certeza que ele a traía, ele não tocava mais nela, não queria transar com ela.

Eu fui jogando charme, dizendo que se fosse eu, daria todo o amor que ela merece, ela me disse que eu a fiz sentir amada como há muito tempo não sentia. Enfim, conversa vai, conversa vem, eu abracei ela e começamos a nos beijar, primeiro selinho, depois de língua, até que acabamos nos pegando na cama, ela implorando para eu foder ela.

Em um súbito momento de sobriedade física e moral, disse que não, porque ela estava bêbada e frágil. Ela resmungou e acabou dormindo. Peguei no sono ao lado dela na cama.

De manhã, acordei bem antes dela, de ressaca. Levantei, fiz café e cusciz para nós, aí acordei ela com uma xícara de café para enfrentar a ressaca. Ela começou a se desculpar por ontem, por falar coisas estranhas, aí ficou toda envergonhada, perguntando se eu lembrava de tudo. Disse que sim e ela começou a se desculpar por tudo, principalmente aquilo na cama e que devia ter sido constrangedor para mim ter que recusar os avanços dela, uma velha acabada. Aí fui direto ao ponto:

— Não, não entenda errado. Eu recusei porque você estava bêbada, seria errado me aproveitar da situação, mas na verdade foi frustrante porque eu te acho muito gostosa e queria muito te foder.

Ela ficou boquiaberta, sem reação. Ela não esperava por isso. Eu aproveitei e fui falando.

— Na verdade, há muito tempo eu queria isso... Não só sexo, te fazer sentir amada! Eu sei que seu marido não te dá atenção nem na cama nem fora dela... — respirei e propus — Bom, se ainda estiver de pé... Eu quero te dar carinho na cama!

Ela gaguejou, mas eu a abracei e beijei sua boca, nós nos olhamos nos olhos e fomos até o quarto. Sem palavras, sem vergonha, só tesão e uma cumplicidade muito íntima. Trocamos beijos quentes e molhados, carícias, eu passando as mãos por sua cintura e apertando seus peitos, ela passando a mão na minha barriga e no meu pênis duro.

Fomos nos despindo aos poucos, ela tirou sua camisola, me permitindo chupar seus peitos grandes e volumosos. Chupei como se quisesse tirar leite, com gosto e vontade, deixando seus mamilos rígidos e babados. Ela tirou minha camisa, então puxou meu short e começou a me masturbar. Sentindo que ia gozar, mandei ela parar.

Fui beijando o corpp dela, do pescoço até a barriga macia e quente dela, enfim tirando sia calcinha e revelando sua buceta peluda. Até hoje ela é a mulher mais peluda que já transei, os pêlos negros e enrolados até estufavam. Enfiei o nariz em sua púbis, sentindo o cheiro ativo de sua buceta suada e molhada. Fui descendo, cheirando, até que beijei seu clitóris. Ela se tremeu, e falou baixinho:

— Não bota a boca não, é sujo, mijei agorinha.

Mas eu não me importava. O cheirinho de buceta mijada só me excitava mais. Caí de boca na buceta dela, me deliciando com seu gosto. Os pêlos faziam cócegas em minha língua e grudavam, mas eu os engolia e continuava me deliciando com seus sucos, com a lubrificação translúcida que saía de seu orifício. Chupei muito aquela buceta gorda e peluda, até ela gozar na minha boca, soltando ainda mais líquido.

— Ahhhhhh, ahhhh, caralhoooo, delícia! Ahhhh! — ela gemia e gritava enquanto tremia em seu orgasmo, esfregando a buceta contra meu rosto.

Após ela gozar, deixei ela respirar um pouco e fui pra cima dela, posicionando meu pênis e a penetrando. Estava tão molhada que entrou sem esforço algum. Comecei metendo devagar, ela gemia levemente a cada movimento. Fui aumentando o ritmo e encostando meu corpo no dela, chupando seus peitos enquanto metia. Meti até ela ter outro orgasmo e não resisti. Quando ela gozou, sua buceta apertou meu pau e eu ejaculei, e muito, na buceta dela. Gozei aos montes e, quando tirei meu pau, vazou a mistura da minha porra com o melzinho dela. Deite do lado dela, ambos ofegantes, e a abracei, meu rosto próximo do dela.

— Caralho... Nunca senti tanto prazer assim... Meu marido nunca me chupou...

Eu havia dado o melhor sexo da vida dela, e, sinceramente, melhor da minha também.

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