#Incesto #Teen

Minha primeira vez com minha filha no celular

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Paivertido

A Clarinha me olhou por um instante, voltando-se pro meu pau. Até que aconteceu... ela tomou coragem e começou a me chupar

Às vezes, fazer a coisa certa é apenas o que esperam de você... e quando faz a coisa errada, num mero acidente de percurso, isso pode mudar para sempre a sua vida.

Eu estava na minha cama, com minha filha de 14 anos em seu baby doll ao meu lado. Querer dormir comigo era uma coisa que ela já tinha deixado de lado há muito tempo, desde que começou a ficar mocinha. Mas confesso que agora, relembrando tudo o que aconteceu, ultimamente ela andava meio diferente, mais atirada, mais exibida. Ficava me olhando, e quando eu percebia, ela simplesmente me sorria, daquele seu jeito meigo, e dizia que me amava.

Então, quando eu a flagrei se masturbando aquele dia, foi como se de repente ela tivesse se transformado. Não mais a minha menininha, doce e inocente, mas uma garota safada que sabia muito bem se dar prazer com uma escova de cabelos. E pelo jeito como chupava o cabo, provando do seu próprio gozo, parecia ter muita vontade de chupar um pau de verdade.

Sem querer ela mencionou o pai da sua amiga, e acabou entregando um pequeno segredinho que escondia de mim. Não sei o que faziam as duas, além de se masturbar no celular uma pra outra. Mas estava claro que minha filha não era mais apenas a minha menininha. Só não sabia de quem mais ela era.

"Vai, liga pra sua amiga", eu ainda esperava.

Queria ver por mim mesmo o que as duas faziam pelo celular enquanto eu estava dormindo. E, especialmente, queria saber o que o pai da sua amiga fazia.

E ainda meio insegura, ela foi pegar o aparelho e ligou pra Bia, que não demorou muito e atendeu, pedindo em seguida uma vídeo chamada. E qual foi a minha surpresa quando surgiu na tela do celular uma linda loirinha de peitinhos de fora.

"E então, amiga, já conseguiu seduzir o seu pai?", ela disse alegremente.

"Oi, Bia. As coisas por aqui tão meio confusas no momento..."

E antes que as duas pudessem continuar aquela conversa de filhinhas pervertidas, atrás da menina surgiram duas mãos que envolveram os seus peitinhos, acariciando e deixando os mamilos ligeiramente eriçados. Era o pai dela, que por trás da filha beijava e chupava o seu pescoço.

"Tem que tomar coragem de uma vez, Clarinha, e dar uma bela mamada no pau dele... do jeito que a Bia te mostrou como fazer!"

A Clarinha de repente emudeceu, sem saber o que dizer. Parecia claro que as duas andavam tramando alguma coisa, e que isso de alguma forma me envolvia. Só não sabia que minha filha estava tentando me seduzir.

"Mas vamos deixar o seu pai de lado e esquentar um pouco as coisas!", e o sujeito puxou o rosto da loirinha e os dois começaram a se beijar, não como pai e filha, mas como dois amantes. "Vai, Clarinha, mostra esses peitinhos que eu tanto adoro!", ele se virou pra tela por um instante.

"Olha que assim eu também vô querer tirar uma casquinha do pai da Clara!", a amiga protestou, agarrando o pai.

Minha filha se virou pra mim, sem ter coragem, ou como se esperasse que e eu lhe autorizasse a mostrar os peitinhos. E eu acenei com a cabeça, dando toda a liberdade pra que ela fizesse como sempre.

Ela então tira devagar o baby doll, revelando dois lindos peitinhos de menina que mal tinham começado a desabrochar.

"Assim, meu bem! Agora, por que não fica mais à vontade e as duas não começam a brincar?", ele deu espaço pra filha de novo.

E mais uma vez a Clarinha me olha sem saber o que fazer. Claro que eu mal conseguia tirar os olhos daqueles dois lindos peitinhos rosados, e já sem esconder a excitação, acenei com a cabeça que ela podia ir em frente.

Minha filha então se ajeitou e, puxando o shortinho do seu baby doll, me deixou mais uma vez sem reação, diante da sua bucetinha lisinha. O formato de uma delicada orquídea se abrindo parecia lhe dar um aspecto de mulher, ainda que num corpo de menina, que mal entrara na puberdade.

O grelinho, meio saltado pra fora, era de um rosado delicado, quase como de um bebê. Mas assim que ela o envolveu em seus dedos, eu soube que era o sexo de uma mulher... e ela sabia muito bem o que fazer com ele, feito um violino pra se tocar uma linda melodia.

A princípio meio tímida, minha filha logo foi se soltando, entregue a um tesão que eu não imaginava jamais ver em seu rostinho angelical. Ela começou a dedilhar a bucetinha, e do outro lado da tela sua amiga fazia o mesmo.

