Tesão na mãe: meu amigo me ajudou (Parte 2 - Final)
Depois da minha mãe se exibir para o meu amigo e deixar nós dois de pau duro, foi a hora dele dar o troco e eu assistir tudo de perto, antes de participar!
Olhei para Breno depois de mostrar o video dessa noite e ele pareceu anestesiado. Vi seu abdômen coberto por uma porra branca e grossa. Senti vontade de gozar na mesma hora e não segurei, despejei meu leite em minha barriga. Ele olhou pra mim e sorriu:
- Porra muleke, que porra foi essa mano?
- Isso aqui foi só o começo, minha mãe tá doidona por ti. Se tu desperdiçar essa oportunidade eu vou acabar contigo, pô. Dorme aqui e tenta uma parada com ela, quem sabe ela aceita dar pra nós dois juntos
Nem eu acreditei que aquelas palavras estavam saindo da minha boca, mas a única coisa que eu sabia, era que eu não iria deixar essa oportunidade passar e o Breno seria a isca que eu iria jogar para pescar a minha mãe
- Ja é, Luquinhas, eu topo irmão!
Entramos no banho os dois juntos, pois já tínhamos demorado o suficiente no quarto. Debaixo do chuveiro, combinei todo o meu plano com o meu amigo. Ele iria sair sem cueca, apenas com o short fino branco e o pau meia bomba balançando, isso seria o suficiente pra chamar atenção da minha mãe que tava faminta por aquela rola. Quando ela percebesse a minha ausência, ele falaria que eu fiquei no banho, essa seria a brecha perfeita para rolar um flerte entre os dois. Durante tudo isso, é claro que eu estaria escondido o mais próximo possível, observando cada palavra trocada por esses dois, cada olhar e cada frase de duplo sentido que eles trocariam entre si, até rolar a putaria de fato e eu fingir um flagra.
Breno saiu do quarto e eu logo fui atras, sem fazer barulho algum. Me escondi na ponta do corredor e ele saiu, encontrando minha mãe no sofá:
- Que demora, Breninho… Ja achei que estavam dormindo
- Que nada, tia! Ta cedo demais pra um cara de 16 anos dormir
- Já falei pra parar com esse negócio de tia, menino! Vê se uma mulher dessa tem jeito de ser chamada de tia - minha mãe brincou e Breno aproveitou a oportunidade pra começar a por em pratica o nosso plano
- Verdade, se eu tivesse uma tia tão gata como a senhora eu nem sei o que faria
- Obrigada pelo elogio, meu lindo - ela se ajeitou no sofá, se virando para ele - Então quer dizer que você me achou… gata, é isso?
Consegui ver na cara da minha mãe que ela ficou animadinha com o elogio de Breno e pela postura, ela tava bem interessada em continuar aquele papo.
- Gata é pouco ne, em respeito a senhora eu não posso falar o que eu realmente penso
- Deixa disso, menino - minha mãe falou sorrindo - É claro que você pode falar, ainda mais se for coisa boa
- Porra tia Lu… quer dizer, Lu… Você é mó gostosa, com todo respeito e te ver assim, com essa camisola vermelha quase transparente, tá me deixando assim desde que eu cheguei aqui com o Luquinhas
Nessa hora Breno apertou seu volume duro por cima do short branco, que também havia uma certa transparência quando ficava contra a luz. Minha mãe olhou para o pau duro do meu amigo, sorrindo e perguntou:
- Falando no Luquinhas, ele não vem?
- Ele ficou no quarto conversando no celular com uma garota, disse que depois ia tomar banho e iria jantar só mais tarde, acho que ele vai demorar um pouco
Breno se saiu melhor do que eu esperava, do jeito que ele falou parecia que eu demoraria muito para voltar e esse tempo seria o suficiente pra rolar uma putaria gostosa entre os dois.
