#Coroa #Teen #Voyeur

A Mãe do Meu Amigo

1.2k palavras | 0 | 4.50 | 👁️
O Narrador de Contos

Fui na casa do meu amigo chamar ele para jogar bola.

Júlio, com seus 19 anos, era um rapaz comum. Magro, cabelos castanhos desgrenhados, barba por fazer e sempre cheiroso. Seus olhos castanhos brilhavam de curiosidade quando ele chegou à casa do seu melhor amigo Luís para jogar futebol. Eles se conheciam desde crianças.
A casa de Luís era grande e bem cuidada. A mãe dele, Dona Rosa, era uma mulher viúva de 45 anos, muito bonita e charmosa. Ela tinha cabelos pretos e olhos levemente puxados. Seu corpo ainda conservava a beleza da juventude, com belas curvas. Ela sempre tratou Júlio como um segundo filho.
Ao chegar na casa, Luís não estava em casa. Dona Rosa abriu a porta e sorriu calorosamente ao ver Júlio.
— Olá, querido! Luís não está, mas pode esperar lá dentro se quiser — disse ela com sua voz suave.
Júlio entrou e se sentou no sofá da sala, enquanto Dona Rosa ia para o quarto trocar de roupa. Ele tentou não pensar nela, mas seus pensamentos não paravam de vagar pelo corpo dela. Sempre teve uma atração secreta pela mãe do seu melhor amigo.
De repente, ouviu um barulho vindo do quarto e não conseguiu resistir à tentação de espiar. Esgueirou-se até a porta entreaberta e viu Dona Rosa a beira da cama, apenas de calcinha, escolhendo qual roupa vestir. Ele ficou hipnotizado pela visão do corpo dela, seus belos seios a mostra, as curvas dos corpo se conectando as coxas firmes.
Dona Rosa deve ter sentido sua presença, pois virou seu olhar abruptamente para a porta e o viu ali parado, de olhos arregalados. Por um momento, ela pareceu constrangida, mas logo seu rosto assumiu uma expressão diferente - intrigada, até mesmo interessada.
— Júlio... — começou ela, cruzando os braços sob os seios fartos.
Ele não conseguia falar, tão nervoso e excitado estava. Seu membro endurecia dentro das calças. Dona Rosa deve ter notado seu estado, pois uma faísca de luxúria brilhou em seus olhos verdes.
— Não precisamos contar ao Luís sobre isso, certo? — murmurou ela, dando um passo à frente.
Júlio balançou a cabeça vigorosamente. Não, eles nunca poderiam contar ao Luís. Era errado demais. Mas mesmo assim... ele não conseguia desviar os olhos do corpo dela.
— Você sempre foi tão quieto e respeitoso comigo... — continuou Dona Rosa, chegando ainda mais perto. — Imagine minha surpresa quando te vi me espionando...
Ela estava agora a poucos centímetros dele. Sua pele era macia e cheirava a perfume floral. Júlio sentia o calor irradiando do corpo dela.
— Eu não queria... eu só... — gaguejou ele, sem saber o que dizer.
— Shhh... — fez ela, colocando um dedo nos lábios dele. — Não precisa explicar nada. Eu entendo perfeitamente.
Então ela se inclinou e o beijou. Seus lábios macios pressionaram os de Júlio em um beijo profundo e quente. Ele gemeu surpreso, mas correspondeu ao beijo com paixão crescente. Suas mãos alcançaram a cintura dela, puxando-a para mais perto.
Dona Rosa começou a desabotoar a camisa dele enquanto o beijava, explorando seu peito musculoso. Ela então se afastou e tirou a própria blusa, revelando os seios fartos contidos pelo sutiã de renda preta.
Júlio perdeu o fôlego ao ver aqueles seios maravilhosos. Ele estendeu as mãos para tocá-los, mas Dona Rosa o empurrou delicadamente sobre a cama e ficou por cima dele, montando em suas coxas.
— Sabe faz tempo que não tenho um homem em minha cama. Quero sentir seu corpo jovem e forte — disse ela com uma voz rouca de desejo.

Dona Rosa começou a desabotoar a calça de Júlio, revelando sua ereção pulsante dentro da cueca preta. Ela o ajudou a tirar toda a roupa e então fez o mesmo, ficando completamente nua sobre ele.
— Você é lindo... — murmurou ela, passando as mãos pelo corpo dele, explorando cada músculo definido.
Júlio estremeceu sob seu toque experiente. Ele nunca havia estado com uma mulher tão madura e sensual antes. A maneira como Dona Rosa o tocava, com uma mistura de desejo e ternura, era incrivelmente excitante.
Ela começou a beijar o peito dele, descendo aos poucos até o abdômen definido. Júlio ofegou quando ela alcançou seu membro latejante. Dona Rosa o envolveu com os lábios macios, chupando-o devagar, fazendo-o gemer alto de prazer.
— Ahh... isso é tão bom... — gemeu ele, enfiando as mãos nos cabelos dela.
Dona Rosa continuou sugando e lambendo seu membro por um longo tempo. Ela parecia adorar o gosto dele, como se estivesse degustando uma iguaria deliciosa. Logo Júlio estava à beira do orgasmo, mas ela parou antes que ele gozasse, sorrindo maliciosamente.
— Ainda não, querido... quero você dentro de mim — disse ela, subindo e montando nele novamente.
Júlio agarrou a cintura dela enquanto Dona Rosa guiava seu membro para sua entrada encharcada. Ela se abaixou devagar, o envolvendo em sua carne quente e molhada. Os dois gemeram alto ao se unirem completamente.
— Ohh... você é tão grande! — exclamou Dona Rosa, começando a subir e descer sobre ele com movimentos fluidos.
Júlio mal conseguia acreditar na sensação incrível de estar dentro dela. Seu membro deslizava para dentro e para fora enquanto Dona Rosa cavalgava sobre ele cada vez mais rápido.
— Isso... continue assim... me fode gostoso! — gemeu ela, jogando a cabeça para trás em êxtase.
Júlio agarrou o quadril dela com força, aumentando ainda mais o ritmo dos movimentos. Os corpos deles se chocavam com estalos altos e molhados enquanto Dona Rosa gritava de prazer.
— Ahhh... vou gozar! — gemeu ela, seus músculos internos começando a apertar o membro dele.
— Eu também... vamos gozar juntos! — grunhiu Júlio, sentindo seu orgasmo se aproximando rapidamente.
Dona Rosa acelerou os movimentos até que ambos atingiram o clímax ao mesmo tempo. Ela gritou alto quando ondas de prazer percorreram seu corpo. Júlio gemeu profundamente enquanto esguichava jatos quentes de sêmen dentro dela.
Eles ficaram assim por um momento, ofegantes e exaustos, ainda unidos. Dona Rosa desabou sobre o peito dele, acariciando seus cabelos suados.
— Isso foi incrível... — murmurou ela com um sorriso satisfeito. — Você é mesmo um garoto cheio de surpresas...
Júlio apenas sorriu em resposta, sem saber bem como reagir ao que havia acabado de acontecer. Sabia que nunca mais poderia olhar para Dona Rosa da mesma maneira. E não tinha a menor ideia de como contaria tudo isso ao seu amigo Luís quando o visse novamente...

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

https://orelo.cc/onarradordecontoseroticos

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos