#Gay #Teen

O pós-treino

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Winterboy

Oioi, meus putos. Continuando a história “A sessão de estudos”

No dia seguinte, não deu outra.

Quando cheguei na escola, Nathan já tinha contado tudo pro Fabinho. Quando caminhava pelo corredor até a fala, vi os dois conversando e rindo em um dos bancos mais afastados.

Assim que me viu, Nathan fez sinal para que eu fosse até eles e sentar no espaço vazio entre os dois que haviam acabado de criar.

— Então quer dizer que você foi fazer trabalho sem mim? — falou Fabinho, com um sorriso travesso.

Eu olhei surpreso para ele e depois para Nathan, que me olhava com um sorriso safado.

— Merda! — disse, exasperado — Por favor, não contem pra ninguém!

Minha voz era de puro desespero. Meu maior medo era que a escola toda descobrisse e eu virasse motivo de chacota.

— Calma, Benjizinho… A gente não vai contar nada pra ninguém — disse Nathan, para o meu mais completo alívio.

— Então… O que vocês querem? — perguntei, receoso.

Eles trocaram um olhar rápido e se voltaram para mim.

— Queremos que você venha assistir ao treino de futebol hoje a tarde. — disse Fabinho.

— Ué, pra quê? — perguntei confuso.

— Você vai descobrir. — disse Nathan, que, dessa vez, tinha a expressão travessa.

Assim, logo o sino tocou e as aulas começaram. Em vários momentos, me perguntava o que os dois queriam comigo no treino de futebol, e, assim que olhava para eles lá estavam, me olhando e trocando olhares de cumplicidade.

No fim da aula, quando já estava saindo, Fabinho chegou por trás de mim, colocando um braço sobre meus ombros. Ele me olhava com aquele sorriso malandro aparecendo no rosto moreno.

Ele é mais baixo que eu, mas tinha um corpo atlético, cheio de músculos de tanto chutar bola, bem diferente do meu corpo alto e magricela.

— E aí? Não esquece que vir ao treino assistir a gente, beleza? — falou ele e eu assenti. Nathan vinha logo atrás de mãos dadas com uma menina do nosso ano, mas de outra turma, chamada Vitória.

Ele passou por nós e deu um leve sinal de cabeça.

Fabinho, logo em seguida, disse que tinha que ir em algum lugar que não entendi exatamente, e saiu correndo pro lado oposto. Assim, fui para casa pensando em como seria a tarde.

Logo lá estava eu: sentado na arquibancada da quadra, observando os jogadores se organizando e iniciando o treino. Não demorou e notei Fabinho e Nathan, correndo atrás da bola.

Eles usavam o uniforme clássico de futebol: short leve, uma camisa de time e chuteiras com meião.

Assim que Fabinho me notou, ele criou um passe com a bola que o fez chegar mais perto de onde eu estava.

— Aproveita a vista — disse quando passou por mim.

Ele estava certo, era uma vista e tanto. Não apenas sobre ele e Nathan, mas vários outros rapazes de idades que variavam de 14 a 17 anos, todos com o mesmo uniforme de futebol.

Os mais novos tinham corpos mais comuns ou magros como Nathan, outros mais velhos eram mais como Fabinho: pernas grossas, ombros largos e mãos fortes. Seus corpos marcavam claramente no short.

Mas, dentre todos, havia dois destaques: Cauã (17y), um dos mais altos do time, pele escura, cabelos pretos cacheados, uma barba rente mas visível, ombros fortes e braços musculosos, seu peitoral marcava na camisa, bunda bem marcada no short e um volume aparente, mesmo de longe; e Vinícius (16y), branco, loiro, carinha de playboy, olhos azuis, o corpo tinha músculos bem marcados e menos proeminentes, mas as coxas eram grossas.

Era visível que Cauã e Fabinho tinham uma certa rivalidade dentro do campo, sempre acabavam se enfrentando em disputa de bola, apesar da diferença de tamanho, mas eram grandes amigos, sempre foram.

Assisti ao treino hipnotizado, mas não era o jogo que eu me interessava, mas cada macho me encantava por uma razão diferente, mas facilmente me derramaria para todos eles.

