#Assédio #Traições #Voyeur

A Ardilosa Esposa do Meu irmão mais velho

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Bernado

Tudo começou quando meu irmão apresentou Giselle uma namorada irresistível, nao demorou pra eles se casarem
Mas aos poucos ela não tinha se tornado apenas a esposa do meu irmão mais velho; ela era o centro gravitacional de qualquer lugar onde pisasse. Naquela época, já estavam juntos há 7 anos no total. eles já estavam casados oficialmente há cerca de 12 meses, mas parece que o impacto da chegada dela na família ainda não tinha passado.

Giselle tinha 26 anos na ocasião, uma morena de estatura baixa, mas que compensava a altura com uma presença esmagadora. Seus cabelos eram lisos, negros e brilhavam como seda, moldando um rosto de traços perfeitos e um olhar que parecia sempre estar julgando quem estava em volta. Mas o que realmente paralisava qualquer um era o corpo: pernas grossas e torneadas, uma cinturinha de violão que parecia esculpida à mão e aquele bumbum arrebitado, durinho, que desafiava a gravidade em cada passo que ela dava.

Lembro-me perfeitamente da primeira vez que meu irmão a apresentou oficialmente em uma grande festa da família. Quando eles cruzaram o portão, o barulho das conversas simplesmente morreu por alguns segundos. Os marmanjos da vizinhança e até alguns primos mais distantes pararam o que estavam fazendo; eles literalmente a comiam com os olhos, seguindo cada movimento do quadril dela enquanto ela caminhava.

O jeito de Giselle se vestir era uma provocação silenciosa. Ela adorava roupas que pareciam feitas no corpo: vestidos de malha que marcavam cada curva, saias tão curtas que exigiam cuidado ao sentar, e blusas que valorizavam o busto firme. Ela tinha uma aura de "safada" no modo de se vestir, mas uma postura de rainha inalcançável no modo de agir. Era um contraste enlouquecedor.

Vi inúmeras vezes, em festas, churrascos ou até na rua, homens tentando a sorte. Caras com papo de sedutor, sujeitos que se achavam os donos da área, todos lançando cantadas ou olhares diretos. E a Giselle? Ela era mestre em esnobar. Com um sorriso cínico e um olhar de desprezo, ela cortava cada investida.

Lembro quando meu irmão não estava por perto. Um vizinho chegou do lado dela comprimentando, cada um com uma taça de vinho na mão. ele chegou perto e disse:

"Você é muita areia para o meu caminhão," .
"Não só para o seu, mas para a frota inteira," ela respondia, sem nem parar de caminhar.

Ela se gabava Por ser Gostosona essa mesma mulher, de nariz empinado e moral inabalável, que meu irmão trouxe para morar na nossa casa, transformando a rotina da minha família de cinco irmãos.

O ambiente da nossa casa sempre foi barulhento, cheio de gente, mas tudo mudou de tom quando o meu irmão mais velho trouxe a Giselle para morar com a gente. Eu, sendo o caçula de cinco irmãos com 20 anos, observava tudo com uma atenção que ninguém desconfiava. Nos primeiros meses, o clima era tenso. Dava para ver na expressão dela, sempre de nariz empinado, que a ideia de dividir o teto com os sogros e os cunhados não a agradava nem um pouco. Ela fazia pouco caso da rotina da casa, mantendo uma distância soberba, mas o que realmente prendia a minha atenção era o seu estilo.

Giselle parecia ignorar as regras implícitas de convivência familiar. Circulava pela casa e pelo quintal vestindo saias coladas e curtíssimas, shortinhos que mal cobriam o bumbum empinado e, às vezes, um vestidinho preto com zíper nas costas que desenhava perfeitamente sua cintura de violão e suas pernas grossas. Para um jovem como eu, aquela presença era uma provocação diária, o combustível perfeito para alimentar meus pensamentos e fantasias mais secretas nas noites em claro.

A dinâmica da casa tinha uma peculiaridade: o único banheiro ficava no quintal. Era uma construção improvisada, com apenas três paredes de tijolos, aberta nos fundos para o muro da propriedade. Ao lado, havia uma dispensa antiga, cheia de tralhas acumuladas e praticamente abandonada. Foi ali que descobri um ponto estratégico. Através de uma fresta na parede de madeira da dispensa, eu tinha uma visão direta e privilegiada do interior do banheiro.

