#Incesto #Teen #Voyeur

Família nova - primeira vez com a irmã.

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Sun tzu

Havia tido uma semana bem puxada na escola, então sábado era o meu dia de descanso bem merecido, no qual eu pretendia acordar tarde. Porém, naquela manhã, acabei por acordar com os sons de Isa transando com Ezequiel. Que segurava sua cintura, grunhindo, enquanto ela gemia de forma doce, batendo sua bunda grande contra ele.

Minha irmã apenas com uma camiseta da miraculous, cavalgando em uma piroca, era algo que eu não esperava ver do meu lado às sete da manhã.

Não pararam ao me ver sentar-me na cama. Na realidade, apenas mudaram de posição. Com Ezequiel ficando em cima, e Isa deitada de costas, presa embaixo do corpo dele. As pernas levantadas, na posição de frango assado. Sua buceta estava completamente exposta para ser violada pela viga preta de nosso meio irmão. Que de algum jeito entrava e saia inteira, na medida que ele mexia a cintura, martelando Isa com força.

E Isa estava adorando.

Senti o pau endurecer, obviamente, mas também senti vontade de mijar.

Levantei e fui em direção ao banheiro. Tendo minha ereção matinal já bem marcada no short do pijama. Abri a porta destrancada e encontrei minha mãe no box aberto, fazendo sua higiene íntima. Depilando os pêlos da púbis.

Estava com a perna levantada num banco que havia no banheiro. Usava um sutiã bege, espremendo os peitos fartos, e tinha o cabelo preso por um coque.

Ela me olhou, e logo reparou no meu calção o quanto eu estava ereto. Fiquei um tanto sem graça, porém ela tratou de me acalmar.

— É normal pra um rapaz nessa idade ter muita disposição — disse, deixando o prestobarba de lado.

Fiz que sim, e ela fechou o box.

Pensei em sair e entrar depois, mas estava apertado. Fui até o vaso sanitário e pus o penis para fora do short, fazendo esforço para mijar enquanto o sentia duro como uma barra de ferro.

Ouvi o som do chuveiro enquanto urinava, e, quando terminei, dei uma leve pancada com os dedos na porta de correr do box.

Minha mãe a abriu e olhou por sobre o pescoço.

— Posso tomar banho com a senhora? — perguntei, esperançoso. E talvez por conta disso transparecer em meu rosto, ela aceitou.

Me despi e logo entrei embaixo do chuveiro, dividindo aquele pequeno espaço com ela.

Vi seu corpo sendo molhado pela água em constante queda. Os seios, a barriga, sua cintura em formato de coração, as coxas grossas e bunda sensacional.

Tudo isso esfregando e se deixando esfregar pelo meu corpo e minhas mãos, que a ensaboavam com vontade. Enchendo seu corpo com espuma, o deixando mais branco do que já era.

Chupei os seus seios enquanto ela os enxaguava no chuveiro. E depois enfiei os dedos em sua buceta. Como eu era cinco centímetros mais alto que ela, tive de me inclinar para isso.

Ela me deixava fazer muito com seu corpo, sim, porém virava o rosto toda vez que tentava beijá-la.

Minha mãe também me tocava. Ensaboando em especial uma parte minha. Meu pênis. Batendo uma punheta tão lisa que eu quase não sentia a mão dela se apertar sobre mim. Então ela chupou um dos meus mamilos, acelerando a mão. E então como uma mangueira, soltei um jato em suas coxas.

Ela continuou masturbando-me enquanto eu gemia, até perceber que meu pênis não mostrava mais sinais de vida. Então me soltou, dizendo para eu ir me vestir, acariciando meu cabelo.

Saí do banho e vesti meu short, no momento em que Ezequiel entrou no banheiro, nú. O pênis em estado de “meia bomba”.

— Ah, então estava aqui. A Isa tá te esperando lá no quarto — disse-me e então olhou para o box, onde minha mãe ainda estava. Nua em pelo. — Ah, parece que você estava ocupado.

— Foi apenas uma punheta. Nada demais — explicou minha mãe,

Ezequiel deu de ombros.

— Não perguntei — Ele entrou, com a mão esfregando a rola. — Acabei de dar uma. Pode limpar?

Sem pestanejar ou reclamar, minha mãe se ajoelhou no chão do banheiro, segurou aquele cacete e o pôs na boca, iniciando uma chupeta pornográfica, desaparecendo com o falo de Ezequiel dentro de seus lábios.

