#Incesto #Teen

Quando eu meti na minha namorada e na minha sogra

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Akira 23 cm

Meu nome é Alex, e isso aconteceu em 2020, no Rio de agosto. Eu tinha 23 anos na época, com meu corpo no auge: 2 metros de altura, 120 quilos – sendo uns 100 quilos de puro músculo e só 7% de gordura corporal. Pele parda, cabelo preto e cacheado no estilo 3C, olhos castanhos escuros. Meu pau circuncidado, 23 centímetros ereto e grosso com 12,7 centímetros de circunferência, o tipo que faz qualquer uma implorar por mais.Eu namorava a Gabriela há uns dois meses. Ela tinha 18 anos, 5 anos mais nova que eu, pele parda que brilhava no sol carioca, cabelo castanho liso tipo 1A caindo reto até os ombros, e olhos castanhos claros que me derretiam toda vez que sorria. Medindo uns 1,65 de altura, corpo delicioso – busto de 88 centímetros, cintura de 65, quadril de 95, pernas torneadas de quem adora praia. A gente se conheceu na faculdade, e o sexo era fogo: ela não era virgem, mas comigo virava putinha, gemendo alto e pedindo mais.A mãe dela, a Dona Carla, era uma coroa casada de 45 anos, 22 anos mais velha que eu. Pele parda escura, cabelo marrom claro ondulado tipo 2B, olhos castanhos escuros cheios de experiência. Ela tinha quatro filhas – a mais velha com 29, Gabriela a segunda, uma de 17 e a caçula de 3. O marido trabalhava em plataforma de petróleo, ficava meses fora, e Gabriela me contou que a última vez que eles transaram foi pra fazer a irmã caçula, uns 3 anos atrás. Dona Carla era frustrada, mas mantinha o casamento por aparência. Corpo de milf: 1,70 de altura, busto farto de 95 centímetros, cintura de 75, quadril largo de 105, uma bunda redonda que balançava quando andava.Um dia, Gabriela me chamou pra casa dela enquanto o pai estava offshore e as irmãs saíram. "Alex, minha mãe tá carente pra caralho. A última transa dela foi pra fazer minha irmãzinha. Ela me viu gemendo no quarto outro dia e perguntou sobre você. Quero que você meta nela também. Vamos fazer um ménage?" Fiquei surpreso, mas excitado – Gabriela era safada assim. Topamos.Cheguei lá à noite, Gabriela me recebeu de shortinho curto, já molhada de expectativa. Dona Carla estava na sala, de camisola fina, fingindo ver TV, mas os olhos escuros dela devoravam meu corpo musculoso. Gabriela foi direta: "Mãe, o Alex vai te foder hoje. Você tá precisando, né?" Dona Carla corou, mas não negou: "Filha... isso é loucura... mas faz tanto tempo..."Começamos no sofá. Forcei Gabriela a ajoelhar primeiro pro oral: "Mama, amor. Mostra pra sua mãe como se faz." Ela chupou meu pau grosso, engolindo até a garganta, gemendo. Dona Carla assistia, mão na buceta por baixo da camisola. Puxei ela: "Vem, sogra. Prova." Ela hesitou, ingênua no tesão reprimido: "Não sei se aguento esse tamanho..." Mas abocanhou, chupando junto com a filha, línguas se misturando no meu pau. Eu afundava as cabeças delas, alternando.Deitei Gabriela no sofá, tirei o shortinho e meti vaginal sem aviso. Entrou fácil, ela já molhada: "Ah, Alex... fode forte!" Meti estocadas fundas, sentindo a buceta apertada pulsar. Dona Carla olhava, mordendo o lábio. Virei Gabriela de quatro pro anal – ela adorava: "No cu, amor! Me arromba!" Forcei o pau grosso no cuzinho dela, abrindo tudo, bombeando forte enquanto ela gritava de prazer.Agora era a vez da sogra. Puxei Dona Carla, rasguei a camisola, revelando o corpo maduro e delicioso. "Você pediu, Gabriela. Agora aguenta ver." Dona Carla implorou: "Devagar, Alex... faz anos que não..." Comecei com oral nela, chupando a buceta peluda e madura, lambendo o clitóris até ela gemer: "Ai, meu Deus... continua!" Gabriela assistia, tocando siririca.Meti vaginal na sogra, deitada no sofá. A buceta dela era apertada de tanto tempo sem uso, rasgou um pouco: "Dói... mas não para!" Estocadas fortes, sentindo os anos de frustração saírem nos gemidos dela. Gabriela se juntou, mamando os peitos da mãe enquanto eu metia. Mudei pro anal na sogra – virgem de cu: "Relaxa, Carla. Vai doer, mas você vai amar." Cuspi, forcei o dedo, depois o pau todo. Ela gritou: "Não cabe! Me rasga!" Mas empurrei, abrindo o cu maduro, bombeando devagar até ela rebolar: "Vai, filho da puta... mais fundo... tô gostando!"Fizemos de tudo: oral duplo nelas, vaginal na Gabriela enquanto anal na sogra em posição sanduíche, elas se beijando incestuosas no tesão. No final, meti na buceta da sogra uma última vez, gozando dentro sem camisinha, jatos quentes enchendo ela. Gabriela gozou vendo, e Dona Carla tremeu no orgasmo mais forte da vida dela: "Alex... você me reviveu..."Depois, limpamos, rimos nervosos. Virou segredo nosso – Gabriela pedia bis de vez em quando. A sogra casada virou minha amante ocasional, e o marido nunca soube. Foi o ménage mais louco da minha vida.

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