A partir daquela descoberta, os banhos da minha cunhada viraram o meu ritual secreto. Eu esperava o momento em que ela caminhava pelo quintal e me esgueirava para a dispensa. Pela fresta, assistia a cada movimento daquela morena de traços perfeitos. Vi incontáveis vezes ela tirar a blusa, revelando os seios firmes, antes de se livrar do shortinho e ficar apenas de calcinha. Em algumas ocasiões, ela levava um espelho e ficava se admirando, ajeitando os cabelos lisos ou observando as próprias curvas, certificando-se de que sua pele estava impecável. O desejo era tão avassalador que, muitas vezes, eu não conseguia me conter e me masturbava ali mesmo, no escuro da dispensa, observando-a lavar as calcinhas ou se enrolar na toalha. Cheguei a presenciar momentos ainda mais audaciosos, como a vez em que meu irmão a procurou ali mesmo e os dois se envolveram no espaço estreito do banheiro. Aquela rotina de vigilância durou meses, até o dia em que meu irmão finalmente comprou uma casa própria nas proximidades e eles se mudaram.

Curiosamente, a mudança fez muito bem para a relação dela com a família. Giselle mudou da água para o vinho: tornou-se alegre, comunicativa e passou a frequentar a casa dos meus pais quase todas as noites para assistir TV conosco. O estilo, porém, continuava o mesmo, sempre com roupas curtas que me deixavam hipnotizado.

Sabendo da nova rotina deles, passei a frequentar a casa nova. Eu ia até lá nos horários em que sabia que meu irmão estava no trabalho, usando a desculpa de que precisava falar com ele e que iria esperá-lo chegar. Giselle me recebia sem desconfiar de nada. Enquanto ela cuidava das tarefas domésticas na cozinha, eu me sentava por perto, jogando conversa fora, mas com os olhos fixos em cada movimento dela, admirando suas curvas enquanto ela ia de um lado para o outro. Com o tempo, a proximidade gerou uma amizade genuína. Eu a ajudava a carregar o botijão de gás, secava a louça para ela e passávamos tardes inteiras no sofá dividindo pipoca e assistindo a filmes.

Em uma dessas tardes, comentei que tinha muita vontade de aprender a dançar, sabendo que ela dominava o assunto. Na hora, ela apenas riu. No entanto, a oportunidade real surgiu semanas depois, durante uma festa de família em um salão local. Já havíamos bebido algumas cervejas e o clima estava descontraído. No meio da conversa, Giselle mencionou meu desejo de dançar, e meu irmão, rindo da minha timidez, incentivou: "Vai lá, a Giselle pode te ensinar uns passos".

Não pensei duas vezes. Fomos para o meio do salão lotado. Ela vestia um shortinho jeans extremamente justo e uma blusa curta que deixava a barriga de fora. No início, fingi errar os passos para justificar a aproximação. Conforme a música batia e o álcool fazia efeito, a timidez deu lugar à audácia. Comecei a conduzi-la de forma mais firme, colando meu corpo ao dela e aproveitando o movimento da dança para roçar na sua bunda.

No calor do salão, deslizei a mão de leve pelas costas dela. Giselle percebeu a mudança de tom, olhou para mim e sussurrou para eu parar, mas com um sorriso no rosto. Eu apenas respondi no ouvido dela que relaxasse, que era só uma brincadeira da dança. Girei seu corpo, trazendo-a de costas para mim, e continuei dançando colado, sentindo a pressão do seu corpo contra o meu. Ela ria, esquivando-se sutilmente das minhas investidas mais ousadas, balanceando a resistência com o jogo da dança, até que, percebendo que a brincadeira estava indo longe demais, decidiu parar e caminhar de volta para a mesa onde meu irmão nos esperava.

Nos dias seguintes, as coisas voltaram ao normal na rotina da casa. Fui visitá-la e mantivemos o clima leve, até que resolvi tocar no assunto da festa.

— E aí, gostou do meu desempenho na dança? — perguntei, testando o terreno.
— Você é muito safado, isso sim! — Giselle riu, balançando a cabeça. — Passou totalmente dos limites naquele dia.
— Pô, foi mal, a cerveja subiu e eu me empolguei. Prometo que me controlo da próxima vez — concordei, fingindo rendição.