— Mãos nos joelhos — mandou ele, e de novo, ela obedeceu.

Pareceu esquecer que eu estava ali. Ezequiel não.

— Vai lá. A Isa tá chamando — disse ele, com uma mão por trás da cabeça de minha mãe, segurando o coque.

Ele movia os quadris, estocando dentro da boca dela. Que parecia ter amolecido o pescoço, movendo sua cabeça de acordo com a vontade do braço de Ezequiel.

Lentamente, quase sem tirar os olhos deles, deixei o banheiro. Vendo Ezequiel tirar o pênis apenas para ficar esfregando e batendo no rosto dela. Que aceitava tudo, de boca aberta, passando a língua no tronco veiudo até as bolas.

Então sai.

Voltei para o quarto e Isa estava lá, deitada na minha cama. Ainda usava a camisa do Miraculous.

— Até que enfim. Achei que não ia vir — disse ela, se erguendo com os braços e ficando sentada.

— Que foi? O Ezequiel disse que tu queria me ver.

— Preciso dos seus serviços — declarou ela, abrindo as pernas e mostrando-me a buceta recém usada, com o fio semi transparente escorrendo.

— Por quê acha que eu vou fazer isso? — perguntei, ainda um pouco irritado por ter sido acordado por eles antes.

— Por quê se não, vai sujar seus lençóis. Vai, não é a primeira vez que eu divido porra contigo.

Mesmo me sentindo contrariado e diminuído, me posicionei na cama entre suas pernas e enfiei minha língua dentro dela, lambendo-a como se comesse um potinho de danone sem colher.

Apesar da situação, não era ruim chupar uma ninfeta como Isa. Que arfava, rindo e tremendo de leve aos movimentos da minha boca.

— Ah, sim, suga tudo pra que eu não engravide. O Ezequiel me entupiu hoje.

— E por que você não deixa eu fazer o mesmo? — perguntei, parando o oral.

— Não fala besteira — Ela deu um leve tapa na minha cabeça. — Tô toda ardida. Não tem como eu dar pra ti agora.

— Então depois? — insisti.

Isa me olhou, pensativa.

— Me faz gozar, e aí eu vejo o seu caso — disse, empurrando minha cabeça para baixo.

Com essa quase promessa feita, voltei meu foco para a xoxotinha a minha frente.

Fiz Isa gemer e se contorcer por longos minutos, até gozar, e recebi um beijo seu em agradecimento.

Certamente ela havia chupado Ezequiel antes, mas nem me importei. Aceitando sua língua se mover dentro de minha boca. E seu corpo, que abraçava o meu com o ânimo de uma namoradinha apaixonada.

Quando nos desatracamos, ela saltou da cama e saiu pelo corredor. Vi sua bunda se mexendo enquanto caminhava.

Me vesti novamente, tirando a roupa de dormir e desci para a cozinha. Onde minha mãe apareceu depois de um tempo. O resto do dia passou de forma relativamente normal. Até que o final da tarde chegou e eu saí, animado, rumo ao shopping para um encontro com Samara. Combinamos de assistir um filme, porém fomos uma hora mais cedo, com o intuito de passear pelas lojas enquanto não chegava o horário da sessão.

Minha namorada estava linda.

Vestido amarelo, de alças, que destacava seu busto proeminente. O tecido lhe tocava o corpo, como um véu. Demarcando, mas nunca revelando completamente. Usava brincos de pérola e maquiagem para realçar os lábios e as maçãs do rosto. E o cabelo, negro com luzes, correndo liso até a metade de suas costas.

Tudo nela realçava sua beleza natural. E tudo foi feito pensando em mim.

Eu me alegrei, ao mesmo tempo que sentia um pouco de remorso pelo que fazia por trás de suas costas. Porém sabia que não tinha o que fazer. A minha família era assim.

Tivemos um encontro tranquilo. Visitamos algumas lojas, comprando algumas coisas de interesse dela. Como Weverton havia me dado algum dinheiro, dizendo que era dever do homem bancar a satisfazer os desejos da mulher. E eu pude comprar alguns dos seus desejos da minha no caminho. Depois fomos assistir ao filme.

Eu particularmente não gostei muito do filme em si. Porém Samara sim, e isso bastou.

Após a sessão se encerrar, fomos até um stand de salgados e comemos uns pastéis e coxinhas gourmet. Novamente o dinheiro que meu padrasto havia me dado, prestou a sua ajuda. Tudo estava tranquilo, até eu ouvir uma voz às minhas costas.

