Com Cara e Coragem me tornei mulher do meu pai e irmão!
Desculpe o português simples. Fiz a escola, mas sempre trabalhei com animais. Cuido de vacas, ordenha e desmame aqui na nossa propriedade em Bento Gonçalves. A terra hoje é nossa. Vou contar o que vivemos.
Nossa família tem origem italiana, como tantas por aqui. O pai, Antonio, sempre foi um homem respeitado: trabalhador incansável, forte e bonito. Minha mãe era bonita, mas frágil de cabeça. Ele casou com ela para protegê-la. Tínhamos um sítio pequeno, plantávamos milho, criávamos gado e trabalhávamos duro todos os dias. Meu irmão Luca e eu crescemos ajudando desde cedo. Eu era a menina esperta da roça, dividindo meu tempo entre a escola e as tarefas na terra.
Tudo mudou no início dos anos 1980. Minha mãe contraiu uma doença grave. Com poucos recursos médicos no interior, ela não resistiu e faleceu em poucas semanas. A casa ficou silenciosa e vazia. Meu pai se fechou em si mesmo, o olhar distante, e Luca se afastou mais, mergulhado no trabalho. Foi depois dessa perda que tudo começou.
Algumas noites após o enterro, acordei com barulhos abafados vindos do quarto do pai. Movida pela curiosidade, caminhei descalça pelo corredor de madeira e espiei pela fresta da porta entreaberta. O que vi me deixou paralisada, o coração disparado.
Sentado na beira da cama, com a calça abaixada, meu pai movia a mão com urgência sobre um pau colossal — grosso como meu pulso, longo, veioso, de uma dimensão impressionante que eu jamais imaginara possível. Aos 16 anos em plena adolescência, com os hormônios em ebulição, senti um choque imediato percorrer meu corpo inteiro. Aquele membro enorme pulsava, a cabeça avermelhada brilhando de excitação. Ele acelerou o movimento, o rosto marcado por desejo reprimido e profunda solidão. Quando gozou, jatos abundantes e potentes de leite branco e espesso irromperam com força, caindo em grande quantidade sobre o pano que segurava. Parecia não ter fim. A visão daquele pau gigantesco e da ejaculação tão copiosa despertou algo primitivo e incontrolável em mim.
Naquele instante, entrei em cio pelo meu próprio pai. Sabia que era totalmente proibido — incesto, um pecado grave condenado pela Igreja, pela família e por todos —, mas o desejo queimava forte entre minhas pernas. Meu corpo adolescente reagiu com calor intenso, os seios sensíveis e a mente inundada por pensamentos que me assustavam e excitavam ao mesmo tempo. O medo do incesto me consumia, mas a excitação era ainda mais poderosa.
A partir daquela noite, comecei um jogo sutil e velado de sedução. Usava vestidos mais leves que valorizavam minhas formas — herdei da mãe uma bunda grande, redonda e firme, e o trabalho duro no sítio moldou minhas coxas grossas e fortes. Roçava meu corpo no dele ao passar, pedia ajuda para carregar coisas pesadas e demorava um segundo a mais encostada nele. Ele notava algo no ar, mas nunca de maneira explícita. Via seu olhar vacilar, o corpo tensionar, mas se afastava.
O pai resistiu por semanas, mas numa tarde quente de verão, no celeiro, ele cedeu. Ao me ver inclinada sobre um monte de feno. Suas mãos calejadas seguraram minha cintura , senti ele pressionar o cacete grosso e latejante na minha bunda, só olhei para trás mas não falei nada meu instinto de fêmea sabia o que iria acontecer.Levantou meu vestido, tirou minha calcinha e me fez ficar de 4 de joelhos sobre o monte de feno, abriu as bancas da minha bunda e senti sua língua quente invadir minha buceta tirando de mim um urro quase animal, após revesar de forma devassa a língua na minha buceta e no meu cu , posicionou aquele pau colossal contra minha entrada virgem. Foi empurrando,entrou devagar, centímetro por centímetro. A dor foi ardente, mas minhas coxas grossas e bunda generosa aguentaram. Ele gemeu rouco, movendo-se lento e profundo como um cavalo sobre a égua, depois de mais de meia hora me fodendo e me fazendo gozar pela primeira vez no pau de um macho ele também gozou fora, com jatos abundantes explodindo sobre minhas costas, minha bunda e até meu cabelo.