Não demorou e as duas começaram a suspirar ofegantes e a gemer, numa sintonia entre as duas que me dizia que já tinham feito aquilo juntas. Àquela altura, eu mal conseguia disfarçar minha ereção, que se pronunciava sob o tecido da samba-canção, deixando meu pau duro a centímetros do rosto da Clarinha.

E não deu pra evitar. Na hora, diante da nudez de curvas salientes da minha filha, e ouvindo os seus gemidos de prazer, eu deslizei a mão pelo relevo do meu pau e comecei a acariciá-lo. Até que não aguentei mais e o tirei pra fora, precisando desesperadamente me aliviar e bater umazinha.

Era uma cena que eu jamais poderia imaginar, estar ali no meio da noite com a minha filha. Enquanto ela e sua amiga se tocavam, instigadas uma pela outra, eu me masturbava ao lado. Nem sei se ela tinha percebido, mas eu não podia ficar ali apenas assistindo. Até que meu tesão acabou me entregando.

"É quem eu tô pensando que tá aí com você? Não acredito, sua putinha. Finalmente conseguiu dobrar o seu pai!", a menina mal se continha. "Oi, papai! Deixa eu ver o seu rosto, a Clara diz que você é um gato!"

E eu não tive outra opção a não ser me revelar, deixando de ser o pai careta, como minha filha disse, e assumindo meu lado mais pervertido. Diante da loirinha eu disse qualquer coisa idiota, como um "oi" meio sem jeito.

De todas as coisas, de todas as reações, eu tive a mais impensável. Podia ter assumido que minha filha estava sendo vítima de abuso ou exploração sexual pelo pai da sua amiga, como qualquer um diria. Mas acho que vítima não era exatamente a palavra ali. Minha filha podia ser ainda uma menina, mas ninguém a tinha obrigado a nada. E eram genuínos os seus gemidos de prazer, isso eu pude constatar.

Agora, devidamente apresentados, parecíamos os quatro como cúmplices de um crime, um crime prestes a ser cometido.

"Agora deixa eu ver o seu pauzão, vai! A Clara morre de vontade... e eu também!"

Acho que foi o que me entregou, a cabeça do meu pau que deve ter aparecido na câmera do celular. E agora uma menina loirinha insistia para vê-lo. Eu não tinha mesmo outra opção, agora que as coisas pareciam ter se esclarecido. Éramos dois pais no meio da noite com suas filhas, fazendo algo que nenhum pai deveria estar fazendo a uma hora daquelas, ou em hora nenhuma.

Mas assim que segurei meu pau e o deixei bem visível diante do celular da minha filha, a poucos centímetros do seu rostinho, fui tomado por uma luxúria que nunca senti na vida. Eu estava adorando o fato de ser o objeto do desejo de uma menina que bem poderia ser minha filha. E por falar nela, a Clarinha não tirava os olhos da cabeça brilhante do meu pau, que eu fazia surgir por entre os dedos.

"Nossa, que sorte a sua, amiga! Deu até água na boca...", a amiga da minha filha se insinuava. "Vai, faz! Eu sei que tá morrendo de vontade..."

"Vai, Clarinha! Era o que você tanto queria!", o pai dela se juntava aos incentivos.

Até então acho que não tinha entendido do que falavam. Pelo menos até minha filha se virar pra mim, com seus enormes olhos azuis vidrados na minha ereção diante dela. E com a curiosidade e a impulsividade de uma menina, ela tão-somente estendeu a mão e segurou o meu pau, me masturbando um pouco.

"Assim, Clara!", do outro lado da tela, a amiga mostrava como fazer.

E na hora eu perdi o fôlego, ao ver a loirinha segurar o pau do sujeito ao seu lado e começar a chupá-lo, como uma perfeita putinha. De pé ao seu lado, o pai não fazia por menos, metendo na boquinha dela e fazendo a menina quase engasgar.

Enquanto isso, a Clarinha prestava atenção, mas não largava do meu pau, fazendo movimentos mais lentos na sua delicada punhetinha. Então, com aquele brilho de muleca nos olhos, ela me olhou por um instante, voltando-se pro meu pau. Até que aconteceu, e na hora o tempo mais parecia ter parado, enquanto minha filha estendia a linguinha pra fora e provava pela primeira vez o gosto do sexo de um homem... e exatamente o do seu pai.

Então, tomando coragem suficiente, ela abriu bem a boca e engoliu o meu pau, até onde conseguia.

Em doces movimentos de sucção, eu sentia a sua boquinha envolver toda a extensão do meu pau, querendo chupar tão-somente pra saber que gosto tinha. Depois de algumas tentativas, engasgando e tentando de novo, ela parece ter encontrado o jeito certo de fazer, e deslizava a linguinha por baixo e lambendo toda em volta cabeça, que quase preenchia toda a sua boquinha. Mas ela não desistia e voltava a engolir, fazendo como a amiga ensinava do outro lado.

