#Teen #Virgem

Dei meu cu pra um menor aprendiz

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Railton40

O menor constantemente secava minha bunda, até peguei ele se masturbando, resolvi ajudar ele a se aliviar e me aliviei no pau gostoso dele!

No início de 2026 meu marido que é empresário contratou alguns aprendizes, estávamos tendo problemas no operacional da nossa empresa e essa foi uma solução relativamente barata pra ajudar a equipe. Foram contratados 6 jovens entre 14 e 18 anos, duas garotas e 4 garotos, entre eles estava Davi, loirinho de olhos azuis, 14 anos, cerca de 1,60m, meio magrelo, ele sofreu um pouco de bullying no início por conta da cara de menino, os rapazes do CD zoavam que ele era garoto de apartamento, que tinha que ser modelo, etc. Apesar das brincadeiras de mau gosto ele se relacionou bem com todos, até algumas das mulheres zoavam que ele era bonitinho demais pra trabalho braçal, apesar disso, ele trabalhava direito, chegava cedo, fazia o que mandavam e era sempre muito solícito.
O detalhe sórdido é que sempre que alguma mulher passava por ele, ele olhava as bundas delas até indiscretamente, os rapazes até chamavam atenção dele sem muito efeito, era um garoto e algumas das moças que trabalham conosco são realmente bonitas.
Bom, era um sábado de manhã, quase não temos demanda nesse dia então é comum todos folgarem, geralmente só eu ou meu marido vamos à empresa resolver alguma pendência, ao chegar vi o supervisor do CD e o Davi, perguntei o que o Davi fazia alí visto que os aprendizes não podem trabalhar no sábado, o supervisor apenas respondeu que tava dando algumas instruções ao Davi, o que não conseguia fazer durante a semana...

- Ok, mas anota na folha, e Davi, na segunda vai no RH e pega o pagamento pelo dia, vc nem podia estar aqui, pior ainda sem receber!

Ao me virar escutei o supervisor falar "a patroa gostou de vc! " e risos, ao me virar notei o Davi disfarçar o olhar pra minha bunda, eu tenho 34 anos, perns grossas e minha bunda é grande, geralmente é o que mais chama atenção, aceitei aquilo como um elogio e fui pra minha sala, lá pelas 9h fui ao banheiro e pro meu azarbo feminino estava trancado, o zelador não vai bo sábado, olhei o masculino e imaginei que estaria vazio, não vi movimento e provavelmente os meninos estariam rodando pelo galpão, entrei e fui me tranquei num dos boxes, estava quasenum silêncio total mas pude ouvir uma respiração forte e um barulho molhado quase imperceptível, quando saí do box percebi mais a frente o box ocupado, fingi sair e voltei na ponta dos pés, pude ouvir aquele barulho molhado e um sussurro...

- isso dona Andrea, senta no meu pau, vai!

Era o Davi, estava tocando uma, fiquei espantada por ouvir meu nome, uma indignação me veio a cabeça, o fedelho tava se masturbando na empresa, mas ao mesmo tempo senti minha buceta piscar, toda mulher gosta de se sentir homenageada, ainda mais por uma garoto novinho, uma porção de coisa me passou pela cabeça, mas me recompus e voltei ao trabalho, terminei o trabalho naquela manhã e fui pra casa, ao sair o Davi ainda deu outra olhada pra minha bunda, não sei se inconscientemente eu tinha levantado um pouco minha saia executiva, me senti bem em ser desejada pelo guri punheteiro.
Em casa, naquela noite, dei de quatro pro meu marido, pedi pra ele comer meu cuzinho e gozei horrores imaginando o Davi batendo uma olhando minha raba, fiz questão de relaxar bem o cuzinho pra receber a jega grossa do meu marido, queria extender aquela sensação e quando aperto o cu meu marido geralmente gozava rápido, mesmo assim não teve jeito, em poucos minutos ele gozou, eu tinha gozado duas vezes mais minha boceta ainda tava pegando fogo, fui pro banheiro tomar um banho e bati uma siririca gostosa enfiando um consolo no meu cuzinho.
Após aquele sábado, passei a provocar mais, passei a usar uma saia mais apertada e ligeiramente mais curta, valorizando minhas coxas e ressaltando o volume da minha bunda, notava os olhares dos caras, mas meu alvo era provocar o Davi. Sempre que podia, dava uma volta pelo CD, sempre tentando passar perto do Davi, mas senti que só isso não bastaria, queria que ele me abordasse mas não seria trivial dado o contexto, comecei a inventar motivos pra chamar os Aprendizes na minha sala, às vezes juntos, às vezes um por vez, mas sempre gastava um tempo maior com o Davi, cheguei ao ponto de retirar o forro da saia de trabalho pra exibir a marca da minúscula calcinha, e o retorno veio, estava com ele na sala uma manhã, falávamos sobre a rotina, ele fitava minhas pernas pela mesa de vidro sem prestar muita atenção no que eu falava...

- Davi, pára de olhar minhas pernas e presta atenção no que tô te falando!? Falei com um sorrisinho cínico, ele ficou sem graça e tentou desconversar...

- desculpa dona Andrea!
- tudo bem vc é novo, mas olha pra cá, depois vc pode voltar a manicar quem vc quiser!
- desculpa, pode continuar!