Ela aceitou a desculpa e o assunto morreu ali, mas aquela conversa abriu uma porta para uma intimidade muito maior. Passamos a conversar sobre absolutamente tudo. O nível de confiança aumentou tanto que, em uma tarde chuvosa na cozinha, tomei coragem e fiz a pergunta que estava engasgada:

— Giselle, me tira uma dúvida... Você já traiu o meu irmão?

Ela parou o que estava fazendo, me olhou séria por um segundo e depois negou com a cabeça.

— Nunca. Sempre fui totalmente fiel a ele, desde a época em que a gente namorava.
— Ah, impossível! — brinquei, rindo. — Uma mulher desse jeito, com esse corpo... Você deve receber muitas investidas por aí.
— É claro que recebo, né? — ela se gabou, jogando o cabelo para trás e rindo. — Mas eu não dou mole. Aliás, a gostosona aqui é fiel. É normal os homens insistirem, mas eu seguro a onda.
— Fala sério, Giselle. E naqueles cinco meses em que meu irmão ficou fora viajando a trabalho? Você aguentou firme?
— Nada a ver! — ela deu uma gargalhada. — Eu passei muito bem esse tempo só com os meus dedinhos, tá? Não precisei de mais nada.
— Sei... — olhei bem no fundo dos olhos dela. — Olha, se você não fosse a minha cunhada, eu mesmo já teria tentado comer você há muito tempo.
— E você acha que eu não sei? — ela me encarou com um sorriso malicioso. Você não me engana, menino! Eu percebo os seus olhares. Mas você sabe que a sua cunhada aqui é super fiel ao seu irmão. Olha que eu já recebi muita cantada pesada de homem rico e bonito por aí e nunca rendi.

Depois dessa confissão, o clima ficou meio tenso de tanto desejo acumulado, então desconversei e fui para casa. Aquela conversa, no entanto, não saiu da minha cabeça. Fiquei pensando no quanto ela se orgulhava de ser inacessível. Foi aí que tive uma ideia ousada: criei um perfil falso no Facebook. Usei o nome de "Marcos", peguei fotos de um cara bonitão de uma cidade vizinha e adicionei a Giselle.

Comecei a puxar assunto com calma, mandando curtidas e comentários discretos até conseguir entrar no bate-papo privado. Para a minha surpresa, a "safada" não era tão fácil de cair no papo quanto eu imaginava. Ela resistia, mas o mistério de conversar com um estranho parecia instigá-la. Com o tempo, as conversas foram se estendendo.

As mensagens entre o meu perfil fake e ela seguiam esse ritmo:

> Marcos (Fake):"Uma mulher linda dessas, postando essas fotos... Seu marido deve ser um homem de muita sorte, ou muito cego por deixar você solta na internet."*
> Giselle:"Ele tem sorte sim, porque eu sou super casada e muito fiel. Não adianta vir com papinho não, viu? rsrs"
> Marcos (Fake):"Ah, duvido que uma sereia dessas não tenha seus segredinhos. Ninguém resiste a uma tentação para sempre."
> Giselle:"Pois pode acreditar. Olha, se você soubesse o que eu passo... O que eu recebo de foto de rola e provocação aqui no Face não é brincadeira. Os homens não têm respeito."
> Marcos (Fake):"Imagino. Na rua então, devem faltar bater o carro quando você passa."
> Giselle:"Na rua e em todo lugar! Para você ter uma ideia, tem um personal gato na minha academia que está há seis meses me dando as cantadas mais pesadas possíveis. Ele é um gostoso, vive atrás de mim, mas eu estou resistindo firme e forte. Não traio meu marido."

Apesar de bater o pé dizendo que era fiel, o joguinho de massagem no ego começou a fazer efeito. Giselle passou a se abrir mais com o "Marcos". O que começou com conversas escritas logo evoluiu. Ela começou a enviar fotos sensuais para o perfil fake fotos no espelho mostrando os resultados da academia, vídeos agachando com calças legging coladíssimas e, às vezes, fotos de biquíni na praia que me deixavam completamente louco de tesão.

O pior era quando eu ia visitá-la na vida real. Eu sentava no sofá da casa dela, conversava normalmente, mas a minha mente ficava revirando as fotos e os vídeos que ela tinha mandado para o meu celular na noite anterior. Olhava para o corpo dela e lembrava de cada detalhe das imagens proibidas.

