#Gay #Incesto #Teen

Meu filho é meu putinho

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Papi

O apartamento ficou em silêncio assim que a porta do elevador se fechou. Minha mulher tinha saído para o encontro mensal com as amigas, e eu já sabia o ritual que começaria em minutos.

"Papai..."

A voz fina veio do corredor antes mesmo de eu me virar. Meu filho, Lucas, estava parado no umbral da sala, mãos trêmulas segurando a barra da camiseta larga que quase escondia seus shorts curtos.

Eu me ajustei no sofá, sentindo o peso familiar entre as pernas. "Já tá com saudade, né?"

Ele veio como um gatinho faminto, ajoelhando-se no tapete entre meus pés. Quando suas mãos hesitantes abriram meu zíper, aquele cheio doce de pré-adolescente suado se misturou ao aroma do meu desejo.

A primeira lambida foi sempre a mesma - olhos fechados, língua molhada explorando a cabeça como se fosse um sorvete derretendo. Eu enterrei meus dedos nos cabelos cacheados dele enquanto engolia meu gemido.

"Engole tudinho hoje", ordenei, pressionando sua nuca.

Ele obedeceu como sempre, garganta se contraindo quando enfiei até o fundo. Os sons úmidos enchiam a sala enquanto seu narizinho achatava contra minha barriga.

Quando puxei ele pelo braço, já estava molhado o suficiente. Virei-o de costas sobre o sofá, shorts descendo antes mesmo dele se apoiar nas mãos.

"O cuzinho tá rosinha igual semana passada?" Perguntei esfregando a cabeça na sua entrada.

Ele assentiu, mordendo os lábios enquanto eu empurrava para dentro num movimento único. Era tão fácil depois de tantos domingos assim.

O gemido que saiu dele era metade dor, metade êxtase - a mesma sinfonia de sempre. Comecei a bombar, observando seu rosto se contorcer a cada investida.

"Repete o que você é", grunhi, segurando seus quadris.

"S-sou seu... putinho...", ele gaguejou entre golpes.

O orgulho inundou meu peito junto com o gozo quando finalmente jorrei dentro dele. Enquanto ele se contorcia no meu colo depois, limpando o rosto com a manga, eu acariciava seus cabelos molhados de suor.

A campainha da porta nos fez pular.

"Mamãe esqueceu a bolsa!", ele suspirou, se arrumando às pressas.

Sorri ao ver o jeito que ele mancava até o banheiro. Meu garotinho sabia guardar segredos tão bem...

O barulho da chave na fechadura fez meu coração acelerar. Lucas ainda estava de cócoras no chão do banheiro, limpando as pernas trêmulas com papel higiênico quando a porta do apartamento se abriu.

"Esqueci minha bolsa de ginástica!", cantarolou Clara, minha esposa, enquanto seus saltos altos ecoavam no corredor.

Puxei Lucas pelo braço, escondendo-o atrás de mim enquanto ajustava minha calça. O zíper mal fechado era a única prova do que acontecera - se ela olhasse de perto.

Clara entrou na sala com passos rápidos, seu perfume Chanel dominando o ar úmido do quarto. "Vocês dois estão muito quietos hoje", disse, arqueando uma sobrancelha perfeita enquanto pegava a bolsa esquecida no sofá - exatamente onde Lucas estivera deitado minutos antes.

Meu filho ficou imóvel atrás de mim, sua respiração ofegante quente contra minhas costas. Senti sua pequena mão se agarrando à minha camisa, os dedos ainda pegajosos.

"Estávamos só... assistindo TV", menti, sorrindo enquanto bloqueava a visão dela para o tapete manchado perto do sofá.

Clara olhou entre nós dois, seus olhos castanhos escuros percorrendo a cena. Por um segundo terrível, achei que ela saberia. Que entenderia pelo jeito que Lucas evitava contato visual, ou pela forma como eu mantinha minhas pernas ligeiramente abertas para esconder minha excitação residual.

Mas então ela sorriu. "Ah, vocês dois e seus 'filmes'", disse com risadinha, passando os dedos pelos meus cabelos antes de se virar. "Não demorem muito, o jantar estará pronto em uma hora."

A porta se fechou atrás dela, e soltamos o ar que estávamos segurando simultaneamente. Lucas deslizou pelo meu corpo até o chão, seus joelhos ainda fracos.

"Ela quase viu...", sussurrou ele, olhos arregalados de adrenalina e algo mais - aquela centelha de emoção proibida que sempre voltava mais forte depois de momentos assim.

Eu o puxei de volta para meu colo, sentindo seu coração disparado contra meu peito. "É isso que torna mais gostoso, não é, putinho?" Murmurei enquanto ele se aninhava contra mim, ainda quente e mole por dentro.

Lucas apenas assentiu, esfregando o rosto na minha camisa como um gatinho satisfeito. E eu sabia - esse segredo nosso só ficaria mais doce com o tempo

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