A princípio meio sem reação, eu apenas deixava que ela se divertisse à vontade com meu pau, brincando com minhas bolas e lambendo até a base. Mas era uma loucura ser chupado pela minha filha, e por um instante eu me esqueci disso, de que ela não passava de uma menina, e comecei a foder a sua boquinha, não muito diferente do que fazia do outro lado o pai da Bia.

Não sei como era a relação dos dois, mas a amiga da minha filha e seu pai eram como um espelho do que eu de repente queria ter com a minha filha. Não apenas deixar que ela me chupasse, mas fazer tudo com ela. Tudo o que a imaginação dissesse, tudo o que nem poderia me permitir sonhar, mas que de repente parecia muito tentador... e muito possível.
"Goza na boquinha dela!", o meu novo amigo dizia do outro lado. "Elas adoram provar o gostinho de porra pela primeira vez. Aposto que sua filha morre de curiosidade."

Eu ouvia as suas palavras e não conseguia pensar em outra coisa, apenas foder a boquinha da minha filha. Segurando a sua cabeça, eu fazia o meu pau chegar bem fundo na sua garganta, deixando a menina sem fôlego por vezes. Mas ela não cansava de me chupar, me segurando pela cintura e se deixando foder. Por um instante cheguei a pensar que ela já tinha feito aquilo antes, mas ela depois me confessou que eu fui o seu primeiro.

E não só o primeiro pau que ela provou, mas também o primeiro a matar a sua curiosidade de menina. Acho que além de querer ver o pau de um adulto, o que enche as suas cabecinhas de curiosidade é provar o gozo de um homem. E isso eu dei à minha filha aquela noite.

Depois de alguns minutos metendo em dó na sua boquinha, eu senti aquele arrepio me subir pela espinha, meio que perdendo as forças. Então, no instante seguinte, com aquele gemido incontido, eu soltei uma bela gozada de esperma na boca da Clarinha, que lhe desceu direto pela garganta. O segundo jato ainda encheu a sua boquinha, e ela foi engolindo devagar. Mas eu ainda tinha mais, e um terceiro jato acertou em cheio o seu rostinho corado.

Com uma risadinha descontraída, enquanto limpava o rosto, ela estendia a linguinha pra lamber em volta da boca, me deixando ainda mais com tesão, só de ver aquilo. Era lindo ver a minha filha passar dedo na minha porra pelo seu rosto e levar à boquinha, chupando alegremente.

Ao final, meio sem fôlego, eu a peguei nos braços e não consegui pensar em mais nada, apenas beijar a sua boquinha toda melada de gozo, experimentando pela primeira vez do meu próprio esperma.

Eu nem tinha percebido, mas naquele momento já não éramos mais apenas pai e filha; éramos como duas crianças descobrindo um mundo novo. E eu queria explorar todo ele, todas as possibilidades.

Eu beijava a Clarinha e me surpreendia com a sua linguinha na minha boca. Caramba, minha filhinha já sabia beijar de língua. E eu fazia o mesmo, invadindo a sua boquinha com a minha língua e lhe oferecendo pra ela chupar.

E, sem me conter, eu começava a lamber todo o seu rostinho, descendo pelo seu pescoço e deixando no caminhão o vermelho de marcas de chupão. Até que me vi diante dos seus lindos peitinhos rosados, que eu não perdi tempo e comecei a mamar, louco de tesão com os biquinhos durinhos de excitação.

A essa altura, já tinha encontrado a sua bucetinha molhada, que eu fodia com o dedo, fazendo minha filha se contorcer toda de prazer. Estava mais do que óbvio no que aquilo ia dar.

"Uau! Isso foi lindo!", o pai da Bia não se continha diante do que via. "Mas que tal retribuir um pouco às meninas?"

E como se já soubesse do que o pai falava, a Bia se ajeitou na cama, abrindo bem as pernas, enquanto o sujeito metia a cara na sua bucetinha e começava a chupar loucamente.

Olhando aquilo, a Clarinha fez o mesmo, esperando a sua vez de ser chupada. E eu nem acreditava que minha filha esperava isso de mim, mas simplesmente não podia decepcioná-la.

Eu me ajoelhei ao lado da cama, abrindo bem as pernas dela e tendo diante de mim a coisa mais linda que eu já vi. Claro que já fazia muitos anos que não via assim tão de perto a sua bucetinha, desde que tomávamos banho juntos, quando ela era pequena. E agora, com aquela linda flor se abrindo só pra mim, eu começava a salivar, em antecipação ao deleite de provar o sexo dos anjos.