Decidi dar o passo final no perfil fake e tentar marcar um encontro para ver até onde ela iria. A resposta dela veio cheia de atrevimento, me zoando com toda a pose de mulher poderosa:

> Marcos (Fake):"Giselle, não aguento mais só ver essas fotos. Vou até a sua cidade essa semana. Vamos nos encontrar em um hotel reservado? Prometo fazer tudo o que o seu marido não faz."
> Giselle:Kkkkkkkkkkkkkkk sonha, Marcos! Você é muito comédia mesmo."
> Marcos (Fake):Tô falando sério. Um homem de verdade para uma mulher de verdade. Qual o problema?"
> Giselle:"O problema é que você se acha demais, lindinho! Se enxerga. Acha mesmo que eu ia largar a minha casa e o meu marido para ir atrás de um rostinho bonito de internet que eu nem sei se existe de verdade? Kkkkk se contenta com as fotos que eu te mando e olhe lá, porque o meu corpo é muita areia para o seu caminhãozinho. Vai procurar uma solteira que te aguente, porque aqui você não arruma nada!"

Nos dias que se seguiram, o clima continuou o mesmo. Em cada festa de família, ela estava lá com o meu irmão, linda e provocante. Eu aproveitava os momentos na pista de dança para dar aquelas encoxadas, jogava umas cantadas sutis, mas a Giselle só me zoava, me tratando como um garoto. Para piorar, ela tinha descoberto o meu número alternativo e me bloqueado no WhatsApp, cortando o canal do perfil fake. Mas eu não ia desistir tão fácil.

Uma noite, por volta das 20h30, sabendo que meu irmão não estava, fui até a casa dela. Toquei a campainha. Quando ela abriu a porta, eu simplesmente fui entrando, sem pedir licença. Na mesma hora, a Giselle gelou. O colorido sumiu do rosto dela por um segundo.

— O que você está fazendo aqui uma hora dessas? — ela perguntou, tentando soar firme, mas visivelmente nervosa.
— Ah, eu estava sem nada para fazer em casa e resolvi passar aqui para ver se o meu irmão tem alguns filmes bons para me emprestar — respondi, correndo os olhos por ela.

Quando reparei bem na produção, fiquei sem ar.

— Uau, Giselle... Que é isso? Vai para onde bem assim?
— Para lugar nenhum — ela rebateu, cruzando os braços. — Agora não posso mais me vestir bem na minha própria casa, é?
— Poder, pode... Mas que é isso? Esse perfume importado forte, e esse vestido hein? Você está gostosa demais. Dá para ver a sua bunda totalmente destacada nesse vestido roxo. Ele é quase transparente, dá para ver tudo!
— Nada a ver, garoto! Me respeita, viu? — ela disse, mas deu um passo para trás.
— Eu respeito, claro. Mas parece até que está esperando alguém. Meu irmão chega de viagem hoje? Se for, está explicada essa produção toda aí.
— Não, ele não chega hoje. E não tem produção nenhuma, eu estou com sono. Vê logo esses filmes que você quer e vai embora.
— Sono? Não parece nem um pouco — sorri, me aproximando. — Me ajuda aqui a procurar, então.

Ela se curvou em direção à estante para pegar a caixa onde guardavam os DVDs. Naquela posição, com o vestido roxo esticado, desenhando perfeitamente a calcinha fio dental e o bumbum empinado na minha direção, o sangue subiu para a minha cabeça. Eu não resisti.

— Porra, Giselle... Que vontade de te dar uns amassos. Essa bunda está pedindo.
— Para com isso agora! — ela falou, sem se levantar, mas olhando para trás. — Eu conto tudo para o seu irmão. Aliás, você sabe que a sua cunhada é fiel, né? Acha que é fácil me ter?
— Vai contar nada — sussurrei, dando um passo e colando o meu corpo no dela. — Qual é, Giselle? Não vai ser a primeira vez. Eu sei que você já deu essa buceta para outro macho.
— Hahaha, patético! — ela soltou uma risada debochada.

Aproveitei a guarda baixa e comecei a beijar o pescoço dela. A pele estava quente, perfumada. Ela não me empurrou com força; em vez disso, inclinou levemente o pescoço, me dando espaço para beijar, mas quando eu tentei virar o rosto dela para acertar a boca, ela se esquivou com precisão.

— Me respeita, viu? O que é isso? — ela dizia, com um tom de voz que misturava advertência e uma calma absurdamente fria.
— Eu sei a verdade, gostosa. Sei que você está de fio dental, sei que está sem sutiã por baixo desse vestido e que está doidinha para levar pau — falei, enquanto minhas mãos subiam pela cintura dela e apalpavam os seus seios fartos e duros, confirmando que não havia nenhuma lingerie ali.

