#Gay #Teen

Minhas Estórias 3

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Call

Agora com os meus 55 anos de vida, resolvi compartilhar minhas gostosas estórias da minha adolescência, tempos bons.

Dias depois, em casa a gente brincando, um pegando no outro, punhetando a rola do outro, o tesão foi ficando cada vez mais forte, já rolando umas encouchadas na bunda e a coisa estava esquentando.
Carlinhos – Você teria coragem de chupar meu pinto?
Eu – Teria não e você teria?
Carlinhos – Se você chupar a minha eu chupo a sua, topa?
Eu – Só se você chupar primeiro.
Carlinhos – Tudo bem, só não vale gozar na boca, tem que avisar quando for gozar pra tirar, certo?
Eu – Concordei com ele e disse que avisaria sim.
Sentei na mesa e o Carlinhos pegou meu pinto e colocou dentro da boca e ficou sugando apenas, segurei a cabeça dele e comecei movimentar como se estivesse metendo, daí a pouco foi ele que começou o movimento de pra cima e pra baixo, até que avisei que iria gozar, ele tirou da boca e ficou punhetando até que gozei. Já invertemos a posição, ele sentou-se na mesa e eu cai de boca na rola dele, até o momento que ele disse para parar que iria gozar, então fiz o mesmo que ele, fiquei punhetando, até que ele gozou na minha mão, nisso foi mais uma descoberta, de dois juvenis em matéria de sexo, descobrindo os prazeres que nos proporciona.
Sempre que estávamos sozinhos a gente dava um jeito de fazer alguma coisa, pois o tesão andava à flor da pele, nossas tardes sempre rolava uma brincadeira, só não apenas quando estávamos brincando com os colegas na rua em outros tipos de brincadeiras. O tempo passando e nossas brincadeiras sempre terminava com um brincando na bunda do outro, colocando só na portinha do cuzinho do outro sem penetrar, até que um dia ele brincando na minha bunda, soltando aquele líquido do pré-gozo, fazendo aquele barulhinho próprio de quem estava metendo na xaninha, ele com um tesão mais aguçado.
Carlinhos – Está gostando das cutucadas?
Eu – Está gostoso sim, mas não força se não vai acabar entrando.
Carlinhos – Deixa eu colocar só um pouquinho dentro?
Eu – Não... vai doer...
Carlinhos – Se doer eu tiro.
Eu – Tira mesmo? Depois eu quero colocar dentro também, tá?
Carlinhos nem confirmou, foi dando uma forçadinha e o pinto dele foi entrando.
Eu – Está doendo um pouco.
Carlinhos – Quer que tira?
Eu – Da um tempo e vai mais devagar, se não aguentar te aviso.
Carlinhos – E agora, continua doendo?
Eu – Só um pouquinho.
Carlinhos – Quer que eu tire, sem problemas, a gente continua só na portinha.
Eu – Não, agora vamos até o fim.
Falei para tirar e lubrificar com saliva, aí ele cuspiu no meu cuzinho e voltou colocar a cabeça do pinto dele na entrada do meu anelzinho, de devagar ele foi colocando, até que entrou tudo que cabia, senti seu púbis encostar na minha bunda, foi fazendo o movimento de vai e vem, perguntando se estava gostando, eu respondia que sim e assim foi até que começou a gozar, senti seu pinto pulsando dentro de mim e aquele leite quentinho, logo ele parou e bombear, ficou deitado em cima até o pinto dele amolecer e tirar de dentro, assim que saiu de cima de mim, fui ao banheiro me limpar e voltamos, perguntei se ele havia gostado e qual a sensação que ele havia sentido, ele disse que não sabia descrever e que eu só iria saber quando eu penetrasse ele também. Logo ele deitou-se de bunda pra cima, pedi pra ele abrir bem as pernas como havia feito pra ele, assim ele fez, da mesma forma lubrifiquei bem o cuzinho dele e meu pinto, e por conta do meu pinto ser mais grosso que o dele, embora menor, mas ele pediu pra eu ir devagar para não doer, e assim eu fiz, brinquei com os dedos para lubrificar bem e assim ele foi relaxando mais, quando coloquei a cabeça na portinha ele deu uma retesada na bunda, falei o ouvido dele para relaxar que entraria de boa, assim como o pinto dele entrou no meu, sempre falando pra ele se acalmar, foi ficando mais calmo e relaxando e a cabeça foi entrando, dei uma parada assim que ele reclamou que estava doendo, tirei o pinto e lubrifiquei mais e voltei colocar, foi aí que ele deu uma rebolada para ajeitar assim encaixou melhor a cabeça na entrada do anelzinho dele, devagar e aos poucos foi entrando, dei um tempo e perguntei se estava tudo bem, disse ele que sim, se estava gostando, balançou a cabeça afirmando que sim, pedi pra ele colocar um travesseiro na barriga dele, assim meu pinto entraria um pouco mais, ele topou, assim fizemos e foi muito aconchegante, quando senti que meu púbis colou na bunda dele, dei um tempo e comecei a bombear e fui acelerando o movimento de entra e sai, até que anuncie que iria gozar, pois ele disse que sentiu um líquido quente dentro dele quando meu pinto começou a pulsar dentro dele.
Desse dia em diante nossas tardes de folga era uma brincadeira completa, punhetas, mamadas e comida de bunda um do outro.
Continua....

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