Mais um amigo do meu vô, o pedreiro Toninho
Meu, agora shortinho, foi arriado até as pernas. Ofegante, e mordendo meu pescoço, ele abre a calça, e agora sinto sua rola quentinha na minha bunda
Naquele ano de 2010, ainda tive tempo de conhecer mais uma pessoa, o pedreiro Toninho.
Ele era bem moreno, 50 anos, magro de mais ou menos 1,75m.
Minha mãe, meu tio e meu avô, resolveram dar uma cara nova para a casa. Ela não era feia, mas estava mal arrumada, principalmente a cozinha. A geladeira era nova, assim como o fogão, mas os armários eram de madeira e o piso e os azulejos eram daqueles coloridos, desenhados. A sala e os quartos, ainda eram de tacos.
A idéia era trocar os pisos da casa, e os azulejos da cozinha, e depois, assim que virasse o ano, trocar os armários e os guarda roupas dos quartos, que ainda eram dos tempos de criança da minha mãe.
No inicio de outubro, Toninho foi lá, mediu tudo, passou o orçamento, minha mãe e meu vô compraram os materiais, e já no início da segunda semana de outubro, ele estava lá, quebrando e arrancando os pisos e azulejos antigos. A cozinha foi adaptada na sala.
Cheguei da escola, e meu vô estava no portão.
_Só estava esperando você chegar...tô indo para o bar...
_Mas o pedreiro não está aí vô?
_Está, mas eu tenho alergia ao pó, já espirrei demais...vou voltar só no final da tarde, se ele precisar de alguma coisa, dá um auxílio aí...
_Tá bom vô...
Entrei, e antes de tomar meu banho, fui falar com o pedreiro, para ver se estava precisando de algo.
_Não...não estou precisando de nada não. Você é o neto mais velho do Landinho né?
_Sim...
_Ah tá...é...ele falou que você que ia ficar por aqui...ele disse que tem alergia ao pó...kkk...seu vô tá ficando velho...é Milton né...o seu nome?
_Isso....
_Você é bonitão em rapaz...está com quantos anos 14?
Fiquei todo sem jeito.
_Não...tenho 16...e obrigado pelo elogio...
_As meninas devem estar dando em cima hein...
Acho que fiquei vermelho de vergonha.
_Não....não....não é bem assim. Falei, deixando escapar um sorriso amarelo.
_Tá bom...deixa eu voltar para o meu serviço, acho que já falei demais...não quero te atrapalhar.
_Não...que isso...tá tudo bem. Só vou tomar meu banho, se precisar de alguma coisa, assim que sair eu faço tá?
Fui tomar meu banho, e fiquei pensando...é realmente ele falava bastante....e tinha um olhar penetrante, ele olhava profundo nos olhos, durante a conversa, me sentia desconfortável. Mas até que para a idade dele, ele tinha um corpão... braços fortes, cheio de veias...ai deve ser gostoso ganhar um abraço forte daquele homem.
Pronto...meu pau ficou duro...e de repente, me vejo batendo uma punheta pensando no pedreiro. E a culpa era do meu avô. Ele já estava há quinze dias sem me procutar...aí me deixa em casa... sozinho...com um "homão" daquele.... ahhhh... gozei gostoso me imaginado envolto aos braços do Toninho.
Terminei o banho mais leve Kkkk.
Me enxuguei, enrolei a toalha, e sai do banheiro, rumo ao meu quarto.
_Oi? Milton?
Era o pedreiro.
_Oi...fala Toninho...
_Desculpa.... depois que você se trocar...tem como pegar um copo d'água?
_Ah...que isso...já pego agora mesmo...
Peguei a garrafa, e falei:
_Já tem copo?
_Tinha...quando saí para almoçar seu avô pegou....
_Tá...vou pegar.
E foi nessa hora, que me revelei um viadinho bem safado.