Nisso, agarrei ela de vez por trás. Lacei sua cintura com força, distribuindo beijos pelo ombro e roçando a minha pica dura direto na bunda dela, através do tecido fino do vestido. O desejo estava me cegando, achei que tinha vencido pelo cansaço. Foi aí que ela, demonstrando um autocontrole de outro mundo, soltou uma risada sarcástica na minha cara e disparou:

— Não acredito... Era você no Facebook semanas atrás, não era? — Ela riu alto, me tirando para otário.
— Eu mesmo, gatinha — respondi no ouvido dela, virando o corpo dela de lado e voltando a encoxar com força. — O Marcos não existe, sou eu.
— E você realmente achou que ia conseguir o que queria com esse joguinho? Eu hein, para agora!
— Parar? Você está doida, minha putinha? Vou te comer todinha hoje. Safada... Está traindo o meu irmão, né? Agora você vai ser minha. Você não estaria toda produzida desse jeito, sem sutiã, se não estivesse esperando alguém.

Foi nesse momento que ela me surpreendeu. Com um movimento rápido e firme, a Giselle desvencilhou-se dos meus braços. Ela deu dois passos para trás, ajeitou o vestido roxo que moldava aquele corpaço irresistível e me encarou com um olhar frio, os braços cruzados, exalando uma autoridade que eu nunca tinha visto nela.

— Você acha realmente que a sua chantagem vai dar certo só porque eu comentei sobre o personal no Facebook? — ela disse, com a voz pausada e um sorriso cínico. — Deixa eu te explicar uma coisa, garoto: você não vai me comer. Nunca. Mas, se você quiser... pode sentar ali naquele sofá e assistir eu dando para o personal. Ele está para chegar a qualquer minuto.

Eu fiquei completamente sem chão. A confissão veio como um soco.

— O quê?! — perguntei, sentindo o impacto. — Então você não aguentou as investidas dele? Mas por que rejeitou as minhas? Por que ele e eu não?
— Quer mesmo saber os detalhes? — ela deu um passo na minha direção, apontando o dedo no meu peito. — Primeiro, porque ele é um homem de verdade, um gostoso que sabe como tratar uma mulher, e não um moleque catarrento que fica espiando a cunhada pela fresta do banheiro do quintal. Segundo, porque eu escolho com quem eu erro. Eu decidi que queria ele, e não você. Você é só o irmão caçula do meu marido, um plano de fundo.

A raiva e a humilhação começaram a subir pelo meu peito. Tentei retomar o controle da situação usando a única arma que me restava.

— Você está muito corajosa, Giselle. Mas você acha mesmo que o meu irmão não vai ficar sabendo disso? Eu vou contar para ele que você é uma vagabunda e que está traindo ele com o cara da academia!

Giselle soltou uma gargalhada alta, ecoando pela sala. O olhar dela mudou de cínico para puramente ameaçador. Ela deu mais um passo, colando o corpo no meu, mas dessa vez em uma postura de puro domínio.

— Ah, você vai contar? — ela sussurrou, a voz carregada de autoridade. — Então escuta bem o que vai acontecer se você abrir a boca para o seu irmão ou para qualquer pessoa da sua família. No mesmo segundo em que você falar do personal, eu abro o meu celular e mostro para o seu irmão todas as mensagens do "Marcos". Vou dizer para ele que descobri que o perfil fake era seu e que você estava me assediando há meses. Vou contar também que você ia na minha casa escondido para tentar me agarrar, e que eu cansei de ver você me vigiando no banheiro do quintal da sua mãe.

Ela fez uma pausa, deixando o peso das palavras afundar na minha mente.

— Quem você acha que o seu irmão vai odiar mais? A esposa que pulou a cerca ou o próprio irmão caçula, o tarado que ficava espionando a cunhada no banho e tentando dar o bote pelas costas dele? Eu posso perder o casamento, mas você destrói a sua família para sempre. Eles nunca mais vão olhar na sua cara.

Giselle olhou para o relógio na parede e depois apontou para a porta da rua.

— Então faz o seguinte: se quiser ficar e assistir ao show, senta ali no sofá e cala a boca. Se não tiver estômago, pega os seus filmes e some da minha frente agora. A escolha é sua, cunhadinho.