Não sei se ele ficou mais a vontade ou só disfarçou melhor, mas ele parecia a vontade comigo, algumas vezes eu evantava e pegava alguma coisa na estante só pra me exibir, notava ele me seguir com o olhar, após alguns minutos mais uma distração...

- menino, vc não tem namorada não? Ele me olhou espantado...
- não senhora!
- vc tem que descarregar esse stress, menino! Ele me olhou preocupado e resolvi agir...
- olha, vamos tentar resolver isso! falei enquanto levantava e andava na direção dele, ele quase ficou transpatente quando soltei o cabelo e coloquei o pé na cadeira entre as pernas dele...
- vc quer que eu te ajude com isso? Ele acenou que sim com a cabeça, levantei minha saia mostrando minhas coxas, ele olhava fixamente minhas pernas...
- me diz uma coisa, vc é virgem? fala a verdade!
- sou sim, dona Andrea!
- sei que vc fica batendo punheta no banheiro do trabalho, se as outras funcionárias souberem disso vc vai ser mandado embora, então vamos parar com isso tá?
- sim senhora!
Me virei e levantei a saia mostrando minha raba com um fio dental...

- vem, me abraça!

Ele me abraçou por trás, senti o pau duro dentro da calça, levei as mãos abrindo o jeans e senti a rola dura dele...

- vc sabe o que fazer se eu abaixar minha calcinha?
- sei sim, dona Andrea!
- fala pra mim, fala pra mim o que vc vai fazer!

Ele nervoso e tímido balbuceava e gaguejava...

- vc vai me comer?
- vou, dona Andrea!
- vai meter o pau em mim?
- vou, dona Andrea!
- onde vc quer meter, fala pra mim?!
- na sua bunda! disse ele já se soltando...
- quer meter na minha bunda?
- sim, dona Andrea!

Abaixei minha calcinha e me reclinei na mesa, minha bunda arrebitou mais ainda por conta do salto alto, olhei pra trás enquanto ele se livrava da calça, a rola saltou dura, e que rola o garoto tinha, branca, lisinha, a pélvis bem depilada, a cabeça rosa daquela jeba brilhava, senti um tesão enorme quando ele encostou a piroca no meu rego, senti a baba melar minha bunda, ele agarrou minha bunda e se esfregava, eu rebolava devagar sentido ele se deliciar, a pica quentinha se alojou no meu rego, cutucando a portinha, eu ja tinha levado rolas maiores e mais grossas, mas o bom de um pau menor é poder apertar bem gostoso meu cu com o pau dentro, minha buceta estava babando de tesão, mas eu queria que ele comesse meu cu, passei os dedos na boceta melada e besuntei meu cu com meu próprio mel...

- come meu cu, come, enfia a pica em mim, sei que vc quer!

A cabeça encostou no meu ânus e foi entrando, quando senti passar a cabeça comecei a contrair e relaxar, mordiscando com meu cu o pau do garoto, ele enfiou tudo e me agarrou soltando um gemido, senti a pica dentro de mim e continuei apertando...

- nossa, dona Andrea, a sra é muito gostosa!
- gostou de meter no meu cu, safadinho?
- é gostoso demais!
- Aproveita, safadinho, come o cuzinho pra vc parar de bater punheta por aí!
Ele começou a bombar devagar...
- ái, isso, come meu cu, safadinho, mete na sua chefe!

Eu não podia gritar nem gemer alto, estava com muito tesão dando meu cu pra um virgem, queria que ele me pegasse forte mas só o tesão da situação tava me deixando maluca, quando ele se soltou e acelerou, apertei o cu e comecei a esfregar minha boceta, tava super melada, meus dedos deslisavam fácil, eu metia dois dedos e às vezes deslisava até sentir o pau dele entrando no mei cu, as estocadas aumentaram e eu sabia que ele não aguentaria muito tempo, no alvoroço das metidas aceleradas o pau escapou do meu cu e entrou fundo na minha boceta, dei um gemido mais alto e tapei a boca com a mão...

- coloca no meu cu, safadinho, outro dia deixo vc comer minha buceta!

Ele tornou a me penetrar no cu e voltou a meter forte, eu esfregava minha boceta com vontade mas antes que meu orgasmo viesse ele gozou, meteu forte e ficou grudado dentro de mim, não vou mentir, eu queria gozar, mas tava satisfeita de ter tirado aquele cabaço com meu cu, ele sentou na cadeira e me abaixei pra chupar aquela rola melada, chupei até deixar limpinho, Davi tem uma rola realmente linda, parece um pau de borracha, chupei a cabeça que estava bem vermelha e sensível vendo ele se contorcer, levantei e falei pra voltarmos ao trabalho...

- bom, Davi, vamos ver se agora vc se concentra!

Ele levantou ainda atordoado, parecia que não gozava há dias, continuamos a orientação e depois ele voltou ao trabalho.
A partir daquele dia começamos a nossa jornada de transas terapêuticas, rsrsrs, eu dava uma canceira nele, ficava uns dias sem chamar ele na minha sala só pra atiçar o tesão dele, não demorou e já na segunda semana tivemos nossa segunda transa, mas isso vai ficar pro próximo conto.

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