- Então quer dizer que temos bastante tempo até meu filho voltar, é isso, Breninho? - ela disse, percorrendo a mão pelo peitoral do meu amigo, descendo pelo abdômen até chegar no pau dele, que ela agarrou com a mão direita
- Isso, temos tempo o suficiente pra fazer o que você quiser com isso
Breno tirou o pau pra fora e quase acertou o rosto da minha mãe, ela não disfarçou a surpresa e a satisfação em ver a peça daquele moleque. Quase imediatamente minha mãe agarrou os 19 centímetros de Breno e começou a chupar, ele permanecia de pé em frente a puta que me trouxe ao mundo. Enquanto isso eu assisti tudo escondido, a poucos metros do sofá, com o meu short na coxa e o pau na mão, querendo gozar desde o inicio.
- Que pau gostoso, menino! Muitos adultos não tem metade do que você esconde entre as pernas, na verdade tenta esconder né, pois deu pra ver de longe o volume desse cacete enorme
- Então a senhora curtiu meu pau?
- Pra caralho!
- Então engole essa porra, vadia do caralho
- Isso menino! Sem papo de tia ou de senhora, gosto quando me trata como a puta safada que eu sou e hoje eu sou só sua
- Minha e do Luquinhas, né…
Nessa hora meu coração acelerou forte e eu gelei. Eu dependia da resposta da minha mãe pra saber se o Breno tinha conseguido deixar ela com tesão o suficiente pra aceitar me incluir na putaria ou se ele teria se precipitado ao citar meu nome e desperdiçado a maior oportunidade que eu ja tive de fuder a minha mãe.
- Do que você ta falando, Breno? - percebi o nervosismo na voz dela
- Ah Luciana… Você é gostosa pra caralho, vive andando de lingerie como essa pela casa, as vezes até sem roupa
- Como você sabe disso? - ela interrompeu Breno
- Luquinhas… assim como eu, ele também é um moleque cheio de tesão, Lu. Estamos na fase onde tudo deixa o nosso pau em ponto de bala e ver uma gostosa como você andando assim pela casa, todos os dias, é quase impossível não ter vontade de te foder
- Eu sou a mãe dele, é claro que ele não sente vontade de me foder, Breno! De onde você tirou isso?
MERDA! O Breno estragou tudo, merda!
- Porra Lu, ele que me disse! Esse moleque sonha em te fuder desde a primeira vez que tu apareceu sem roupa na frente dele
- Mas isso faz muito tempo…
- Pra você ver como o desejo é antigo… Vai dizer que você nunca percebeu?
- Ah… eu ja vi uns olhares dele pra mim, na maioria das vezes o pau dele reagia muito bem e o volume era nítido. Mas ele nunca tentou nada, nem falou nada, muito pelo contrário, ele parou de andar de cueca pela casa assim que cresceu. Um dia acordei com um liquido estranho na minha boca e no travesseiro, até pensei que fosse o leite dele, mas achei que estava me perdendo nos meus pensamentos pervertidos
- E se eu te confirmasse que era o leite dele, você tentaria algo com ele?
Breno fez a pergunta que eu nunca tive coragem de fazer, mas eu esperei ansioso pela resposta durante toda a minha vida.
- Desde que o pai dele morreu, fomos só eu e ele aqui em casa e, apesar de eu ficar com outros homens, nunca quis nenhum relacionamento pois o meu desejo sincero era que o Lucas fosse o homem da casa. Que ele crescesse com postura de homem, meu homem!
“Meu homem”? Eu não consegui entender de primeira o que minha mãe queria dizer com essa frase, meu coração batia acelerado e minha boca estava seca, mas eu sentia que a conversa estava indo exatamente para onde eu queria.
- Por isso eu comprei lingeries novas na época, passei a andar mais a vontade pela casa, a sair do banho sem toalha e até dormir nua, para que ele crescesse com essa liberdade comigo. Por uns anos funcionou e eu acreditava que o meu plano tinha dado certo, eu até tirava proveito do corpinho dele, mas do nada ele se fechou. Na puberdade, quando seu corpo mudou e eu finalmente achei que poderia aproveitar mais do corpo gostoso do meu filho, ele se fechou, passou a usar roupas pela casa, a evitar o contato fisico comigo por muito tempo e sempre me olhava com receio, parecia ter medo
Caralho, eu não fazia ideia de tudo isso e que merda, se eu soubesse que minha mãe também tinha tesão em mim, não teria desperdiçado todos esses anos de tesão reprimido.
- Eu evitava olhar pra você porque eu não lhe via mais como mãe, eu lhe desejava como mulher - entrei na sala, sem short, segurando meu pau duro - E eu evitava te abraçar ou qualquer toque fisico longo, porque meu pau sempre ficava assim, mãe
Me aproximei dela e fiquei parado ao lado de Breno, em pé, com o meu pau em frente ao rosto da minha mãe.
- Filho, a quanto tempo você ta aí? - ela perguntou, surpresa
- Desde sempre, eu vi tudo o que você fez com o Breno, não acha que tá na hora de fazer comigo também?
Ela sorriu, me fazendo perceber que o meu plano tinha dado certo.
- Claro, na verdade acho que ja passou muito da hora, mas temos muito tempo pra aproveitar juntos, meu menino
- Então mama minha rola, que eu desejo isso desde moleque
E assim minha mãe fez, começou a lamber a cabeça da minha pica e envolver ela com seus lábios carnudos e rosados. A boca dela era quente e macia, minha mãe parecia ter pratica em fazer aquilo, seu boquete era fora do comum, muito superior a todas as meninas e meninos que ja mamaram meu pau. Aos poucos ela engoliu meu pau inteiro, sugando até a garganta e voltando a cabeça, deixando minha rola toda babada. Ela me encarou enquanto saiu do meu pau e foi mamar o pau de Breno, que não tinha baixado em nenhum segundo.
A expressão no rosto da minha mãe era de extrema perversidade, ela estava linda na sua versão mais devassa que eu já tinha visto. Juntei meu pau ao de Breno e fiz com que ela chupasse os dois ao mesmo tempo. Assim ela fez, arrancando gemido de nós dois.
- Meus meninos safados, tão dotados e gostosos, deem pica pra mamãe safada, faz quase uma semana que eu não dou minha buceta, tô pegando fogo
Essa foi a deixa que eu precisava para ir matar a saudade da buceta que me trouxe ao mundo. Coloquei ela de quatro e levantei sua camisola, vendo de uma só vez o seu cuzinho apertado e sua bucetinha carnuda depilada. Enfiei minha cara alí mesmo, sem desperdiçar nenhum segundo.
- Aaai filho, que delicia - ela gemeu - Chupa a buceta da mamãe vai
Continuei me lambuzando naquela buceta que estava encharcada, alí eu percebi que minha mãe era tão pervertida quanto eu e com certeza estava morrendo de tesão em finalmente estar dando para o filho, sua lubrificação natural entregava isso.
Aproveitei também para chupar o cuzinho dela, coisa que eu não tinha feito anteriormente. Era quente e apertado, eu conseguia sentir todas as preguinhas que ela ainda tinha com a ponta da minha lingua. Dei tapas em sua raba branca que foi ficando vermelha. Ela soltava gemidos que eram abafados pela rola de Breno.
Eu sabia que meu gozo ia sair a qualquer momento de tanto tesão que eu sentia, então parei de enrolar e parti para o ato. Me pus em pé, apoiei minha perna esquerda no sofá e, segurando meu pau duro, fui metendo aos poucos na buceta da minha mãe. Entrou muito fácil pois ela estava muito molhada e parecia não passar muito tempo sem sexo, pois não era tão apertadinha quanto o seu cuzinho rosado. Fui enfiando aos poucos até meu pau entrar por completo e continuei penetrando a vadia, que gemia sem parar:
- Porra, Lucaaas! Fode minha buceta caralho, não para, isso ta muito gostoso
Aumentei as estocadas e continuei metendo na buceta da minha mãe, enquanto eu dava tapas em sua bunda que já tinha as minhas mãos tatuadas de tanto bater nela. Puxei seu cabelo e com isso a rola de Breno saiu totalmente da boca dela, toda babada e pronta pra entrar num buraco.