Ouvir aquelas palavras da boca da Giselle, ver o tamanho da frieza e da autoridade com que ela devolveu a minha chantagem, fez meu sangue ferver. Eu me recusei a aceitar que tinha perdido o controle daquela forma. A humilhação de ser tratado como um moleque bastardo me cegou. Em um último ato de desespero para virar o jogo, resolvi partir para cima usando a força física e a sedução à força.

Aproximei-me dela de forma agressiva, segurando seus braços com força e puxando aquele corpaço irresistível contra o meu. Comecei a morder o pescoço dela, a passar a mão pelas curvas da sua bunda por cima do vestido roxo transparente, tentando fazer com que ela cedesse pelo calor do momento.

— Você fala muito, Giselle, mas eu sei que você me quer — sussurrei com a respiração arfante, tentando calar a boca dela com um beijo. — Você está adorando esse joguinho.

Mas a reação dela foi um balde de água fria. Giselle nem sequer se abalou. Com uma força impressionante, ela empurrou meu peito para trás, desvencilhando-se sem o menor esforço e me olhou com o mais profundo nojo.

— Eu já mandei você parar, seu moleque nojento! — ela esculachou, a voz cortante como lâmina. — Você não tem tamanho, não tem postura e nem capacidade para me dominar. Você me dá repulsa.

Antes que eu pudesse esboçar qualquer reação, ela deu dois passos rápidos até a bancada da cozinha americana integrada à sala. Num movimento ágil, puxou uma faca de carne grande e afiada de dentro do cepo. Ela voltou para a sala empunhando a arma, apontando a ponta prateada diretamente para o meu peito. Os olhos dela faíscavam.

— Agora você vai fazer exatamente o que eu mandar. Senta a bunda ali naquele sofá. Agora! — ordenou, com uma autoridade fria que me fez dar dois passos para trás automaticamente. — Você queria brincar de homem? Então agora vai sentar aí e assistir como um homem de verdade faz. Se você se levantar ou tentar qualquer gracinha, eu juro que enfio essa faca em você e digo para o seu irmão que me defendi de um estupro. Senta!

Engoli em seco, sentindo o suor frio escorrer pelas minhas costas. Sem saída e completamente desarmado psicologicamente, caminhei até o sofá e sentei, paralisado pelo medo e pelo tesão mórbido que a situação alimentava.

Não se passaram dois minutos e a campainha tocou. Giselle guardou a faca na cintura do vestido por um instante, respirou fundo, recuperando a postura de deusa inabalável, e abriu a porta. Era ele: o Personal.

O cara era um verdadeiro monstro. Devia ter quase 1,90m de altura, um shape inexplicável, com ombros largos, peitorais que quase rasgavam a camiseta apertada e braços gigantescos, cheios de veias saltadas. Era o típico homem com físico de competição. Ele entrou na casa exalando pura autoconfiança. Quando me viu sentado no sofá, o cara travou por um segundo, olhando para a Giselle sem entender nada.

— Que porra é essa, Giselle? Quem é esse moleque aí? — o Personal perguntou, com a voz grossa que ecoou pela sala.
— Relaxa, gato — Giselle respondeu, aproximando-se dele e passando as mãos unhadas pelas costas largas do bombado. — Esse aí é o meu cunhado tarado. Ele descobriu a gente e tentou me chantagear. Mas eu virei o jogo. Ele vai ficar aí assistindo para aprender como se faz. Não se preocupa, ele não vai dar um pio. Se der, a vida dele acaba.

O Personal olhou para mim de cima para baixo com um desprezo mortal, soltando uma risada abafada.

— Ah, é? O moleque gosta de olhar? Então deixa o cuckold assistir ao show.

Sem perder mais tempo, o cara arrancou a camiseta, revelando um abdômen incrivelmente trincado. Em seguida, desabotoou a calça e se livrou dela de uma vez. Quando ele ficou completamente nu, eu quase não acreditei no que meus olhos viam: o pau do cara era enorme, grosso, uma verdadeira estaca que já estava completamente ereta e apontada para cima.

A pegação começou ali mesmo, no meio da sala, bem na minha frente. Giselle se jogou nos braços dele como uma verdadeira ninfomaníaca, uma máquina de fazer sexo que eu nunca imaginei que existia por trás daquela pose de santa na casa dos meus pais. Eles começaram a se beijar de forma selvagem, as línguas se cruzando com desejo reprimido de seis meses de cantadas na academia. O Personal agarrou Giselle pela cintura, suspendeu o corpo dela no ar com uma facilidade absurda e a encostou contra a parede ao lado da TV.