Os copos ficavam na parte superior do armário, eu me encostei no balcão, e quando me estiquei para pegar o copo, minha toalha enroscou, e caiu no chão.
_Ai caramba...
Dissimulado, esbravejei, peguei a toalha, e a prendi novamente na cintura. Nem olhei para trás.
Agindo como se nada tivesse acontecido, lhe entreguei o copo.
Toninho estava com cara de espanto, mas não disse nada.
_Bom...se precisar de mais alguma coisa, e só pedir...
Ele falou um "tá", e eu fui para o quarto me trocar.
No quarto, fiquei pensando no que fiz, e acabei rindo quando lembrei da cara de espanto dele.
Fiquei no espaço que sobrou da sala, assistindo tv, mas passado um tempo, eu não me aguentei, estava com uma coceirinha no rabo, e fui lá na cozinha.
_Tá tudo bem aí Toninho? Tá precisando de alguma coisa?
_Não...tá tudo certo...
Fiquei encostado na porta, admirando aquele corpo todo suado, com braços fortes e mãos firmes, quebrando os azulejos.
_Tá tudo bem? Perguntou.
Sorri, saindo do transe, e disse que estava tudo bem, que só estava observando como o serviço dele era pesado.
_Tem que ser forte né? Comentei.
_É....o tempo vai nos moldando...
_Ai...eu não ia conseguir nem levantar essa marreta...
Ele riu, e ficamos ali, por pouco tempo, conversando futilidades, depois, voltei ovulando para a sala. Mas nesse dia, foi só isso, mais nada. Umas 17h meu avô voltou, perguntou se estava tudo bem, e foi conversar com ele, que logo foi embora.
Não tirava a imagem do Toninho da cabeça, passei a noite arquitetando um plano para impressioná-lo. Aqueles shortinhos apertados que eu usava, já tinham ido para o lixo. Só tinha a bermuda de agasalho, que eu tinha usado por último, no aniversário do Arthuzinho. Nossa... nessa hora lembrei do seu Macedo. Meu pinto que já estava duro, ficou estourando. Em plena madrugada, fui parar no banheiro, para bater uma punheta.
Assim como no dia anterior, logo que cheguei, meu vô saiu. Fui falar com o Toninho, e ele disse que estava tudo bem.
_Tá bom...vou tomar banho, qualquer coisa vou ficar aqui na sala. Falei.
Saí do banho enrolado na toalha, doido para que se repetisse o dia anterior, mas isso não aconteceu.
Fui para o quarto, e com uma tesoura, cortei a parte das pernas da bermuda, transformando-a num shortinho, bem curto. Coloquei no corpo, e ficou bem justo, minhas coxas destacaram, e minha bundinha parecia até maior. Também coloquei uma camiseta curta, vinha literalmente até a cintura, queria que ele notasse todo o meu contorno. Passei perfume, e fui para a sala.
Estava num comichão danado, não conseguia assistir tv. Me levantei e fui até a cozinha.
Toninho até tentou disfarçar, mas seus olhos mediram meu corpo de cima a baixo.
Num cio incontrolável, pisei nos entulhos e fui até a pia.
_Ainda tem água?
Toninho largou a talhadeira e a marreta, e veio na minha direção.
_Tem...seu avô deixou antes de sair. Disse, pegando a garrafa, enchendo o copo, e virando num gole só.
_Ah...então você não está precisando de nada né? Perguntei.
_Não...eu não...mas você, acho que está querendo isso aqui! Disse ele, me agarrando, e num movimento brusco, me virando de costas.
Fiquei prensado na pia, sentindo seu volume super duro amassar minha bundinha.
_Quase não dormi essa noite depois que vi sua bunda...e hoje, você fica sassaricando, provocando...o cheiro do perfume já exalou pela casa...é isso né putinha...é isso que você quer né?
