Gosto quente e surpresas
Após o almoço, botei uma roupa e resolvi dar uma volta naquela Sábado. Subi a rua e apertei a campainha dando um tempo do outro lado da rua. Vi a janela abrir e um sinal para entrar. Olhei e abri o portão entrando rapidinho. A porta da cozinha foi aberta e dona Izilda deu um beijo, perguntando:
- Tudo bem?
- Tudo.
- Ele tá lá no quarto.
Fui ao quarto e cumprimentei o Genival, meu macho. Mandou entrar e tranquei a porta ao seu pedido. Negro, baixo e magro, 41, ficou em pé e ajoelhei para pagar um boquete! Engoli sua rola inteira rapidamente! Ganhei um carinho na cabeça e ele forçou! Tomei garganta profunda, bati na perna dele, soltou e tomei fôlego!
- Ah! Delícia!
Repeti e minha boca saiu babando! Seu pau estava no ponto.
- Fica de quatro na cama.
Tirei a roupa e posicionei. Balancei a bunda. Genival subiu nela e apoiou as mãos nas minhas costas. Meu cu branco piscou e numa mirada, penetrou! Hum!
- Ai! Vai com...ai, ai caralho!
Passei a levar bombada! Fechei os olhos, abri a boca gemendo quase alto. Seus dedos pararam na minha boca para chupar! Novinho, eu ganhava experiência!
- Hum, ai, ai, nossa, ai, ai!
Tarado, ele adora foder meu cuzinho novo! Esta era a terceira vez que pegava nesta posição. Dói, fica tenso sendo excitante ao meu rabo!
- Fica quietinho. Da outra vez você não reclamou tanto.
As bombadas causavam uma tensão maluca. Eu fazia cara feia e ele mandou um minuto direto! Cheguei a fechar as pernas! Piorou!
- Ai, ai, puta que pariu! Ai caralho!
- Psiu! Quieto!
Tirou e fez mamar um pouco. Meu cu piscava muito. Voltou e enterrou de novo para mais bombadas! Gemi e meu corpo precisava aceitar aquilo.
- Ai, dói. Nossa!
- Chupa gostoso.
Mamei mais um pouco de pau. Voltou atrás e desta vez ficou bombando muito e na força bruta do caralho preto, meu cu branco aceitou e ainda assim, fiquei fazendo cara feia!
Meu cu é safado e mesmo sofrendo, eu queria sexo. Muito sexo! Idade? Não importava! O negócio era dar, ser comido, sentir pau lá dentro.
Genival sabia que eu daria conta do recado. Sua pica preta conhecia os atalhos e nova bombada! Esta foi bem demorada! Sofri! Ele não aguentou e ouvi:
- Oh! Ah! Quietinho! Hum!
Mordi os lábios e fechei os olhos sentindo esperma ganhar meu cu! Hum! Tirou e aquele peso dele aliviou meu corpo e o esperma babou!
Uma piscada e saiu mais! Delícia! Passei a mão: cu aberto!
- Pega. Limpa.
Limpei sorrindo para ele e falei:
- Tarado.
- Você gosta.
Rimos de leve. Eu nem podia fazer estas coisas, proibido, fazia pela minha tara e safadeza, a vontade em dar, o desejo por sexo!
Vestido, ele agradeceu e foi ao banho. Eu fui tomar um café com Dona Izilda, a mãe dele. Negra, magra e baixa, 65 anos, disse:
- Tem que casar, filho!
Rimos e ganhei uma passada da mão dela na minha.
- Gosta do meu filho?
- Muito.
- Ele realiza você?
- Demais.
Café nas xícaras, bebemos. Falou:
- Assim que você tiver mais idade, vem morar aqui, ouviu?
- Tá.
Pensei nas deliciosas reboladas que dava no pau preto dele. Genival fode com gosto após esta minha audácia. Ele arromba, não perdoa.
Dona Izilda botou na cabeça que eu deveria “casar” com o Genival, uma espécie de caso escondido fixo. Ela sabia que seu filho era excluído e eu estava levantando a moral dele.
Eu estava longe de tomar esta decisão caso ocorresse. Eu era novinho mas estava consciente de tudo. A vantagem: eu entendia quase tudo de casa.
Ela comentou uma coisa particular comigo enquanto ele saía do banho indo ao quarto. Falou até em voz baixa:
- Eu engravidei muito nova mas perdi.
- Sério?
Ela disse a idade e não posso revelar por questão do site. Disse que gostou e o pai do Genival veio bem depois. Falou:
- Não tem idade. É normal.
Aos poucos, eu e ele afinamos sexualmente. Genival mostrou que meu cu branco era tarado por caralho! Suas bombadas marcaram muito.
Sete meses depois, dona Izilda partiu precocemente. Teve um AVC.
Genival aproveitou o luto afastando completamente de mim.
Neste tempo, eu também já tinha saído do emprego com seu Juliano, meu patrão moreno de 55 que fodia meu cu mesmo sendo casado. Genival é amigo dele e sabia.
Resumindo: o sonho de dona Izilda não foi realizado.
Eu precisava dar meus pulos mesmo novinho ou pararia.
Dona Izilda deixou um legado que eu precisava cumprir: ser feliz com macho.
Vida que segue.
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