Passei tanto tempo distraído olhando cada um deles que mal reparei quando o treino acabou.

Na saída da quadra, Fabinho e Nathan vinham conversando. Eles haviam tirado a camisa e vinham com elas penduradas no ombro.

Era incrível como eles eram gostosos. Fabinho, apesar de baixinho, tinha o corpo imponente, peito cheio. Não tinha tanquinho aparente, mas não mostrava nenhum sinal de gordura. Tinha pelos pretos na base da barriga que desciam em direção no púbis. O short estava um pouco mais abaixo da linha normal da cintura, mostrando claramente a linha em “V” que seu corpo fazia. As coxas grossas proeminentes e então notei o volume de onde seu pau repousava, inclinado para a direita.

Já Nathan era oposto. Alto, magro. Tinha algumas marcas da costela ao lado do peito e na base do esterno havia uma depressão formando quase como se fosse um buraco e me chamou atenção algo que nunca havia notado antes: ele tinha uma pinta no formato de meio coração na base esquerda da barriga. Ele não tinha pelos (acho que depilava). Também tinha coxas grossas, o que acabou se tornando minha maior atração por eles.

Eles vieram até mim e disseram para esperar enquanto eles iam no vestiário e logo voltariam e assim foi.

Quando voltaram, Fabinho falou:

— Vamos?

Caminhamos em direção da saída e Nathan perguntou:

— Então, gostou do treino?

— Ah, não entendo muito, mas pareceu bom. — respondi meio sem jeito.

— Ah para, putinha — disse Fabinho — Vc sabe que não estamos falando disso…

Eles tinham aquele mesmo sorriso travesso, então entendi exatamente porque eles tinham me chamado pra ver o treino.

— Vocês contaram pra alguém? — perguntei, receoso.

— Não, claro que não — disse Nathan — Só queríamos dar um agrado pra nossa putinha. Achamos que vc ia gostar de ver uns machos gostosos no treino.

— Ah entendi — falei depois de uma breve hesitação. Achei o comentário estranho, mas disse por fim — Eu gostei.

— Rá, sabia! — disse Fabinho, me dando um leve empurrão, me fazendo esbarrar em Nathan, que ria.

Então o caminho até o apartamento de Nathan foi direto e silencioso. Eu seguia entre os dois, levemente nervoso pelo que viria a seguir.

Assim que chegamos, entramos no apartamento e Nathan trancou a porta. Andou até o outro lado da sala e se escorou na parede, olhando pra mim. E quando Nathan parou ao meu lado, o clima mudou. O ar-condicionado estava ligado, mas o calor que subia da pele dele era muito mais forte.

— Tira a roupa — falou Nathan perto do meu ouvido. — Agora!

Hesitei, mas obedeci. Senti meu rosto corar, mas minhas mãos dele foram pro botão da calça jeans. Fabinho, de braços cruzados, observava tudo com aquele olhar predatório.

— Tá com vergonha, viadinho? — Fabinho provocou, a voz rouca. — Desce essa calça depressa.

Quando fiquei só de cueca, Nathan me empurrou contra o sofá, me deixando de bruços, se ajoelhou atrás de mim e puxou a cueca para baixo, expondo minha bundinha branca e o cuzinho rosado e lisinho.

Sem aviso, ele enterrou a cara ali. Chupou, lambeu, forçou até a língua entrar. Senti aquela língua quente e molhada me invadindo, deixando um rastro úmido que, ao entrar em contato com o ar frio, desencadeava um arrepio por todo meu corpo. Com o rosto contra o tecido do sofá, gemi, arqueando as costas, as mãos abrindo mais minhas bandas para dar passagem ao Nathan.

— Olha só... — Fabinho se aproximou, tirando o pau pra fora do short de treino. Ele já estava duro, o pau grosso e escuro pulsando na mão dele. — Ele tá gostando, Nathan. Tá lambendo o cuzinho dele feito uma vadia.

Nathan levantou a cabeça. Os lábios vermelhos e as bochechas lambuzadas de saliva.

— Vem cá. Vamos foder essa putinha. — disse ele.