Com uma das mãos gigantescas, ele puxou o vestido roxo dela para cima, rasgando a calcinha fio dental com um único puxão. O cara não teve o menor pudor. Ele segurou as pernas grossas dela, abrindo-as totalmente, e enfiou aquele pau enorme de uma vez só.

— Toma, sua safada! Você não queria? — o Personal gritava, desferindo estocadas violentas e barulhentas contra a parede. — Gosta de dar para o personal, né, sua putinha?
— Ahhh... Meu Deus, sim! Me fode mais! — Giselle gemia alto, jogando a cabeça para trás, completamente entregue ao prazer, arranhando as costas musculosas do cara.

Ela se revelou uma verdadeira máquina. Encaixava os movimentos do quadril perfeitamente com a brutalidade do cara, pedindo por mais. Depois de alguns minutos de uma macetada violenta na parede, o Personal a colocou no chão, virou-a de costas na minha direção, bem no tapete da sala, e mandou ela ficar de quatro.

Naquela posição, com o bumbum arrebitado e o vestido roxo amontoado nas costas, a visão era humilhante e excitante ao mesmo tempo. O Personal se ajoelhou atrás dela, segurou-a firme pelos cabelos lisos, puxando a cabeça dela para trás, e voltou a meter com uma força brutal. O som do impacto dos corpos ecoava por toda a casa. O cara não poupava xingamentos, rebaixando-a enquanto dominava o corpo dela por completo.

— Olha para o seu cunhado ali assistindo, sua vadia! Olha como ele queria estar no meu lugar! — o cara descia o verbo, enquanto desferia tapadas estaladas na bunda empinada de Giselle, que ficava vermelha com a força dos golpes.
— Eu sou sua... Mete mais forte, me quebra inteira! — ela implorava, completamente fora de si, com os olhos vidrados em mim, me provocando com o olhar enquanto recebia aquela estaca gigante.

O ritmo era frenético. Giselle aguentava o tranco como se tivesse nascido para aquilo, rebolando contra o pau do cara a cada investida. A performance durou o que pareceram horas de pura luxúria e brutalidade na minha frente.

Perto do final, o Personal a puxou pelos braços, deitando-a de costas no sofá bem ao meu lado. Ele subiu por cima dela, no estilo missionário selvagem, segurando as duas pernas dela lá em cima, perto dos ombros. O cara começou a acelerar as bombadas finais com uma velocidade impressionante. Giselle gemia em um tom agudo, tremendo o corpo inteirinho, até que atingiu um orgasmo violento, contraindo as paredes vaginais e prendendo o cara lá dentro.

O Personal soltou um urro de satisfação, xingou-a uma última vez e deu as últimas três estocadas profundas, gozando uma quantidade absurda de esperma dentro dela. Eles ficaram ali, ofegantes, os corpos suados colados, enquanto eu assistia a tudo, trêmulo, sem conseguir mover um único músculo no canto do sofá.

Nos dias e semanas que se seguiram àquela noite de puro choque no sofá, eu vivi em uma espécie de realidade paralela. O que mais me assombrava não era apenas a memória da cena brutal que presenciei, mas a frieza cirúrgica da Giselle. Na manhã seguinte, ela já estava na casa dos meus pais, rindo, ajudando a minha mãe a fazer o café e conversando com o meu irmão como se absolutamente nada tivesse acontecido.

Olhar para ela abraçando o meu irmão, dando selinhos nele e agindo como a esposa perfeita e recatada me dava um nó no estômago. Aquela pose de "gostosona fiel" que ela sustentava diante da família era uma máscara perfeita. E o pior: eu sabia que, nos dias de treino, ela continuava se encontrando com o monstro da academia. A impunidade dela e a minha humilhação começaram a se transformar em uma obsessão por vingança. Eu precisava tirá-la da nossa vida, mas sem me destruir no processo.

Foi então que comecei a arquitetar um plano. Como eu não podia simplesmente contar a verdade para o meu irmão por causa da contra-chantagem dela, resolvi jogar de forma indireta e anônima.