— Aproveitando, hein? — disse Ezequiel, pondo a mão no meu ombro e o sacudindo levemente.

— E aí, tá fazendo o que por aqui? — respondi, um tanto surpreso.

— Dando uma volta e procurando uma garota que combinei de encontrar — Sua atenção se voltou para Samara. — Então essa é a sua namorada? Prazer, sou o Ezequiel, irmão mais velho desse carinha — esfregou a minha cabeça por um instante, antes de eu afastar a sua com a minha, mantendo um sorriso no rosto para não fazer parecer que estava com raiva.

— Oi, é um prazer te conhecer. Ele me fala muito sobre você e seu pai — mentiu ela, me dando uma cutucada por sempre desviar do assunto quando era abordado.

— Sério? Que massa. Espero que possamos nos conhecer melhor. Se algum dia tiver afim de ir lá em casa, vamos te fazer uma bela recepção.

— Os pais dela não deixam — afirmei abruptamente, cortando a sua fala.

— É, tenho que ver com meus pais. Eles são bem rígidos — respondeu ela, com um sorriso sem graça

— Sério, que pena. Mas as portas estão abertas — afirmou ele com certa decepção transparente no rosto. — Até mais.

— Obrigada — disse Samara e Ezequiel se despediu.

Continuamos nosso encontro depois disso, comigo tentando me desviar de mais perguntas de Samara sobre Ezequiel. Que lhe tinha deixado boa impressão, como sempre fazia quando queria. Eram quase dez horas quando os pais dela ligaram, avisando que já era hora de voltar para casa. Fui deixá-la, e cumprimentei meu sogro, que se mostrou tão tolerante a mim quanto de costume.

Depois peguei um ônibus para casa, chegando quase dez e meia.

O portão da frente estava trancado. O que não era problema, até eu perceber que tinha esquecido a chave. Então mandei uma mensagem para Isa, que devia estar em casa.

Cinco minutos depois, ela me mandou outra mensagem, perguntando como estava o movimento da rua. O que respondi como “deserta”. Então, após mais alguns instantes esperando, ela me abre o portão, apenas de calcinha violeta.

Fiquei embasbacado, olhando sua ousadia até que ela me deu um sorriso cômico, mandando-me entrar de uma vez.

Quando o fiz, fui puxado por ela até o andar de cima, onde passei pela frente do quarto de casal. A porta estava aberta e a luz acesa. Parei em frente a ela e vi minha mãe na cama, sendo fodida por Weverton num papai e mamãe, enquanto chupava a Ezequiel, que se colocava ao lado de seu rosto.

Seus gemidos molhados e abafados eram incessantes.

Meu padrasto virou o rosto para me ver, acenando para mim de forma rápida, e depois voltando ao que estava fazendo, chocando os quadris contra as ancas de minha mãe.

Minha irmã disse para eu acompanhá-la.

— Para onde? — perguntei.

— Tomou um banho com a mãe de manhã. Agora quero que tome um comigo — respondeu ela, e diante de tão tentadora oferta, não pude recusar.

Fomos até o banheiro, onde rapidamente me desfiz de minhas roupas. Enquanto Isa apenas tirava a calcinha, a que pude perceber bem melada, quando ela a depositou numa cesta de roupa. Isa, então, ligou o chuveiro e entrou embaixo dele.

Quando terminei de me despir, entrei também, dividindo com ela o fluxo de água caindo naquele espaço.

Logo tomei algumas liberdades que tanto queria e alisei seu corpo, enquanto ela enxaguava os cabelos. Seus seios pequenos, a barriga lisa e sua bunda gostosa, onde eu encaixava meu pau completamente duro, esfregando contra suas fartas nádegas redondas.

Tomar banho com minha mãe pela manhã e depois com Isa à noite. Era meu dia de sorte, não conseguia parar de pensar.

Depois de alguns segundos disso, Isa virou-se para mim, e deu-me algo que minha mãe recusava-se; seus lábios, beijando-me embaixo do chuveiro. Agarrei-a pela bunda, puxando-a para mim, sentindo aquele corpo molhado tocando o meu. Os mamilos enrijecidos de seus seios, espetados contra o meu peito, enquanto sua mão apertava levemente meu membro.

Ela desceu a boca pelo meu queixo e foi até os meus peitos, chupando e mordendo meus mamilos, e iniciando um movimento com a mão que segurava meu pênis.

