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A Amiga Da Minha Irmã

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O Narrador de Contos

A amiga da minha irmã sempre me deixa bravo quando vem aqui em casa...

Olá, amigo! Meu nome é Emanuel. Eu moro com minha irmã desde que meus pais se separaram há alguns anos. Ela é dois anos mais velha do que eu, tem 24 anos, e sempre me ajudou quando eu precisava. Mas hoje vou contar uma história sobre o dia em que peguei a amiga dela.
A Maisa é a melhor amiga da minha irmã desde a infância. Sempre que ela vem aqui em casa para visitá-la, parece que a casa vira um caos. Ela age como se fosse a dona do lugar e eu fico puto com essa atitude dela. O que mais me incomoda é a forma como ela se veste ou melhor, não se veste.
Maisa sempre aparece por aqui andando de calcinha e sutiã, como se nada fosse demais. Ela até brinca disso, dizendo que não tem vergonha do corpo dela. Eu entendo isso, cada um tem sua liberdade, mas ela ultrapassa todos os limites possíveis. É quase como se ela quisesse me provocar o tempo todo.
Eu tenho respeito por ela e pela minha irmã então sempre tento evitar essa situação, mas é difícil quando ela invade meu espaço dessa forma tão descarada. E o pior não é só a roupa dela, mas também a maneira como ela age ao redor de mim. Ela sempre encontra uma desculpa para passar por mim e esbarrar seu corpo no meu, especialmente na parte do seu quadril ou bumbum.
Eu tentei conversar com minha irmã sobre isso várias vezes, mas ela nunca me deu ouvidos. Ela diz que Maisa é assim mesmo e que eu deveria me acostumar. Mas como posso me acostumar com essa situação tão constrangedora? Eu não sou feito de pedra! Sou um homem, tenho necessidades, desejos e mais do que tudo, respeito próprio.
Então, depois de muito pensar, tomei uma decisão. Decidi enfrentar Maisa e contar tudo o que eu penso sobre ela e seu comportamento inadequado na minha casa. Eu estava farto daquela situação!
Foi então que um dia, enquanto eu estava sentado no sofá assistindo TV, ouvi passos vindo pelo corredor em direção ao banheiro. Quando olhei para trás, vi Maisa caminhando pela porta do banheiro vestida apenas um conjuntinho rosa que deixava pouco para a imaginação.
Ela não parecia nem um pouco surpresa por me ver lá sentado. Na verdade, ela até sorriu de forma provocante ao passar por mim, deixando seu cheiro doce no ar. Eu fiquei tão irritado com aquela situação que decidi finalmente confrontá-la.
— Maisa! Preciso conversar com você — eu disse, levantando-me do sofá e caminhando em direção a ela.
Ela apenas deu de ombros e começou a usar o espelho do banheiro para se maquiar como se nada estivesse acontecendo. Mas eu não ia deixar barato dessa vez. Eu segui atrás dela e entrei no banheiro antes que ela pudesse fechar a porta.
— O que você quer, Emanuel? — ela perguntou com um tom de voz irritante.
Eu respirei fundo e comecei a dizer o que tinha para dizer:
— Maisa, eu não aguento mais esse seu comportamento. Você sempre aparece aqui seminu, provocando e me deixando desconfortável. Eu respeito você como amiga da minha irmã, mas isso já está passando dos limites. Não posso mais tolerar essa situação.
Ela me olhou com uma expressão de surpresa no rosto, quase como se estivesse ofendida com minhas palavras. Então, antes que eu pudesse reagir, ela deu um passo à frente e segurou meu rosto entre suas mãos, aproximando seus lábios dos meus.
— Você não gosta do jeito que eu te provoco, Emanuel? — ela sussurrou enquanto passava sua língua no canto da minha boca.
Eu tentei resistir, mas era tarde demais. Meu corpo já tinha reagido à proximidade dela e meu membro começou a endurecer dentro da calça jeans. Ela percebeu isso e sorrindo começou a pressionar seu quadril contra o meu, esfregando-se em mim.
— Você não pode negar que sente atração por mim — ela disse com uma voz sedutora enquanto passava suas unhas pelo meu peito.
Eu tentei afastá-la, mas ela se recusou a me deixar ir. Ela continuou pressionando seu corpo contra o meu e deslizando suas mãos sobre minhas costas e ombros, deixando um rastro de calor por onde passavam.
— Maisa, pare com isso — eu disse, tentando soar firme, mas minha voz saiu trêmula.
Ela apenas riu e começou a beijar meu pescoço, provocando arrepios pelo meu corpo inteiro. Eu tentei resistir, mas estava perdendo a batalha contra meus próprios sentimentos.
— Você quer tanto quanto eu, não é mesmo? — ela sussurrou em meu ouvido enquanto pressionava sua mão contra minha ereção.
Eu sabia que devia parar aquilo antes que fosse tarde demais, mas já era tarde demais. Meu corpo tinha tomado conta da situação e eu não tinha mais forças para lutar contra isso.
Então, sem pensar duas vezes, eu agarrei Maisa pela cintura e a puxei para perto de mim, beijando-a com paixão descontrolada. Ela correspondeu ao meu beijo com ainda mais intensidade, passando suas mãos por meus cabelos e puxando-os enquanto esfregava seu corpo no meu.
Eu comecei a deslizar minhas mãos pelas curvas do seu corpo até chegar à sua bunda firme. Ela gemeu de prazer quando apertei sua carne macia e ela começou a rebolar contra mim, deixando-me ainda mais excitado.
Então, sem aviso prévio, ela tirou minha camisa e começou a desabotoar minha calça jeans com pressa. Eu não opus resistência alguma enquanto ela deslizava as mãos por dentro da minha cueca, libertando meu membro duro que pulou para fora, pronto para o ataque.
Ela sorriu ao ver meu tamanho e passou a língua pelos lábios antes de ajoelhar-se diante de mim. Eu fiquei completamente imóvel quando ela levou meu pau à boca e começou a chupá-lo com maestria, passando sua língua quente por toda a extensão da minha ereção.
Eu nunca tinha sentido um prazer tão intenso quanto aquele que Maisa estava me proporcionando. Ela era uma verdadeira deusa do sexo oral e eu não conseguia controlar os gemidos que escapavam dos meus lábios a cada movimento da sua boca talentosa.
Quando ela começou a engolir meu pau até o fundo da garganta, eu pensei que fosse gozar ali mesmo, mas consegui me segurar. Eu queria mais dela, queria sentir seu corpo nu contra o meu e possuí-la completamente.
Então, com um movimento rápido, eu a levantei do chão e a coloquei sobre a bancada do banheiro, empurrando-a para trás até que ela estivesse deitada de costas. Ela abriu as pernas para mim em uma clara indicação de que me queria dentro dela naquele momento mesmo.
Eu não hesitei nem por um segundo. Eu deslizei minha mão pela sua calcinha molhada e a tirei com um movimento rápido, expondo sua boceta rosada e completamente depilada. Ela estava encharcada de excitação e eu não perdi tempo em mergulhar meu rosto entre suas pernas, lambendo toda a extensão da sua fenda até chegar ao seu clitóris pulsante.
Ela gritou de prazer quando passei minha língua sobre o botão sensível do seu sexo, fazendo movimentos circulares enquanto ela se contorcia debaixo de mim. Eu continuei chupando e lambendo-a sem piedade até que ela gozou intensamente na minha boca, deixando um gosto doce e salgado em meus lábios.
Quando ela finalmente parou de tremer, eu me levantei e a puxei para perto de mim, beijando-a com paixão enquanto deslizava meu pau duro dentro dela. Ela gemeu alto ao sentir minha grossura preenchendo-a completamente e começou a se mover contra mim, rebolando seu quadril de uma forma que me deixava louco.
Eu agarrei sua bunda com força e comecei a estocar com tudo, entrando e saindo dela sem parar enquanto ela gemia e gritava meu nome. Eu nunca tinha sentido um prazer tão intenso quanto aquele que eu estava experimentando naquele momento.
Ela era uma verdadeira máquina de sexo, sempre pronta para mais e mais. E eu não conseguia resistir à tentação do seu corpo perfeito e ao jeito como ela me provocava sem parar.