Durante duas semanas, preparei o terreno. Comprei um chip de celular novo, ativado em nome de terceiros, e criei uma conta de e-mail criptografada. Comecei a monitorar a rotina dela com o Personal. Consegui tirar duas fotos borradas, mas sugestivas, dos dois conversando muito intimamente no estacionamento da academia, quase colados. O plano era enviar essas fotos para o e-mail do meu irmão com um texto anônimo, dizendo apenas: *"Abre o olho com a sua esposa e o personal da academia X"*. Dessa forma, eu jogaria a pulga atrás da orelha dele, ele começaria a investigar por conta própria, e eu sairia limpo da história, sem que ela pudesse provar que o exposed tinha vindo de mim.

Na terça-feira em que decidi enviar a mensagem, fui até a casa deles no final da tarde, antes do meu irmão chegar do trabalho. Eu queria observar a reação dela, ver se ela demonstrava algum deslize. Mas o que aconteceu ali quebrou todas as minhas pernas.

Assim que ela abriu a porta, não me deu espaço para entrar. Ela me encarou com aquele olhar soberano e um sorriso de canto que fez meu sangue congelar.

— Nem entra, cunhadinho — ela disse, cruzando os braços. — Eu já sei o que você está tramando.

Eu tentei disfarçar, gaguejei, mas ela me cortou na hora, mostrando a tela do próprio celular. Ela estava com o aplicativo de monitoramento das câmeras de segurança da rua aberto.

— Você achou mesmo que eu não vi você me seguindo até o estacionamento da academia na semana passada? E achou que eu não ia notar você parado perto do carro com o celular na mão? Você é muito amador — ela debochou, com aquela lábia e frieza inacreditáveis. — Deixa eu te falar uma coisa: se qualquer foto, mensagem ou fofoca anônima chegar ao conhecimento do seu irmão, eu não vou nem piscar. Eu coloco aquele plano em prática. Mostro os prints do "Marcos", conto do banheiro e ainda digo que você tentou me estuprar com uma faca na cozinha e que eu precisei me defender. Quem você acha que o seu irmão vai enterrar primeiro?

Eu fiquei mudo. O meu plano infalível tinha sido desmantelado antes mesmo de começar. A capacidade de manipulação daquela mulher me apavorava. Foi aí que ela mudou o tom de voz. A agressividade sumiu, dando lugar a uma lábia mansa, quase maternal, mas extremamente perigosa. Ela deu um passo para frente, ficando bem perto de mim.

— Mas olha... eu estive pensando. Esse clima está chato, né? Você me olhando com cara de psicopata na mesa de jantar, eu tendo que me preocupar com as suas bobeiras... Isso cansa. E eu sei que, no fundo, você não quer destruir a vida do seu irmão. Você só está com o orgulho ferido porque eu escolhi outro e não você.

Eu continuei em silêncio, hipnotizado pela lábia dela.

— Eu conversei com o seu irmão ontem à noite — ela continuou, com um sorriso vitorioso. — Usei o meu charme, lógico. Falei para ele que aquela casa deles está ficando pequena, que o bairro está barulhento e que eu consegui uma proposta muito boa para a gente se mudar para um apartamento em um condomínio fechado, bem do outro lado da cidade, perto do meu novo trabalho. E adivinha? Ele aceitou na hora. Já estamos fechando o contrato.

Ela deu um tapinha leve no meu rosto, uma humilhação final disfarçada de carinho.

— Em duas semanas, nós estamos mudando para longe daqui. Eu saio da sua vista, você sai da minha, e a sua família continua feliz e unida. Você destrói as fotos que tirou, esquece o que viu no sofá, e todo mundo sai ganhando. É pegar ou largar, cunhadinho. O que você prefere? A paz da sua família ou o inferno para todo mundo?

Olhando para ela, percebi que tinha sido completamente derrotado. A lábia e a inteligência da Giselle estavam anos-luz à frente do que eu podia combater. Ela conseguiu convencer o meu irmão a abandonar o bairro, a se afastar da família, tudo para proteger o segredo dela e manter o controle do jogo.

— Fechado — sussurrei, engolindo o resto do meu orgulho.

— Ótimo menino — ela sorriu, triunfante. — Agora vai para casa. E limpa essa cara, porque hoje à noite tem jantar em família e eu quero ver meu cunhado favorito sorrindo.

Duas semanas depois, eles pegaram o caminhão de mudança e se foram. Hoje, três anos depois, eles continuam casados, e eu sigo guardando esse segredo como uma pedra no meu peito, sabendo exatamente quem é a mulher que meu irmão idolatra..........

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