Depois continuou descendo, e se agachou no chão do banheiro. A mão ainda tocando uma punheta em mim. Os lábios beijaram a minha glande com leveza, enquanto sua mão continuava ordenhando-me. Até que eles acompanharam o movimento que ela fazia, tragando-me por inteiro e depois retornando até quase o início. Chupando de frente e depois de lado, num boquete bem molhado.

Eu estava apenas curtindo aquela boca habilidosa, quando ela pegou na minha mão, ajeitando-a atrás dos seus cabelos.

— Junta eles com a mão, num rabo de cavalo — instruiu dando o exemplo com as mãos atrás da cabeça.

Obedeci e fiz o que ela insinuava, puxando sua cabeça contra meu pau. Isa abriu bem a boca, engolindo-me sem dificuldades. Mesmo me aproveitando daquilo naquele momento, em algum lugar dentro de mim, frustrava-me que minha irmã tivesse tanta desenvoltura para o sexo, a ponto de gostar em ser tratada como uma puta.

Quando ficou sem ar, apenas deu tapas nas minhas coxas com sua mão, empurrando-me. Respirou fundo por um tempo e depois comentou:

— O teu eu consigo engolir inteiro, mas o do Ez, não — disse, me causando uma pequena pontada. Então se levantou.

— Não vai continuar? — perguntei, preocupado.

— Não, se não tu vai gozar.

— Mas e daí?

Isa se virou de costas para mim, se apoiando na parede.

— Esqueceu que de manhã eu te disse que “ia pensar”? Pois pensei e acho que você mereceu o prêmio — afirmou, empinando sua grande bunda para mim e puxando uma nádega com a mão, mostrando-me sua vagina.

Engoli em seco ao vê-la.

— Anda logo, ou não vai querer?

Quase como se possuído por algo, reagi. Dando um passo apressado, que poderia ter me feito escorregar no chão, não fosse pelo piso antiderrapante. Posicionei meu pênis na entrada daquela buceta que tantas vezes lambi, tentando enfiar lá dentro, e errando o alvo, deslizando para baixo.

Tentei mais duas vezes, até que Isa pegou meu pênis e o guiou para a entrada de sua grutinha. Onde eu, enfim, a penetrei, perdendo a minha virgindade.

Seu aperto e calor revestiram meu membro, me deixando parado por algum tempo, preso naquela sensação. Então Isa simplesmente empurrou a bunda para trás, forçando o que ainda faltava entrar. Causando no meu pau uma sensação diferente de quando eu me masturbava.

— Mete! Me fode gostoso — disse, mais uma vez pegando na minha mão e levando-a até a sua cintura.

Absorto na sensação que seu interior me dava, comecei a movimentar meus quadris, puxando e empurrando contra a bunda dela.

Isa não gemia, apenas falava sacanagens.

— Isso, fode, vai. Tu sempre sonhou com isso, né, safado? Sempre bateu punheta, pensando em comer tua irmãzinha. Tenta arrombar como o Ez faz, ou não consegue? Aproveita que depois daqui, eu vou dar pra ele a noite toda, de novo, enquanto tu vai ficar punhetando esse pauzinho mole — Ela dizia, talvez na esperança de isso me fazer fodê-la com mais vontade.

E fazia.

Quando percebi, estava metendo e tirando num ritmo desenfreado. De modo que o som de tapas molhados podia ser ouvido ecoando no banheiro. Sem pensar em me preocupar com quando eu iria gozar, até que a vontade veio.

Tirei de dentro a tempo, soltando meus jatos no chão.

Fiquei com o membro mole e dolorido, como se tivesse batido várias punhetas uma atrás da outra.

Isa se virou para mim, e me beijou.

— Parabéns por ter perdido o cabaço, Anderson. Uma pena que eu acho que você não vai conseguir dar outra.

— Valeu, foi muito bom, Isa.

— Gosta de uma putinha, né? — Ela me perguntou e eu sorri, meio constrangido. — Mas namora uma menina toda recatada — completou

Franzi as sobrancelhas na hora. Por quê ela estava falando aquilo?

— Acha que a Samara vai fazer isso contigo desse jeito? Como eu faço?

— Isso não é da sua conta — respondi, irritado.

Isa deu de ombros.

— Depois de você trair ela comigo, passou a ser — desligou o chuveiro e então saiu do box, pegando uma toalha presa num cabide para se enxugar, porém não se cobriu.

Saiu do banheiro e deixou-me lá. Sozinho e nú.

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