Ao estender a língua e tocar o grelinho da minha filha, ela se contorceu toda, mas foi se deixando acariciar pelo meu ferrão, que deslizava pela sua carne macia e enchia o meu paladar com o frescor do seu gozo. Meu Deus, e como ela estava molhadinha! Eu lambia a sua bucetinha e tentava penetrá-la, tirando da menina um gemido fininho de puro deleite.

Não sei se era a primeira vez que a Clarinha experimentava sexo oral; talvez com sua amiga. Mas nada como a língua afiada de um homem para penetrar e sorver o gozo de uma menina.

Ela se contorcia e eu sentia os seus dedos pelo meu cabelo, mantendo a minha cabeça contra a sua virilha, e a minha língua lhe enchendo de prazer. Suas pernas se cruzavam à minha volta, me prendendo no seu laço de um gozo que ela nunca experimentou.

Ao mesmo tempo em que chupava e lambia o seu sexo de menina, com uma das mãos eu atiçava o seu mamilo, deixando bem eriçado, e com a outra eu abria o seu cuzinho, me alternando entre o seu anelzinho rosado e a sua rachinha. E então comecei a chupar intensamente o seu grelo, ao mesmo tempo em que fodia o seu cuzinho com o dedo, deixando ela maluquinha, e me apertando ainda mais com suas pernas, enquanto gemia sem parar.

"Ai, pai! Não tô aguentando mais!", ela soltou finalmente.

Não sabia o que ela queria dizer, mas acho que estava lhe dando algo que talvez ela ainda não tivesse como controlar, como um poderoso orgasmo que subitamente fez eriçar toda a pele, num tremor que tomou o seu corpo e a fez gozar como nunca gozou com sua pobre escova de cabelo.

No instante seguinte, eu senti o jato quentinho do líquido amarelinho que me acertou em cheio o rosto. Mas, depois da surpresa, eu não me fiz de rogado e voltei a colar a boca na sua bucetinha, bebendo o quanto podia do seu xixi de puro prazer.

Àquela altura, meu pau já estava de novo duro feito pedra, não só de lhe proporcionar prazer, mas de também fazer parte dele. E não havia mais nada que eu pudesse fazer, além de dar um outro tipo de prazer que selaria para sempre a nossa relação.

Eu me levantei e tirei a camisa, ficando completamente nu, como ela. Então, me ajeitando entre as suas pernas, fui guiando meu pau até a sua entradinha molhadinha. Podia sentir seu grelinho latejante pulsar, enquanto ia metendo devagar. Eu penetrava a minha filha, e de repente me esqueci do celular filmando tudo, registrando a nossa primeira vez.

Nem acreditava que estava comendo a minha filha, mas comecei a meter nela e não conseguia mais parar. Meio debruçado sobre o seu corpo frágil, apoiado nos braços em volta dela, eu fodia a sua bucetinha sem dó, surpreso de como meu pau deslizava fácil pelo seu canal apertadinho.

O quarto voltou a se encher do som de gemidos fininhos de menina. E a essa altura o mesmo som também vinha do celular, que agora mostrava o pai da Bia fodendo a filhinha do mesmo jeito.

Eu olhava como ele metia na loirinha de quatro na cama e me inspirava a fazer o mesmo, virando a Clarinha e também colocando ela de quatro. Agora, além dos seus gemidos, eu tirava dela o som de carne contra carne, a cada estocada que dava atrás dela, metendo na sua bundinha.

Pelo que eu vi naquele dia, ela também gostava de levar no cuzinho, e eu não resisti a provar o quão apertadinho era o seu anelzinho. Já estava prestes a gozar, e num ímpeto de meter ainda mais fundo, eu a puxei pra mim, colando meu corpo ao seu enquanto metia nela por trás.

Até que não aguentei mais e comecei a encher o seu cuzinho de porra. Ela se virou pra me beijar, enquanto eu gozava e apertava os seus peitinhos, com meu pau todo cravado dentro dela. E ao final ela se virou e não saiu mais dos meus braços.

No celular, o pai da Bia também gozava na filhinha, fazendo agora a loirinha mamar o seu pau todo melado de porra. E ele então se virou pra tela, ainda recobrando o fôlego, e era no seu rosto a mesma expressão que eu tinha no meu.

"Nossa, cara, isso foi demais! Temos que repetir a dose! Quem sabe os quatro juntos..."

E aquelas suas palavras de repente me deixaram apavorado com a ideia... mas aquilo me enchia de um enorme tesão, só de imaginar a possibilidade.

Continua...

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Comentários (1)

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- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos
  • Alex18: Transar com a minha filha foi algo fora da realidade, me sentia culpado, mais ouvir ela dizer que era oque ela queria e confortante e excitante demais

    Responder↴ • uid:3vi2r4j76i9