Meu, agora shortinho, foi arriado até as pernas. Ofegante, e mordendo meu pescoço, ele abre a calça, e agora sinto sua rola quentinha na minha bunda. Minha camiseta foi arrancada, e agora, sua boca morde meus ombros. Suas mão ásperas, "lixam" minhas bandinhas, e dão tapas fortes.
Completamente pelado no meio dos cacos de azulejos, só com um chinelo havaina, fico gingando minha cintura de um lado para outros, e já vou empinando a bundinha.
_Putinha safada...já tá se empinando todinha...
Toninho não perdeu tempo, cuspiu na cabeça da rola, e sem cerimônia alguma, enterrou tudo de uma vez.
_Aiaaaaiiii. Soltei um grito.
A rola não era gigante, tinha uns 19 cm, mas era grossa.
_Aiai? Agora é tarde, pediu, vai levar. Disse ele, já com a rola toda enterrada.
Toninho colocou minha perna direita em cima da pia, me deixando totalmente aberto para ele, e como um cavalo, socou no meu rabo.
Eu gritava, eu gemia, me contorcia, mas não pedia para parar.
Ouvindo "puta", "safada", "vagabunda", entre outras coisas, fui recebendo suas estocadas fortes. Ele dizia que ia me deixar arrombado.
Foram alguns minutos selvagens, sem trégua, até que ele abaixa a minha perna, e me agarra firme, tal qual eu imaginava, uma mão firma na cintura, outra nos meus mamilos, e coladinho com o meu corpo, sinto seu líquido sendo despejado. Acabei gozando também.
_Não pensa que acabou não...ainda tem mais. Disse ele.
Após deixar todo seu líquido e recuperar um pouco o fôlego, Toninho volta a socar a rola.
Com o entra e sai do pinto, a porra começa a escorrer pelas pernas.
Sentí que meu gozo se aproximava, e resolvi gozar de verdade, comecei a me masturbar.
Me vendo gemendo e em estado de transe, Toninho parou de socar, e deixou por minha conta. Me acabando na punheta, eu rebolava, jogava meu corpo para frente para trás, apertava seu pau com meu anel, até que meu corpo arrepiou todo, estremeci, e comecei a gozar.
_Ahhhhh ....ahhhhhh....que delícia.
Parei, cansado, com as pernas mole, mas ouvi um "aguenta aí", e voltei a receber estocadas fortes. Sem reação, debrucei sobre a pia, abri mais as pernas, e ele se acabou, metendo sem parar.
_Ahhh...vou gozar...vou gozar...ahhh...vira para cá...toma meu leitinho...toma... Disse ele, tirando o pau da minha bunda.
Com as pernas bambas, quando me agachei, acabei me desequilibrando um pouco, e o primeiro jato veio no meu rosto. Me acertei rapidamente, e abocanhei sua rola, recebendo os outros jatos.
Toninho beijou meu rosto melado de porra, e falou:
_Agora me deixa trabalhar!
Peguei minhas roupas do chão, e fui tomar um banho.
Mais tarde, meu avô chegou, e ficou conversando com ele. Não sabia o assunto, porquê estava na sala, mas eles riram bastante, e achei estranho, depois do Toninho sair, meu avô me chamar para o quarto dele. Meu cuzinho acabou recebendo mais rola. Meu avô meteu gostoso naquele final de tarde.
Cheguei a pensar que meu vô estava armando esquema com o Toninho, mas com o tempo, vi que não era nada disso, foi apenas coincidência.
Até quase o Natal, eu dei muito para o Toninho, mesmo com meus irmãos já de férias, continuei dando para ele.
Não foi dificil achar uma solução. Toninho estava colocando o piso no quarto, meus irmãos ficavam na sala assistindo desenho, eu fechava a porta da sala, e dizia que ia lá na casa do tio, para jogar videogame. Eu dava a volta, pelo corredorzinho, e entrava no quarto, pulando a janela...aiai...aquele serviço poderia ter demorado mais....
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