#Gay

Renato e o mar

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Thiago P.

Renato encontra ney, um surfista q so quer saber de mar e ondas

Renato era um jovem de 22 anos, designer gráfico de uma agência no Centro do Rio, com a vida organizada entre prazos, academia e uma rotina que, no fundo, o sufocava. Pele clara, cabelos castanhos bem cortados, corpo definido mas sem exageros, ele sempre se sentira atraído por algo mais selvagem, mais livre. Observava os surfistas da orla de Ipanema com um desejo quieto, quase secreto.
Foi numa tarde quente de verão que ele viu Ney pela primeira vez.
Ney saía do mar como se o oceano pertencesse a ele. Tinha 23 anos, pele bronzeada e dourada pelo sol constante, cabelos castanhos-claros com mechas descoloridas, bagunçados pelo sal e vento. Corpo esguio e forte: ombros largos de quem rema horas, peito definido, abdômen com marcas leves de quem vive de esforço natural, pernas longas e tatuagens pequenas espalhadas — uma onda no antebraço, uma estrela no tornozelo. O sorriso era largo, despreocupado, e o olhar castanho tinha aquela luz de quem não se prende a nada.
Ney era o verdadeiro vadio: vivia de aulas de surfe, bicos na praia, dormia na van velha ou na casa de amigos, viajava quando queria, amava sem promessas. Não se apaixonava. Não se prendia. Só vivia.
Renato começou a frequentar o mesmo canto da praia. Ney notou o olhar insistente e, numa tarde de mar agitado, se aproximou com o jeito direto dele:
— Tá me comendo com os olhos faz dias, cara. Quer aprender a surfar ou só quer olhar?
Renato corou, mas aceitou a aula. Ney era paciente, mas firme. Segurava sua cintura com mãos calejadas, corrigindo a postura, rindo quando Renato caía. O toque demorava um segundo a mais. Os olhares se cruzavam com intenção.
A tensão cresceu rápido. Conversas na areia viraram cervejas na van. Uma noite, depois de um pôr do sol perfeito na Pedra do Arpoador, Ney estacionou a van num lugar discreto da orla. A música baixa tocava, o mar ao fundo. Ney, sem camisa, esticado no colchão, olhou para Renato com aquele sorriso safado.
— Você me quer, né? Para de enrolar.
Renato não respondeu com palavras. Beijou Ney primeiro, ansioso. Ney correspondeu devagar, dominando o beijo aos poucos, língua explorando com calma e fome. As mãos dele eram fortes, puxando Renato para cima dele, tirando a camisa dele com um movimento só.
— Relaxa, Renato... vou te comer do jeito que você merece — murmurou Ney contra os lábios dele, voz rouca.
Ele deitou Renato de costas no colchão, beijando o pescoço, descendo devagar pelo peito. Lambeu os mamilos com carinho, chupando devagar enquanto a mão deslizava pela barriga até segurar o pau de Renato, já duro e latejando. Ney masturbou ele com movimentos lentos, apertando na base, passando o polegar na cabeça melada.
— Gostoso pra caralho... — sussurrou Ney, descendo a boca.
Ele chupou Renato com maestria: primeiro só a cabeça, língua girando, depois engolindo fundo, garganta relaxada, subindo e descendo enquanto uma mão massageava as bolas. Renato gemia alto, mãos no cabelo de Ney, quadril subindo involuntariamente. Ney alternava: chupava com carinho, lambendo toda a extensão, depois acelerava, engasgando de propósito, baba escorrendo pelo pau e pelas bolas.
Depois de deixar Renato à beira do gozo, Ney subiu, beijando ele novamente, compartilhando o próprio gosto. Tirou a bermuda, revelando a rola grossa, veiosa, uns 21cm, cabeça rosada brilhando. Era pesada, curvada levemente para cima.
— Agora você vai me sentir, Renato.
Ney cuspiu na mão, lubrificando o próprio pau e os dedos. Virou Renato de bruços, erguendo os quadris dele. Beijou as costas, a nuca, mordendo de leve o ombro com carinho. Depois desceu, abrindo as nádegas firmes de Renato e lambendo o cuzinho apertado com devoção. Língua girando no anel, entrando devagar, chupando enquanto um dedo lubrificado pressionava e entrava.