Ele levantou e tirou toda a roupa, seu pau duro batendo na barriga lisa. O Fabinho já estava pelado, o corpo moreno e musculoso torrando de tesão.

Então, Nathan pegou um pouco de lubrificante que estava na mesa e passou no próprio pau e depois jogou um pouco no meu cuzinho, dando uma leve massageada na entradinha.

Fabinho sentou na frente do sofá, abrindo as pernas e puxando minha cabeça até o pau dele.

— Chupa, vadia! — Fabinho ordenou.

Enquanto eu engolia a cabeça rosinha da rola grossa do Fabinho, Nathan entrou por trás. Meu cuzinho estava apertado, mas cedeu.

Nathan não poupou tempo e meteu tudo de uma vez, me fazendo engasgar com o pau do Fabinho e grunhir numa mistura de gemido e dor.

Ele então começou a foder forte, sem dó. Suas mãos seguravam minha cintura fina, o quadril batendo na minha bunda branca fazendo um som melado que ecoava na sala, enquanto eu fazia o máximo para engolir todos os 17cm do pau de Fabinho.

O cheiro que Fabinho exalava me deixava inebriado. Uma mistura de sabonete e macho. Os pelos inundaram minhas narinas.

— Toma essa rola, Ben — ele grunhiu, suando. — É isso que você queria, né? Ser a putinha de dois machos?

Fabinho segurava minha cabeça, forçando o ritmo do boquete.

— Engole tudo, porra — Fabinho reclamou, fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás. — Esse cuzinho deve estar apertado demais, hein Nathan?

— Apertado e quente, cara — ele respondeu, aumentando a velocidade. — Ele nasceu pra isso.

Eles me viraram de lado. Fabinho se posicionou atrás de mim, levantou uma das pernas e meteu no meu cuzinho, enquanto Nathan tomava a vez na minha boca, primeiro passando a cabeça melada de lubrificante e pré-gozo nos meus lábios e depois metendo até eu engasgar.

— Vai gozar, Fabinho? Enche esse cuzinho — Nathan provocou.

O Fabinho estocava com mais ferocidade até que finalmente gemeu alto, o corpo todo tensionando, senti ele despejando todo seu leite de macho dentro do meu cuzinho. Uma sensação quente subiu pela minha espinha enquanto os jatos de porra era depositados no meu rabinho.

Vendo aquela cena, Nathan se encheu de tesão e começou a meter na minha boca, não se importando se eu estava engasgando na rola, mas sentia que ele queria depositar o leite também.

Assim que Fabinho tirou a pica, Nathan não perdeu tempo e meteu de novo, fazendo meu corpo todo tremer de tesão.

— Caralho Nathan, vai bater meu leite, safado? —disse Fabinho, impressionado.

Nathan nem ligou, apenas começou a meter com força, aproveitando o cuzinho escorregadio e quente, cheio da porra do Fabinho.

Ele me fodia com vontade até que, senti seu corpo tremer e uma nova onda de calor se espalhar pelo meu corpo enquanto Nathan também depositava seu leite no meu rabo em jatos quentes e rápidos.

Os três ofegantes ficaram largados no sofá um tempo. Com toda aquela adrenalina, acabei notando que gozei sem nem me tocar, sujando todo o tecido do sofá.

— Porra, que delícia ein — falou Fabinho depois de um tempo.

— Nem me fala. — Nathan respondeu, com a cabeça apoiada no encosto do sofá e com os olhos fechados.

— Quando eu como as minas — Fabinho continuou — Elas fazem o maior fuzuê por eu querer meter sem capa e gozar dentro. — disse e deu tapa na minha bunda — Mas nossa putinha nem liga pra isso, né, vadia?

Eu apenas dei um sorriso de canto de boca e concordei com a cabeça. Estava adorando ser a putinha daqueles machos.

Depois de um tempo, tomei um banho ali mesmo e fui pra casa feliz porque tinha a oportunidade de ouro de satisfazer dois machos gostosos sempre que eles precisassem.

E eles precisavam com frequência.
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Bora bater papo de putaria. Telegram: @BenjiParma

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