- Vem Brenão, agora é tua vez - chamei o meu amigo, dando espaço pra ele foder a puta da minha mãe
Breno fudeu minha mãe com a voracidade de sempre. Eu fodia bem, mas Breno tinha a experiência, apesar da pouca idade. Minha mãe gemeu empolgada, com um sorriso perverso olhando para mim, enquanto minha rola intercalava em sua boca e seu rosto, dando surra de pau na cara dela. Após uns minutos, resolvi experimentar o cuzinho apertado dela. Combinei com Breno no seu ouvido, sem ela perceber, ele se pôs embaixo dela e encaixou seu pau de volta na buceta dela, que agora sentava no cacete do meu brother.
Lentamente eu me pus atras dela novamente e, com ajuda da lubrificação que saia de sua buceta e do meu cuspe, comecei a pincelar o meu pau no buraquinho dela.
- Quer brincar com o cuzinho da mãe, seu puto? - ela me questionou, olhando para trás toda empinada, piscando o cuzinho
- Pra caralho, mãe
- Então aproveita que eu tô louca de tesão pra sentir esse teu pau entrar em mim e me fode sem dó
Eu nunca imaginei que minha mãe seria tão fogosa no sexo, mas tudo aquilo tava me deixando louco. Fui penetrando meu pau no rabo dela e o que parecia apertado, foi se acostumando bem com o meu membro. Apesar de ter 16 centímetros, meu pau era bem grosso e me surpreendi com a facilidade que ele entrou no rabo da minha mãe, mas nada disso atrapalhou minha experiência, na verdade facilitou a entrada e a minha diversão dentro dela. Nossos gemidos ja ecoavam naquela casa em um único som e a qualquer momento parecia que íamos gozar. Mas eu ainda queria tentar uma ultima coisa, uma dupla penetração na buceta da minha mãe.
Tirei o pau do cuzinho dela e deslizei pela buceta, disputei abertura com o pau de Breno e logo consegui, penetrando a vadia que gritou de prazer. Acelerei as estocadas enquanto puxava seu cabelo e beijava suas costas. Embaixo da minha mãe estava Breno, se deliciando nos peitões dela com um sorriso no rosto. Nós três estávamos no céu.
5 minutos nessa posição foram o suficiente pra minha mãe gozar duas vezes no nosso pau, se tremendo inteira e caindo em cima de Breno, com o corpo molinho totalmente entregue aos dois meninos, como ela chamava. Eu e meu amigo não aguentamos por muito tempo, sentimos o leite vindo na mesma hora e quando anunciei que iria gozar, ele também confirmou e minha mãe de imediato se ajoelhou, pedindo leite na cara.
Ver minha mãe suada, descabelada e com a lingua pra fora pedindo meu leite foi o suficiente pra minha rola despejar 8 jatos de esperma na boca, no rosto e nos seios dela. Jatos esses que se misturaram com a porra grossa de Breno, que gozou logo em seguida.
- Porra meus meninos, vocês acabaram com a putinha aqui, desse jeito eu vou querer sempre
- Tenha certeza de que você terá muitas outras vezes - eu afirmei, sem acreditar que o meu maior fetiche tinha se realizado
- Só não esquece de me chamar viu, putão - Breno falou, rindo
- Claro que não, meu mano! Se não fosse por ti sabe se la quando que eu e minha mãe teríamos a coragem de revelar o tesão um pelo outro - confirmei a nossa parceria para o meu amigo
- A partir de hoje eu sou de vocês dois! - minha mãe falou com a voz mansa, quase gemendo
Naquela noite fudemos mais duas vezes e fomos dormir ao amanhecer. Durante a noite os pais de Breno passaram pra buscar ele, pois haviam voltado da viagem e eu dormi com minha mãe, fodendo ela novamente. Fazem dois meses desde que isso aconteceu e vivemos a vida que eu sempre quis: mãe e filho em publico, homem e mulher dentro de casa! E claro, Breno segue nos visitando e fodendo minha mãe, seja junto comigo ou sozinho, com ele não rola ciúmes, só o tesão de dividir minha mãe com meu amigo putão.
FIM
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