Renato gemeu alto, empinando mais.
— Ney... porra...
Ney adicionou um segundo dedo, abrindo ele com calma, curvando os dedos para alargar mais. Massageava com carinho o cu do outro enquanto a língua continuava trabalhando. Quando Renato estava tremendo, Ney posicionou a rola grossa na entrada.
— Respira fundo, moleque, vou meter...
Empurrou devagar no começo. A cabeça grossa forçou o anel, entrando centímetro por centímetro. Renato soltou um gemido longo, mistura de dor e prazer. Ney parou, beijando as costas dele, sussurrando:
— Isso... relaxa pra mim. Tá apertado pra caralho... gostoso demais.
Quando Renato relaxou, Ney meteu tudo de uma vez, até o saco. Renato gritou, unhas cravando no colchão. Ney ficou parado um momento, pulsando dentro dele, beijando o pescoço com carinho. Depois começou a estocar: devagar e profundo no início, saindo quase tudo e voltando fundo, girando o quadril para esfregar bem no fundo do rabo.
O ritmo aumentou. Ney segurou a cintura de Renato com força, metendo mais bruto, estocadas secas e rápidas que faziam o corpo dele balançar. O som de pele contra pele ecoava na van, misturado aos gemidos.
— Toma, Renato... toma essa rola toda...
Ney alternava perfeitamente: metia com brutalidade, segurando o cabelo de Renato e puxando a cabeça para trás, dando tapas firmes na bunda que ficava vermelha, depois desacelerava, deitando o corpo sobre o dele, beijando os ombros, mordendo de leve, rola entrando e saindo devagar, profundo, carinhoso.
Virou Renato de lado, erguendo uma perna dele alto. Metia de lado, uma mão masturbando o pau de Renato no mesmo ritmo. Beijava a boca dele, línguas enroladas, enquanto o pau entrava fundo.
— Olha pra mim enquanto eu te fodo... — ordenou Ney, olhos fixos.
Renato obedeceu, olhos vidrados de prazer. Ney acelerou novamente, estocadas brutas, bolas batendo forte, mão apertando o pau de Renato até ele gozar primeiro, jatos grossos sujando a barriga e o peito.
Ney não parou. Continuou metendo no cu agora mais relaxado e melado, cada vez mais fundo e forte. Virou Renato de costas novamente, pernas sobre os ombros dele. A posição permitia penetração profunda. Ney metia com força bruta, suor escorrendo do peito bronzeado, batendo fundo enquanto beijava Renato com carinho, sussurrando:
— Você aguenta tudo, né? Que cuzinho guloso...
O ritmo era implacável. Ney fodia como o mar: ondas fortes e selvagens, depois calmas e profundas. Segurava o pescoço de Renato com firmeza, estocando selvagem, depois soltava e acariciava o rosto, beijando.
Quando sentiu que ia gozar, Ney acelerou ao máximo, estocadas curtas e brutais. Gozou fundo dentro de Renato, gemendo rouco, jatos quentes enchendo o interior dele. Ficou lá, pulsando, beijando o pescoço de Renato com ternura enquanto esvaziava tudo.
Depois, tirou o pau vagarosamente, Ney desceu a boca e limpou o cacete de Renato com a língua, chupando os restos de gozo. Beijou o cu melado de porra, lambendo tudo com carinho.
Os dois ficaram abraçados, suados, o cheiro de sexo e mar preenchendo a van. Ney acariciava o cabelo de Renato, beijando a testa dele.
— Foi bom pra caralho... mas amanhã eu tô surfando cedo. Sem drama, beleza?
Renato assentiu, coração apertado. Ele já sabia: Ney era livre como o vento. Não se apaixonava. Não se prendia. Mas isso só fazia Renato querer mais.
Ney era o mar, ninguém era dono dele— e Renato estava irremediavelmente apaixonado por aquela liberdade selvagem.

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Thiago P. #Gay

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