A partir daquele dia, o sexo proibido entre nós se intensificou de forma selvagem. Não nos limitávamos ao quarto dele de madrugada. Trepávamos como animais em todos os cantos do sítio, sempre com cuidado para Luca não ver. No galinheiro, ele me encostava na parede e metia forte por trás, minhas coxas tremendo enquanto eu mordia o braço para não gemer alto. Atrás da cerca da roça, eu levantava o vestido e ele me fodia em pé, o pau colossal abrindo minha buceta molhada. No paiol, de quatro sobre o feno, ele me comia com força, as bolas batendo contra minha bunda grande. Eu gozava tremendo, o medo do incesto sempre presente (“isso é pecado, vamos para o inferno”), mas o prazer vencia.
Certa noite, fugi para o quarto dele. Ele me deitou na cama, abriu minhas pernas e meteu fundo, gemendo baixo. Outras noites eu o chupava, tentando colocar o máximo possível daquele pau enorme na boca, engasgando enquanto ele segurava minha cabeça.
Ele tinha pavor de me engravidar. Repetia sempre:
— Não posso te deixar prenha, Sofia. Seria um escândalo todos sabem que aqui só tem dois homens no sítio tem que ser fora, sempre fora.
Eu concordava, assustada, mas o desejo era maior.
Luca descobriu meses depois. Uma tarde, ele nos flagrou no celeiro: eu de quatro, o pai metendo forte por trás com seu pau colossal, minhas coxas grossas aguentando cada estocada funda. Luca parou na porta, o olhar cheio de julgamento e choque.
— Sofia? Pai?!
O pai saiu rapidamente assustado, gozando jatos potentes no chão. Luca saiu correndo e ficou dias sem falar com ninguém, evitando-nos.
Num dia em que o pai foi à cidade comprar suprimentos, chamei Luca para conversar enquanto ele arrumava o celeiro. Ele relutou, cabisbaixo.
— Luca... você viu o que viu. Eu sei que é errado, mas... Ninguém precisa saber o que acontece aqui no sítio, Luca me olhou com raiva e decepção, até que me aproximei e olhando nos seus olhos falei: você também quer que eu seja mulher sua?
Seus olhos se encheram de brilho. Ele não falou nada , apenas me agarrou com fúria e desejo, como um cavalo possui uma égua: virou-me de quatro contra um sofá velho, levantou meu vestido e meteu o pau com fome, estocadas brutas e profundas. Diferente do pai, ele não se controlou — gozou dentro de mim, enchendo minha buceta de leite quente e abundante. Senti o jato quente me inundando e gozei forte, tremendo.
Quando o pai voltou, contei tudo. Assustado com a possibilidade de gravidez, ele foi novamente à cidade e trouxe remédio para eu não ficar grávida. A partir de então, continuei recebendo o leite dos dois sem medo. O pai, liberado, começou a gozar dentro de mim também, enchendo minha buceta com jatos grossos e quentes enquanto gemia meu nome.
Uma noite, no quarto dele, depois de me foder na buceta, o pai pediu algo que minha falecida mãe sempre negou:
— Quero teu cu, Sofia. Tua mãe nunca deixou...
Com medo, mas excitada, aceitei. Ele cuspiu no pau colossal, posicionou a cabeça grossa no meu anel virgem e empurrou devagar. A dor foi lancinante, queimando, mas minhas formas fortes aguentaram. Ele entrou centímetro por centímetro, gemendo de prazer como nunca. Quando estava todo dentro, começou a meter, primeiro lento, depois mais forte, fodendo meu cu com vontade acumulada. Gozou fundo, enchendo meu intestino de porra quente. Eu tremia de dor e prazer, o medo do incesto mais forte que nunca, mas completamente entregue.
A relação evoluiu. Os dois me possuíam juntos: no celeiro, eu de quatro, o pai metendo no cu enquanto Luca enchia minha buceta, ou revezando, me enchendo de porra pelos dois buracos. Eu gozava sem parar, o corpo suado e marcado, o pecado pesando na consciência, mas o cio animal mais forte.
Trabalhamos juntos, a propriedade cresceu e compramos mais gado. Anos depois, meu pai faleceu. Luca e eu seguimos unidos, vivendo como marido e mulher. Ele sempre me trata com carinho, como a mulher que sempre desejou.
Até hoje, recordar aqueles dias após a morte da mãe faz meu corpo reagir. Foi intenso, proibido, sórdido e inesquecível.
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