Eu continuei fodendo Maisa com tudo, entrando e saindo dela com força enquanto ela gemia e rebolava contra mim. Ela era tão apertada e molhada que eu não conseguia mais controlar minha excitação. Eu queria possuí-la completamente.
Ela passou suas unhas pelas minhas costas, arranhando-me até sangrar enquanto eu a levava ao limite do prazer. Eu podia sentir seu corpo inteiro tremendo sob o meu toque e seus gemidos ficando cada vez mais altos à medida que me aproximávamos do orgasmo.
Então, com um grito de prazer, ela gozou intensamente em volta do meu pau, apertando-me tão forte que eu não tive escolha a não ser gozar junto com ela. Eu esporrei tudo o que tinha dentro dela enquanto ela se contorcia e gritava de êxtase.
Quando finalmente terminamos, ficamos lá por alguns instantes, ofegantes e suados. Ela olhava para mim com um olhar de conquista e eu soube que não tinha como resistir àquela mulher.
Então, antes mesmo que pudéssemos recuperar o fôlego, ela começou a me beijar novamente, passando suas mãos pelo meu corpo até chegar ao meu pau ainda duro. Eu sabia que aquela noite ia ser longa e cheia de surpresas.
E foi assim que acabei pegando a amiga da minha irmã naquele dia, sabia que a partir dali não teria volta. Agora eu só precisava tomar coragem para contar à minha irmã o que tinha acontecido entre mim e sua melhor amiga...

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

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Comentários (1)

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  • Vallinarsk: Conto muito bem escrito, tenho coisas pesados T Vanillarsk

    Responder↴ • uid:7btejnns8j